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Caminhoneiros sugerem que governo retire benefício sobre bebidas na Zona Franca

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Caminhoneiros durante manifestação na rodovia Castelo Branco
Reprodução/CNN

Caminhoneiros durante manifestação na rodovia Castelo Branco

Após cinco reajustes no preço do óleo diesel e da gasolina, a classe dos caminhoneiros voltou a cobrar medidas do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contra os aumentos

Em nota, a Abrava (Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento) diz que o grupo de trabalhadores chegou em um “momento crítico” e “não aguentam mais aumentos dos combustíveis sem que o Governo nada faça”.

“Precisamos que o Presidente da República dê a devida atenção a esta questão, com medidas efetivas sem mais promessas vazias e sem nenhum cumprimento. Dessa maneira, chegou o momento de nós liderança dos caminhoneiros do Brasil nos unir para que possamos defender a nossa categoria”, escreveram.

A associação sugere que o governo retire os subsídios a “multinacionais das bebidas” para, em troca, poder zerar os impostos federais sobre os combustíveis.

Sem incentivo ao IPI

“Hoje o Governo Federal tem a solução para subsidiar os aumentos dos combustíveis para a população, basta apenas retirar o incentivo dado ao IPI as empresas fabricantes de concentrados de refrigerantes na Zona Franca de Manaus (ZFM). Simples, aí o Governo não irá ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal, e estará de fato tomando medida em prol da população brasileira”, afirma a nota.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, ainda não se pronunciou sobre qual será a compensação no Orçamento para que o governo possa cumprir a promessa do presidente Jair Bolsonaro de zerar impostos federais do Diesel.

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Deputados federais são investigados por R$ 27 milhões gastos em combustíveis

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Daniel Silveira (PSL) lidera o ranking dos que mais abasteceu no período

 

 

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Daniel Silveira (PSL) lidera o ranking dos que mais abasteceu no período
Reprodução: iG Minas Gerais

Daniel Silveira (PSL) lidera o ranking dos que mais abasteceu no período

Uma investigação apontou que deputados federais gastaram R$ 27 milhões em combustíveis em menos de dois anos (janeiro de 2019 a dezembro de 2020). O montante é uma parcela dos R$ 367.916.285,02 gastos no período com verbas parlamentares .

A fiscalização desses recursos foi feita pelo OPS (Observatório Político Socioambiental), que ano passado ganhou um prêmio internacional criado pela ONU de reconhecimento a ações de combate à corrupção. Fundado por Lúcio Big, o grupo conta com mais de 200 voluntários por todo o país. Desde 2013 o OPS já conseguiu recuperar R$ 6 milhões aos cofres públicos.

O último alvo do grupo são os gastos dos deputados com abastecimento, no que vem sendo chamada de Operação Tanque Furado .

O ranking de 513 deputados que mais abasteceram no período é liderado por  Daniel Silveira (PSL). Num único abastecimento o parlamentar alega ter abastecido mais de mil litros de gasolina.

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O deputado, que agora cumpre prisão domiciliar após ataques ao STF, poderia abastecer uma caixa d’água de gasolina, que é quase do tamanho de um carro popular. Segundo o site CarrosWeb, o carro com maior tanque do mundo é a Lamborghini LM002 1990, com 290 litros.

A investigação segue para o Ministério Público e ao Tribunal de Contas da União, que fiscaliza o poder legislativo.

 

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