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Caminhoneiros argentinos bloqueiam fronteira com o Brasil

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Manifestação começou na última quinta-feira na fronteira com Uruguaiana (RS)
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Manifestação começou na última quinta-feira na fronteira com Uruguaiana (RS)

Caminhoneiros argentinos fecharam a fronteira entre as cidades de Paso de Los Libres e Uruguaiana (RS) em protesto contra a categoria brasileira. A manifestação começou na última quinta-feira (22) e não tem previsão de encerramento.

Os manifestantes criticam a recepção de brasileiros à obrigatoriedade de exames PCR para entrar na Argentina. A Federação Nacional de Caminhoneiros da Argentina informou que foram hostilizados por motoristas no Brasil após o aumento de restrições em território argentino.

“Foi determinado o fechamento da passagem de fronteira para que as cargas das economias regionais do Mercosul fiquem paralisadas e a entrada de caminhões do Brasil também não seja permitida”, disse o secretário de política de transporte do sindicato, Omar Pérez, ao UOL .

A categoria ainda questiona as recusas de caminhoneiros brasileiros em realizar os exames para diagnóstico de Covid-19 . Há suspeitas de que alguns laudos apresentados teriam sido fraudados.

Na última semana, o local também foi ponto de encontro de caminhoneiros brasileiros para protestar contra as medidas de restrição para entrada na Argentina.

Era esperado o fim do bloqueio da fronteira nesta segunda-feira (26), mas o sindicato disse que deve manter a paralisação até a efetivação de um acordo entre os países para a realização de exames PCR na categoria. Os manifestantes ainda pedem a inclusão de caminhoneiros brasileiros no Plano Nacional de Imunização .

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G7 apoia taxa mínima global para multinacionais e buscará acordo final em julho

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O presidente americano Joe Biden e o premier britânico Boris Johson entre outros líderes no encontro do G7
Foto: LEON NEAL / AFP

O presidente americano Joe Biden e o premier britânico Boris Johson entre outros líderes no encontro do G7

Em seu comunicado final, os líderes do G7 apoiaram a proposta dos ministros de Finanças do bloco de criar um imposto mínimo global de 15% para as multinacionais, em especial as gigantes de tecnologia americanas como Google, Facebook, Apple e Amazon, e prometeram aprofundar o debate sobre a medida.

“Precisamos de um sistema tributário que seja justo em todo o mundo. Apoiamos o compromisso histórico assumido pelo G7 em 5 de junho”, diz o comunicado.

“Vamos agora continuar a discussão para chegar a um consenso sobre um acordo global visando a uma solução equitativa na atribuição de (…) um ambicioso imposto mínimo de pelo menos 15% em uma base país a país, por meio do quadro de inclusão do G20 e da OCDE. E esperamos chegar a um acordo na reunião de julho do G20”, acrescentou. o bloco.

O próprio presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, demonstrou apoiar a medida.

— Empresas demais têm recorrido a paraísos fiscais — afirmou Biden à Reuters. — Um imposto mínimo vai nivelar a competição. Vou avançar nesse tema nos EUA.

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Para o G7, os ministros de Finanças, na reunião preparatória, deram “um passo significativo para criar um sistema tributário mais justo para o século XXI”.

“Nossa colaboração criará um campo de jogo mais forte e nivelado, que ajudará a aumentar a receita tributária para apoiar os investimentos e acabar com a evasão fiscal”, afirmou a nota.

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