POLÍTICA NACIONAL

Câmara debate situação da Cinemateca Brasileira

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A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados promove na próxima segunda-feira (12), às 14 horas, audiência pública sobre a situação da Cinemateca Brasileira, fechada desde agosto de 2020. Haverá transmissão pelo canal da Câmara no YouTube.

O debate foi solicitado pela deputada  Jandira Feghali (PCdoB-RJ). No requerimento, a parlamentar justifica que ainda não foi assinado o convênio anunciado em dezembro pelo secretário especial de Cultura, Mario Frias, com a Sociedade de Amigos da Cinemateca (SAC). A entidade contrataria ex-funcionários especializados da Cinemateca para manter o acervo até que uma entidade sem fins lucrativos fosse selecionada para gerir a instituição.

Rovena Rosa/Agência Brasil
Sala de exibição da Cinemateca Brasileira
Cinemateca Brasileira, localizada em São Paulo, está fechada desde agosto de 2020

Sediada em São Paulo, a Cinemateca Brasileira é a instituição responsável pela preservação da produção audiovisual brasileira. Criada em 1940, tem o maior acervo da América do Sul, formado por cerca de 250 mil rolos de filmes e mais de um milhão de documentos relacionados ao cinema, como fotos, roteiros, cartazes e livros. O laboratório de restauração da Cinemateca já foi considerado um dos cinco melhores do mundo.

Foram convidados para a audiência:

  • O presidente da Sociedade dos Amigos da Cinemateca (SAC), Carlos Augusto Calil;
  • A ex-Funcionária da Cinemateca Gabriela Sousa De Queiroz;
  • O cineasta Silvio Tendler;
  • A produtora de filmes Mariza Leão;
  • O cineasta e vice-presidente da Sociedade dos Amigos da Cinemateca, – Walter Salles;
  • O cineasta Carlos Diegues; e
  • O coordenador da SOS Cinemateca/Associação Paulista de Cineastas (Apaci), Roberto Gervitz.

Da Redação – CL

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POLÍTICA NACIONAL

Na gestão Bolsonaro, orçamento ‘paralelo’ é maior que nos governos Temer e Dilma

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Emendas de congressistas dão salta na gestão Bolsonaro
Matheus Barros

Emendas de congressistas dão salta na gestão Bolsonaro

A média do orçamento de emendas anuais de relator aprovadas pelo Congresso teve um aumento considerável na gestão de Jair Bolsonaro (sem partido). O salto é quatro vezes maior que no governo de Michel Temer e cinco vezes maior que durante o mandato de Dilma Rousseff (PT). As informações foram levantadas pelo portal UOL .

O episódio conhecido como “Orçamento Paralelo” se trata de trocas orçamentárias entre parlamentares e ministérios, que não constam nos portais de transparência do governo. Além disso, foi apelidado de “tratoraço”, já que houve compra excessiva de máquinas agrícolas. 

Em resposta ao UOL , um levantamento da Consultoria de Orçamento da Câmara mostra que os congressistas propuseram R$ 20,7 bilhões em emendas na atual gestão. As cifras são menores nos governos Temer (R$ 4,8 bilhões) e Dilma (R$ 3,8 bilhões), em média, por ano. 


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