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Cadeia de São Félix do Araguaia passa por desinfecção

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A Cadeia Pública de São Félix do Araguaia (1.159 km de Cuiabá) realizou a desinfecção da unidade, em parceria com a Prefeitura, na manhã desta segunda-feira (24.08). O objetivo foi prevenir a contaminação pelo coronavírus (Covid-19), tanto entre os reeducandos quanto os servidores.

Segundo o diretor da unidade, George Augusto de Arruda Silva, mesmo não contabilizando casos positivos entre a população carcerária do município, a ação é importante para manter um ambiente seguro e livre do vírus.

“Os casos no município têm aumentado nas últimas semanas, então fizemos esta limpeza, juntamente com a Prefeitura, para evitar que a proliferação do coronavírus chegue à unidade”.

Além disso, a Cadeia Pública de São Félix segue os protocolos de saúde ao receber novas pessoas presas. Todos passam por triagem médica, com levantamento de informações sobre o estado de saúde e possíveis sintomas ou contatos com pessoas sintomáticas.

Um espaço foi destinado para abrigar os reeducandos pelo período de 14 dias e, caso não tenham manifestado sintomas nem teste positivo, após esse período são encaminhados às celas.

Outras medidas adotadas durante a pandemia foram a distribuição de máscaras de tecido para proteção de reeducandos e servidores, atendimento jurídico via teleconferência, comunicação com familiares dos recuperandos via telefone mediante agendamento e supervisão de policiais penais, entregas de material de limpeza e higiene pessoal, informações e orientações aos reclusos referentes às medidas de prevenção à Covid-19, entre outras.

Fonte: GOV MT

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Onça solta no Pantanal após se recuperar de ferimentos causados por incêndios será monitorada

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A onça pintada que foi solta no Pantanal depois de se recuperar dos ferimentos causados por incêndios florestais será monitorada por rádio-colar com GPS que permitirá o acompanhamento de sua readaptação. O controle do animal, chamado de Ousado, será realizado pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio).

A partir do rádio-colar será possível monitorar sua localização e saber o seu comportamento, explica o analista ambiental do ICMBio Ronaldo Morato.

“Nossa maior preocupação é saber se o Ousado terá sucesso na sua readaptação, se está caçando, se alimentando, aonde está indo. Ele poderá ficar com o colar por até 400 dias, após esse tempo ele cai sozinho. Será interessante pois poderemos avaliar o comportamento do animal também no período após as queimadas “, afirma Morato.

Ousado foi solto no mesmo local em que foi resgatado, no Parque Estadual Encontro das Águas, no Pantanal, depois de passar mais de um mês em recuperação no Instituto Nex, em Goiás. O animal foi encontrado com algumas queimaduras, ferido e desidratado. No instituto ele recebeu tratamento com ozônio e lazer terapia e foi constatado que não teve perda de função de seus membros o que permitiu ser solto novamente na natureza.

De acordo com a coordenadora de Fauna e Recursos Pesqueiros da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Neusa Arenhart, por ser um animal territorialista a soltura no mesmo local em que foi encontrado e onde já tem seu espaço demarcado faz com que ele não precise invadir o espaço de outros animais para buscar alimentos, o que facilita o processo.

Participaram da soltura: Secretaria de Estado de Meio Ambiente, por meio da Coordenadoria de Fauna e Recursos Pesqueiros e Comitê Estadual de Gestão do Fogo, Corpo de Bombeiros, Instituto Chico Mendes (ICMBio), Ibama, Ampara Animal, ONG Panthera, Instituto Nex, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e o pesquisador Wladimir Domingues da Universidade De Maringá.

 

Fonte: GOV MT

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