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Cachorro fica preso com leopardo por 7 horas em banheiro e sobrevive; assista

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Cachorro e leopardo ficam presos em banheiro durante 7 horas, na Índia
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Cachorro e leopardo ficam presos em banheiro durante 7 horas, na Índia

Você imagina um cachorro e um leopardo convivendo em comunhão dentro de um pequeno espaço? Um fato ocorrido na vila de Bilinele, na Índia , prova que é possível: um cachorro ficou cerca de 7 horas preso em um banheiro na presença de um leopardo . E saiu sem nenhum arranhão.

O cão fugia do leopardo justamente para evitar ser devorado, mas, no desespero, acabou invadindo o banheiro de uma residência.

Ao ver os animais em sua casa, o dono resolveu trancá-los no banheiro para se proteger. Ele diz que, de início, ouviu alguns ruídos, mas logo depois os animais ficaram em silêncio por um longo tempo (veja o vídeo abaixo) .

A equipe de emergência foi acionada e ao chegar ao local, teve que retirar o teto do banheiro para que uma ação fosse adotada.

Em seguida, o time de emergência tentou capturar o leopardo com uma rede, porém ele saltou e acabou fugindo para a selva.

Fonte: IG Mundo

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Senado aprova projeto que facilita compra de vacinas por estados e municípios

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Vacinas poderão ser compradas por estados e municípios caso projeto seja aprovado
Reprodução: iG Minas Gerais

Vacinas poderão ser compradas por estados e municípios caso projeto seja aprovado

O Senado aprovou, nesta quarta-feira (24), um projeto de lei que facilita a compra de vacinas contra a Covid-19 por estados e municípios . De autoria do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) , o projeto agora segue para aprovação da Câmara.

A proposta diz que, enquanto durar a pandemia e, portanto, um estado de emergência, a União, os estados e os municípios estão autorizados a assumir riscos relacionados a eventuais efeitos adversos pós-vacinação, desde que haja aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Iniciativa privada

O texto prevê, também, a possibilidade de empresas privadas comprarem vacinas diretamente dos laboratórios, caso haja também aprovação da Anvisa.

Em um primeiro momento, todas as doses adquiridas por empresas privadas deverão ser doadas ao SUS, a fim de uso dentro do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Após o término da vacinação dos grupos prioritários previstos no Plano Nacional de Imunização, as empresas poderão comprar, distribuir e administrar vacinas, desde que 50% das doses sejam, obrigatoriamente, doadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) e as demais sejam utilizadas de forma gratuita.

“Uma fábrica de automóveis, por exemplo, compra os imunizantes, doa 50% para o SUS e os outros 50% utiliza para os seus funcionários. Isso, pós-vacinação dos grupos prioritários”, explicou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), relator da proposta.

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