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Butantan irá produzir vacina sem depender de insumos da China, garante Doria

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Fábrica que permitirá transferência de tecnologia para produção 100% nacional deve ser concluída em outubro, segundo João Doria
Foto: Governo de São Paulo/Divulgação

Fábrica que permitirá transferência de tecnologia para produção 100% nacional deve ser concluída em outubro, segundo João Doria

O Instituto Butantan vai produzir a CoronaVac sem depender de insumos importados da China ainda em dezembro deste ano. É o que garantiu o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em coletiva de imprensa na sede do Instituto nesta terça-feira (23).

Atualmente, o Butantan importa o insumo e fica responsável pelo envase, que é a etapa final de produção. De acordo com o governador, a obra da fábrica que permitirá a produção nacional do imunizante será finalizada em outubro. Por isso, após a aprovação do espaço e transferência da tecnologia, o Butantan tem condições de assumir a produção industrial do imunizante. Doria estima que o processo seja concluído até o final do ano. “Nós temos aí dezenas de funcionários trabalhando em jornadas de dez horas por dia para colocar a fábrica em conclusão até o mês de outubro. Em outubro, novembro, e dezembro, as instalações dos equipamentos serão feitas e ainda em dezembro deste ano termos a primeira dose da vacina do Butantan 100% produzida no Brasil. E a partir de janeiro, em escala evolutiva, para a produção industrial da vacina”, disse o governador.

Doria acompanhou o carregamento dos caminhões com 1,2 milhão de doses da vacina, que serão entregues nesta terça ao Ministério da Saúde.

Para 25, 26 e 28 de fevereiro ainda estão previstas liberações de 600 mil doses diárias. Desta forma, de hoje até domingo, São Paulo fornecerá um total de 3,9 milhões de doses ao PNI.

Logo no início de março, o Instituto vai disponibilizar mais 1,7 milhão de vacinas para a imunização do país, estando previstas remessas de 600 mil doses no dia 2 de março, de 500 mil em 4 de março e de mais 600 mil para 5. Na soma total, serão 5,6 milhões de frascos de hoje até 5 de março.

Ainda durante a coletiva desta terça (23), o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, explicou que só que após finalizar a entrega das 100 milhões de doses ao Ministério da Saúde, o instituto terá condições de entregar as 20 milhões de doses exclusivas solicitadas pelo governo paulista para vacinar toda a população de São Paulo. “Doses adicionais poderão ser produzidas a partir de agosto. Terminando a entrega das 100 milhões [de doses] nós poderemos produzir as 20 milhões de São Paulo e as 30 milhões do Ministério e, eventualmente, ampliar essa solicitação”, disse Dimas Covas.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 1.337 mortes; estados anunciam restrições

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Segundo a última atualização dos números da pandemia de covid-19 no Brasil, 65.169 casos foram confirmados em 24 horas. No total, 10.455.630 pessoas já foram infectadas pela doença no país, que é o terceiro em número de contágios no mundo. Outros 846.821 pacientes seguem em acompanhamento médico. 

O Ministério da Saúde relata que 1.337 óbitos foram confirmados desde a última publicação do informe. O número total de mortes é de 252.835 – 2,41% dos infectados. Mais de 9,3 milhões de pessoas se recuperaram da doença, o equivalente a 89,5% do total.

Boletim/situação epidemiológica da covid 19 no Brasil/26.02.2021Boletim/situação epidemiológica da covid 19 no Brasil/26.02.2021

No panorama estadual, São Paulo responde por cerca de 20% do total de casos no Brasil, com 2.026.125 registros de covid-19. Minas Gerais contabilizou 869.230 pessoas infectadas. A Bahia, em terceiro lugar no ranking de contaminação, registrou 674.384 casos.

Os estados se movimentam para restringir a circulação de pessoas em meio ao avanço da covid-19. Segundo a Fiocruz, o Brasil apresentou novo recorde de mortes diárias. O Distrito Federal, São Paulo e outras cidades e estados também estão revisando as normas de circulação e comércio para evitar o avanço da doença.

O avanço nos números da pandemia ocorrem após um ano do registro do primeiro caso.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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