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Buscas por copiloto após queda de bimotor em SP completam 7 meses

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Copiloto José Porfírio de Brito Júnior
Copiloto José Porfírio de Brito Júnior

 

Há sete meses, a família do copiloto José Porfírio de Brito Júnior, de 20 anos, ainda busca por respostas sobre o acidente envolvendo um avião, que estava a caminho do Rio de Janeiro e caiu em mar aberto entre Ubatuba (SP) e Paraty (RJ) em novembro do ano passado. Nas redes sociais, o irmão do copiloto faz um apelo:

“Após 7 meses do ocorrido nós da família ainda não temos notícias sobre meu irmão e nem sobre a localização do avião”, escreveu Wallace Brito em um trecho do post no Twitter. A família mobiliza as redes na tentativa de chamar a atenção das autoridades para que retomem as buscas.

“As autoridades querem que eu aceite “morte presumida”, mas não me trouxeram até hoje nem o corpo morto dele, então aguardo meu filho vivo. Preciso que retornem as buscas pela fuselagem, para termos certeza de que ele não está lá preso ou que ele esteja em alguma mata sendo cuidado por alguém e sem consciência da realidade dele.” detalhe a mãe do copiloto, Ana Regina Agostinho, de 44 anos, no pedido do abaixo-assinado virtual.

A esteticista cobra das autoridades mais empenho e detalhes do trabalho de resgate, com hashtags como #achemoaviao e #asbuscasnãopodemparar.

“Cadê o Junior? Ele não é estrangeiro, mas ele tem direito. Não é só as pessoas de fora que tem direito a uma resposta”, disse Ana, que vive esses meses movida pelo desejo de encontrar o filho.

Em uma das postagens compartilhadas nas redes sociais, Ana fala sobre a saudade do filho e esperança.

“Meu filho, desde que você está longe de mim sobrevivo, pois a tristeza tomou conta do meu ser. É um misto de esperança e desespero, de saudade e mais saudade… Ter você tão longe é como ter metade do meu coração arrancado do meu peito. Mas apesar de ser difícil de aguentar, é o nosso amor que me dá forças para continuar à espera do momento em que voltaremos a estar juntos. E nem que fosse uma eternidade, ou mais, eu esperaria por você, pois eu amo você mais do tudo na vida!”, escreveu.

Acidente

bimotor Piper Aircraft havia decolado de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro para Campinas, no interior de São Paulo, por volta das 8h de 24 de novembro de 2021 e retornaria no mesmo dia. Segundo Ana Regina, o avião foi comprado pelo ex-marido dela e já havia sido vendido, mas permanecia no nome de Júnior porque faltavam parcelas a serem quitadas. Estava com a manutenção em dia, mas não tinha autorização para operar como táxi aéreo.

Além de Júnior, estavam na aeronave o piloto Gustavo Carneiro, de 27 anos, e o empresário Sérgio Alves Dias Filho, de 45. Os planos eram de retornar ao Rio às 17h, mas os compromissos atrasaram e eles embarcaram de volta pouco antes das 20h30.

O corpo do piloto Gustavo Carneiro, de 27 anos, foi localizado no dia seguinte ao  acidente por equipes da FAB. Júnior e o empresário seguem desaparecidos.

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Bolsonaro diz que ameaçou transferir médico para tomar cloroquina

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Bolsonaro colocando a máscara
Reprodução: PR

Bolsonaro colocando a máscara

O presidente  Jair Bolsonaro (PL) contou, em entrevista a um canal no YouTube divulgada nesta terça-feira, que ameaçou transferir um médico militar que resistiu a receitar hidroxicloroquina para ele quando estava com Covid-19.

“Eu mesmo quando senti o problema, né, chamei o médico. Falei: ‘Ó, tô com os sintomas’. Estava brocha. Daí ele falou: ‘Tá com todos os sintomas’ — disse para depois completar: ‘Pois é, estava meio brocha. E ele falou para mim: Tá com sintomas, vamos fazer o teste'”, disse em entrevista gravada em 24 de maio.

De acordo com Bolsonaro, em seguida, ele pediu que fosse receitada cloroquina, mas o médico resistiu.


“Falei: ‘Me traz aquele remédio’. ‘Não, não, não’. ‘Médico militar, eu sou capitão’. ‘Não, não, não’. Eu falei: ‘Traz o remédio porque o exame… só vai sair o resultado amanhã, pode ser tarde demais’. ‘Ah, mas protocolos nossos’. Falei: ‘Traz o remédio ou te transfiro para a fronteira agora, democraticamente’. Pronto. Tomei, e no dia seguinte estava bom. Pô, cara, se esperar mais um tempo, já era.”

Em julho de 2020, Bolsonaro anunciou que estava infectado pelo novo coronavírus. Na ocasião, ele informou que tomou hidroxicloroquina, remédio que não tem comprovação científica contra o vírus.

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Fonte: IG Nacional

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