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Bruno Covas vai ganhar largo com seu nome no Rio de Janeiro

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Bruno Covas vai ganhar largo com seu nome no Rio de Janeiro
Reprodução: iG Minas Gerais

Bruno Covas vai ganhar largo com seu nome no Rio de Janeiro

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, que morreu nesta manhã em decorrência de um câncer, será homenageado na cidade do Rio de Janeiro ao ter um largo com seu nome. O local, que passará a se chamar Largo Bruno Covas, fica na Barra da Tijuca, ao final da Rua Mário Covas Junior, nomeada em homenagem ao ex-governador de São Paulo e avô do prefeito paulista.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, assinará um decreto na próxima terça-feira para oficializar a mudança. Ainda que não seja necessária a aprovação da Câmara dos Vereadores, o presidente Casa, Carlo Caiado (DEM), também apoia a ideia e havia informado que apresentaria um projeto nesta semana para dar o nome de Covas a um logradouro carioca.

O deputado federal Otavio Leite (PSDB-RJ), que trabalhou ao lado de Covas na Câmara de Deputados, em Brasília, acredita que essa é uma forma de homenagear o prefeito da capital paulista, principalmente ao nomear um local próximo aonde foi feita a homenagem a seu avô, Mario Covas.

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“Na ocasião que o Bruno veio ao Rio de Janeiro, ele fez questão de vir aqui e conhecer aonde a cidade ofereceu uma homenagem ao avô dele”, disse Leite, que completou: “É uma forma do Rio de Janeiro render uma homenagem a esses dois homens públicos que nos deixam saudades, mas nos deixam exemplos de dedicação ao futuro do nosso país”.

Covas, de 41 anos, estava internado no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista, desde o último dia 2, quando pediu licença da prefeitura. Ele havia sido diagnosticado com câncer na cárdia, uma válvula entre o esôfago e o estômago em outubro de 2019 e vinha lutando contra a doença desde então.

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G7 exige ação da Rússia contra crimes cibernéticos e “atividades malignas”

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 G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos
Reprodução/Flickr

G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos

O G7 , grupo dos sete países mais industrializados do mundo, exigiu neste domingo (13) que a Rússia tome medidas contra os que fazem ataques cibernéticos e usando ransomware a partir do país. O ransomeware é um ataque que restringe o acesso ao sistema infectado com uma espécie de bloqueio e cobra um resgate em criptomoedas para que o acesso possa ser restabelecido.

A reprimenda veio em um comunicado emitido após uma cúpula de três dias entre líderes do G7 no Reino Unido, que também pediu que Moscou “pare com seu comportamento desestabilizante e atividades malignas” e conduza uma investigação sobre o uso de armas químicas em território russo.

O comunicado diz que a Rússia precisa “responsabilizar aqueles que, dentro de suas fronteiras, conduzem ataques ransomeware, abusam de moedas virtuais para lavar dinheiro e outros crimes cibernéticos”. 

A questão está sob os holofotes após um ataque virtual ao Colonial Pipeline, maior tubulação de combustíveis dos Estados Unidos, e outro que interrompeu as operações norte-americanas e australianas do frigorífico JBS. 

A nota do G7 pede ações mais amplas contra ataques cibernéticos. “Pedimos que os estados identifiquem e interrompam redes criminosas de ransomware que operem de dentro de suas fronteiras e responsabilizem essas redes por suas ações”, diz o documento. 


O pedido por investigação sobre uso de armas químicas vem após o crítico do Kremlin Alexei Navalny ser atendido na Alemanha, com médicos alemães informando que foi um envenenamento com um agente nervoso de uso militar. Navalny acusa Putin de ordenar o envenenamento, mas o Kremlin nega as acusações. 

Fonte: IG Mundo

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