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Bruno Covas vai ganhar largo com seu nome no Rio de Janeiro

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Bruno Covas vai ganhar largo com seu nome no Rio de Janeiro
Reprodução: iG Minas Gerais

Bruno Covas vai ganhar largo com seu nome no Rio de Janeiro

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, que morreu nesta manhã em decorrência de um câncer, será homenageado na cidade do Rio de Janeiro ao ter um largo com seu nome. O local, que passará a se chamar Largo Bruno Covas, fica na Barra da Tijuca, ao final da Rua Mário Covas Junior, nomeada em homenagem ao ex-governador de São Paulo e avô do prefeito paulista.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, assinará um decreto na próxima terça-feira para oficializar a mudança. Ainda que não seja necessária a aprovação da Câmara dos Vereadores, o presidente Casa, Carlo Caiado (DEM), também apoia a ideia e havia informado que apresentaria um projeto nesta semana para dar o nome de Covas a um logradouro carioca.

O deputado federal Otavio Leite (PSDB-RJ), que trabalhou ao lado de Covas na Câmara de Deputados, em Brasília, acredita que essa é uma forma de homenagear o prefeito da capital paulista, principalmente ao nomear um local próximo aonde foi feita a homenagem a seu avô, Mario Covas.

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“Na ocasião que o Bruno veio ao Rio de Janeiro, ele fez questão de vir aqui e conhecer aonde a cidade ofereceu uma homenagem ao avô dele”, disse Leite, que completou: “É uma forma do Rio de Janeiro render uma homenagem a esses dois homens públicos que nos deixam saudades, mas nos deixam exemplos de dedicação ao futuro do nosso país”.

Covas, de 41 anos, estava internado no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista, desde o último dia 2, quando pediu licença da prefeitura. Ele havia sido diagnosticado com câncer na cárdia, uma válvula entre o esôfago e o estômago em outubro de 2019 e vinha lutando contra a doença desde então.

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Fachin: ‘Diluir o processo eleitoral está criando um novo tipo de desertor’

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Ministro do STF Edson Fachin
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Ministro do STF Edson Fachin

BRASÍLIA — O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), manifestou preocupação com movimentos que buscam deslegitimar o processo eleitoral brasileiro. As declarações do ministro foram feitas em um evento organizado pela Associação dos Juízes Federais (Ajufe), na noite desta quinta-feira.

— Eleições periódicas não constituem por si só o remédio para a bula democrática, mas são imprescindíveis. E, portanto, diluir o processo eleitoral, diluir o sistema eleitoral está criando um novo tipo de desertor no Brasil, que são os desertores da democracia —, disse Fachin, ao se referir a”recursos discursivos e práticas autoritárias no Brasil do presente”, mas sem citar nomes.

Para o ministro, esse tipo de desertor se acha “acima da Constituição” e “contra Constituição e atuam fora da Constituição. Essa deserção precisa ser apontada e deve merecer a reação de todas as instituições, quer seja dentro do Estado quer estejam na sociedade civil”.

— Eu estou entre aqueles que manifestam uma grande preocupação por aquilo que se avizinha no horizonte. Não é hora de silenciar. Calar agora é cumplicidade. E como magistrado não vou cruzar os braços diante da violência contra a Constituição —, destacou Fachin, que presidirá o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a partir de fevereiro de 2022.

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Nesta quinta-feira, em sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro voltou a afirmar que, sem a adoção do voto impresso nas eleições do ano que vem, o Brasil poderá ter “um problema seríssimo”, uma “convulsão”.

Bolsonaro, que defende o “voto auditável impresso”, também disse mais uma vez, sem provas, que houve fraude nas eleições de 2014, vencida por Dilma Rousseff (PT) sobre Aécio Neves (PSDB), e de 2018, quando o próprio Bolsonaro derrotou Fernando Haddad (PT) no segundo turno.

— Mais que desconfio, eu tenho convicção [de] que realmente tem fraude. As informações que nós tivemos aqui é que, em 2014, o Aécio ganhou as eleições, em 2018, eu ganhei em primeiro turno —, declarou.

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