BRASIL E MUNDO

Bruno Covas recebe alta da UTI, mas continua em observação

Publicados

em


source
Bruno Covas (PSDB)
Reprodução

Bruno Covas (PSDB)

Nesta terça-feira (4), o prefeito de São Paulo,  Bruno Covas (PSDB), recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), para onde foi transferido nesta segunda (3) por complicações no seu quadro de câncer . Agora, o  prefeito licenciado aguarda a liberação de um leito na unidade semi-intensiva do Hospital Sírio-Libanês.

As informações foram divulgadas pela equipe médica que acompanha Covas no tratamento contra a doença, durante coletiva de imprensa no início desta tarde. O prefeito foi extubado ainda ontem depois que o sangramento que teve no estômago foi estancado.

O infectologista David Uip, um dos responsáveis pelo tratamento, disse que que Covas dormiu a noite toda, está disposto e passa bem. Além disso, a equipe médica considera que o sangramento foi um evento pontual já combatido.

“Entendemos o sangramento como evento pontual. Faz parte do acompanhamento de doentes crônicos que tenham eventos pontuais. No caso, foi um sangramento gástrico, mas poderia ter sido uma infecção ou qualquer outra contingência. Como tal, este procedimento foi enfrentado. Foi enfrentado o sangramento, foi estancado o sangramento, o paciente foi para uma unidade de terapia intensiva e acaba de ter alta”, afirmou Uip.

De acordo com a equipe médica, o encaminhamento do prefeito à unidade semi-intensiva é uma medida de praxe para pacientes crônicos que precisaram passar pela UTI. Na semi-intensiva, Covas continuará em observação e será monitorado constantemente pelos aparelhos.

Devido ao avanço no quadro da doença, o prefeito pediu licença no último domingo (2) com previsão para ficar 30 dias fora. Nesse tempo, seu vice, Ricardo Nunes (MDB) assume o comando da cidade .

Comentários Facebook
Propaganda

BRASIL E MUNDO

Polícia não pode julgar quem vive e morre, diz diretora da Anistia Internacional

Publicados

em


source
Jurema Wernek, ativista e diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil
Reprodução

Jurema Wernek, ativista e diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil

A ativista e diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil, Jurema Werneck, falou nesta segunda-feira (17) sobre a operação policial que deixou 29 mortos no bairro do Jacarezinho, no Rio.  Werneck criticou a operação e afirmou que “polícia nenhuma tem autorização para decidir quem vive e quem morre”.

“Se trata de uma chacina porque são muitas pessoas mortas, atacadas, traumatizadas e com sequelas que vão durar a vida toda. O país vai viver com essa marca de que policiais entraram na comunidade, nas casas, no quarto de crianças e mataram brasileiros e brasileiras. Mataram jovens, gente que tem uma vida pela frente”, disse Jurema no Roda Viva , da TV Cultura .

Segundo a ativista, existe uma ‘falência’ da promessa da segurança pública no Brasil, em especial no Rio de Janeiro. Ela diz que as forças de segurança querem “quase uma carta branca” para as suas ações.

“Essas ações que, nos últimos 30 anos, têm sido denunciadas como pouco inteligentes, truculentas e violadoras de direitos humanos (…) existe um profundo desprezo pela vida das pessoas que moram nas favelas, nas periferias, pela vida de pessoas negras”, disse Jurema. 

A ativista reforçou que a truculência das forças de segurança só fazem aumentar os índices de violência no Brasil. Segundo ela, a solução passa pelo respeito aos direitos humanos. “Que inclui saúde, educação, moradia, cultura, trabalho… é pela vida digna.”

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana