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Brotoeja: conheça os sintomas, tratamentos e veja como evitar

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Brotoeja: conheça os sintomas, tratamentos e veja como evitar
Redação EdiCase

Brotoeja: conheça os sintomas, tratamentos e veja como evitar

Esse tipo de dermatite inflamatória causa bolhas avermelhadas na pele

Popularmente conhecida como brotoeja, a miliária (como é chamada pelos médicos) é uma dermatite inflamatória que tem relação com a obstrução das glândulas sudoríparas. Isto é, o suor não chega à superfície da pele e causa irritação.

“Ambientes quentes e úmidos, excesso de roupas de frio e febre alta são alguns dos fatores que contribuem com o aparecimento das lesões, que afetam tronco, pescoço, virilhas, axilas e dobras da pele”, explica a Dra. Patrícia Maluly, médica dermatologista.

Sintomas das brotoejas

Em casos mais leves, a brotoeja aparece como pequenas bolhas de água; bolhas de água e pápulas vermelhas nos estágios intermediários e, em casos mais graves, essas bolhas de água aparecem com pus e têm grande chance de infecção bacteriana secundária, podendo, inclusive, causar febre.

Como evitar brotoejas?

Algumas atitudes simples são bastante efetivas para evitar o desenvolvimento das brotoejas. “Dias quentes e muita roupa são coisas que não combinam e, para evitar as brotoejas, mantenha sempre a pele limpa e seca. No calor, mantenha os lugares arejados e evite atividades que o faça suar muito”, aconselha a Dra. Patrícia Maluly. “Roupas de algodão ou de fibra natural são mais indicadas para evitar o aparecimento das lesões”, completa.

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Brotoeja em bebês e crianças

Essa também é uma inflamação muito comum entre bebês e crianças . Por isso, é indicado estar atento ao calor e umidade a que eles são submetidos. “Não é indicado uso de loções, cremes ou talco sem orientação médica. Como são frágeis, estão mais suscetíveis a encontrar problema na transpiração, onde ocorre o aparecimento das brotoejas”, esclarece a dermatologista. Logo, ao notá-las na pele, o indicado é procurar ajuda médica.

Leia também como proteger sua pele o ano inteiro.

Fonte: IG SAÚDE

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Covid: Vacinas salvaram 20 milhões de vidas em um ano, aponta estudo

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Covid: Vacinas salvaram 20 milhões de vidas em um ano, aponta estudo
LuAnn Hunt/Pixabay

Covid: Vacinas salvaram 20 milhões de vidas em um ano, aponta estudo

As vacinas contra a Covi-19 salvaram quase 20 milhões de vidas durante o primeiro ano de sua existência, segundo estimativas feitas por pesquisadores do Imperial College London. O estudo foi publicado na revista The Lancet Infectious Diseases. Os cientistas consideraram os imunizantes da Pfizer, AstraZeneca e Moderna.

O trabalho calculou os benefícios das vacinas e chegou à conclusão de que os imunizantes salvaram 19,8 milhões de vidas em 185 países nos primeiros 12 meses de uso. Os cientistas estimaram que 12,2 milhões de vidas foram salvas em países ricos e mais 7,5 milhões de vidas foram salvas em países cobertos pela iniciativa Covid-19 Vaccine Access (Covax), projetada para fornecer vacinas a nações mais pobres.

No entanto, os pesquisadores também descobriram que mais 600 mil mortes poderiam ter sido evitadas se a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de vacinar 40% da população em todos os países até o final de 2021 fosse cumprida.A maioria das mortes evitáveis ocorreu no continente africano. Atualmente, apenas 60% da população mundial recebeu as duas doses primárias de uma vacina contra a Covid.

Das vidas salvas, os especialistas estimam que 15,5 milhões delas foram resultado dos imunizantes que protegem contra sintomas graves de Covid. Estima-se que outras 4,3 milhões de mortes foram evitadas indiretamente pelas vacinas de Covid, ajudando a reduzir a transmissão e impedindo a sobrecarga dos sistemas de saúde.

No estudo, os pesquisadores afirmam que a aplicação das vacinas representou uma redução global de 63% no total de mortes (19,8 milhões de 31,4 milhões) durante o primeiro ano de vacinação contra a Covid-19.

O estudo analisou dados sobre taxas de vacinação, mortes por Covid e excesso de registros de óbitos. Especialistas da Universidade Johns Hopkins estimam que 6,3 milhões de pessoas morreram de Covid em todo o mundo. Enquanto isso, cerca de 11,6 bilhões de imunizantes foram entregues.

“A alta proteção em nível individual contra doenças graves e mortalidade devido à Covid-19, bem como o benefício em nível populacional proporcionado pela proteção leve contra a infecção pelo coronavírus (antes do surgimento da variante Ômicron), conferida pela vacinação, alterou fundamentalmente o curso da pandemia de Covid-19”, escreveram os pesquisadores no estudo.

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Fonte: IG SAÚDE

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