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Brasileiros param nas oitavas de Cincinnati e já miram US Open

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As duplas com tenistas brasileiros se despediram nesta terça-feira (25) do torneio de Cincinnati, nos Estados Unidos – apesar do nome, as competições ocorrem em Nova Iorque, devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Na chave masculina, Marcelo Melo e o polonês Lukazs Kubot foram superados pela parceria da casa, formada por Steve Johnson e Austin Krajicek, por 2 sets a 0. Já entre as mulheres, Luisa Stefani e a norte-americana Harley Carter caíram para as australianas Storm Sanders e Ellen Perez por 2 sets 1.

Melo e Kubot voltaram à quadra cerca de 24 horas após baterem o brasileiro Bruno Soares e o croata Mate Pavic. Com baixo aproveitamento do primeiro saque (60%) e três duplas faltas, a dupla foi dominada por Johnson e Krajicek no set inicial, perdendo por 6 a 3. Na segunda parcial, a melhora no aproveitamento da parceria Brasil-Polônia deixou o jogo parelho, mas os norte-americanos mantiveram a regularidade e fecharam em 7/6, com 7/4 no tie-break, em uma hora e 17 minutos de partida.

Mais cedo, Stefani e Carter venderam caro a derrota para Sanders e Perez. O equilíbrio reinou nos dois primeiros sets, com uma vitória para cada lado. As australianas saíram na frente, fazendo 6/3, mesmo contra um aproveitamento de 85% da dupla da brasileira no primeiro saque. Na parcial seguinte, o troco veio com um 6/4, que forçou o terceiro set, disputado em até 10 pontos. A parcial chegou a ficar empatada em 5 a 5, mas, a parceria da Austrália conseguiu abrir três pontos e administrar a vantagem, fazendo 10/7 e concluindo o jogo em uma hora e 14 minutos.

Tanto Marcelo Melo como Luísa Stefani miram, agora, o US Open, também em Nova Iorque. A competição é uma das quatro mais importantes do circuito mundial – os chamados Grand Slams – e começa no próximo dia 31. As chaves de simples serão sorteadas nesta quinta-feira (27), enquanto as de duplas serão conhecidas no próprio dia 31.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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EUA e Reino Unido denunciam Rússia por ciberataques contra Olimpíada

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O Reino Unido e os Estados Unidos condenaram nesta segunda-feira (19) o que chamaram de ciberataques que teriam sido orquestrados por agentes de serviços de espionagem russos, incluindo tentativas de atingir os Jogos Olímpicos de Tóquio.

Autoridades britânicas e norte-americanas afirmaram que os ataques foram conduzidos pela Unidade 74455 da agência de espionagem militar russa GRU, também conhecida como Centro Principal de Tecnologias Especiais. O Departamento de Justiça dos EUA afirmou que seis membros da unidade tiveram papéis importantes nos ataques contra alvos que variaram desde a Organização para a Proibição de Armas Químicas às eleições de 2017 na França. As acusações envolvem quatro anos de atividades entre 2015 e 2019.

As autoridades dos EUA não comentaram se o momento da revelação, há poucas semanas da eleição nos Estados Unidos, foi escolhido para alertar sobre a atividade de grupos de hackers apoiados por governos estrangeiros. Já autoridades britânicas afirmaram que os hackers do GRU também conduziram operações de “ciber reconhecimento” contra os organizadores dos Jogos Olímpicos de Tóquio, que seriam realizados neste ano, mas acabaram sendo adiado para 2021 por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

As autoridades britânicas se recusaram a dar mais detalhes sobre os ataques ou a afirmar se foram bem sucedidos, mas disseram que tinham como alvo os organizadores das Olimpíadas, fornecedores e patrocinadores. O secretário do Exterior do Reino Unido, Dominic Raab, afirmou que as “ações do GRU contra as Olimpíadas são cínicas e imprudentes. Condenamos elas nos termos mais fortes possíveis”.

O vice-diretor da polícia federal dos EUA (FBI) David Bowdich afirmou: “O FBI repetidamente tem alertado que a Rússia é um adversário altamente capaz em ciberataques e a informação revelada neste indiciamento ilustra como as atividades cibernéticas da Rússia são invasivas e destrutivas”.

Em dezembro de 2019, a  Rússia foi banida dos Jogos Olímpicos por quatro anos por causa de acusações de doping de seus atletas.

As autoridades britânicas e norte-americanas afirmaram nesta segunda-feira (19) que os hackers russos se envolveram em outros ataques, como o que comprometeu sistemas de computadores dos Jogos de Inverno em 2018, durante a cerimônia de abertura na Coreia do Sul. Este ataque comprometeu centenas de computadores, derrubou acesso à internet e interrompeu as transmissões de mídia.

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