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Brasil tem taxa de pobreza extrema maior do que no início da década passada

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O caminho 'longo e irregular' até a retomada da economia global após a covid-19, na previsão do FMI
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O caminho ‘longo e irregular’ até a retomada da economia global após a covid-19, na previsão do FMI

O Brasil tem atualmente mais pessoas vivendo em  pobreza extrema do que no início da década passada, em 2011, como mostra uma reportagem da Folha de S.Paulo publicada neste domingo.

De acordo com o levantamento da FGV Social, com dados da Pnad Contínua (Pesquisas Nacionais por Amostra de Domicílios),  12,8% dos brasileiro passaram a viver com menos de R$ 246 ao mês (R$ 8,20 ao dia).

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No começo da década passada, em 2011, eram 12,4% da população vivendo em extrema pobreza . Em 2019, 11% viviam nesta realidade. O número de pessoas extremamente pobres no Brasil é maior do que a população da Austrália.

O auxílio emergencial criou um efeito artificial de queda na taxa de probreza extrema, que fez com que o indíce disparasse no início de 2021 com o fim do programa. Em agosto de 2020, 4,5% dos brasileiros viviam abaixo do nível de probeza. Mais de 55 milhões de pessoas foram beneficiadas com os recursos do governo federal.

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Câmara aprova permanência do Programa de apoio a pequenas empresas; entenda

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Proposta ainda precisa voltar ao Senado
Agência Brasil

Proposta ainda precisa voltar ao Senado

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (5) o texto-base o texto-base do Projeto de Lei 4139/21, do Senado Federal, que torna permanente o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte ( Pronampe ), criado para socorrer o setor durante a pandemia de Covid-19. Como houve alterações no texto original, a matéria retorna ao Senado.

As micro e pequenas empresas beneficiadas pelo programa, quando de sua criação, assumiram o compromisso de preservar o número de funcionários e puderam utilizar os recursos para financiar a atividade empresarial, como investimentos e capital de giro para despesas operacionais.

O PL aprovado na Câmara autoriza a prorrogação das parcelas vencidas e a vencer dos empréstimos concedidos até 31 de dezembro de 2020. Essa prorrogação será por até um ano, prorrogando por igual período o prazo do parcelamento.* Com informações da Agência Câmara

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