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Brasil tem 46,9 mil espécies nativas, aponta projeto multi-institucional

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   Os brasileiros não têm noção da riqueza da flora nativa do Brasil e, até os que se preocupam com o tema ficariam surpresos com a diversidade de plantas que enriquecem todos os nossos biomas. São 46,9 mil espécies nativas. Informações sobre essas preciosidades estão na publicação Flora do Brasil 2020, que acaba de ser lançada pela equipe do projeto Flora do Brasil, coordenado pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro

   No formato on-line, a publicação de 17 páginas é um presente a pesquisadores, técnicos, estudantes e demais interessados na flora do páis. Mais do que isso, é resultado de 12 longos anos de estudos e também significa o cumprimento de uma das metas da Estratégia Global de Conservação de Plantas, vinculada à Conservação sobre Biodiversidade Biológica, da Organização das Nações Unidas (ONU) – da qual o Brasil é signatário. 

   O projeto Flora do Brasil 2020 é um estudo multi-institucional em desenvolvimento desde 2008,  envolvendo vários botânicos e alguns ecólogos brasileiros. É um estudo que fez uma verdadeira revolução no tema, um marco: há mais de cem anos que não ocorria uma atualização sobre a flora brasileira”, comenta o pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília-DF),  Bruno Walter . Ele e a colega Taciana Barbosa Cavalcanti  são membros do Comitê Gestor do projeto e participaram da produção do documento,  disponível aqui.

   Segundo Bruno Valter, do total de 46,9 mil espécies nativas quase 50% são endêmicas – só ocorrem no Brasil. Participam  979 taxonomistas de 224 instituições de 25 países, entre elas a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. 

Fonte: Embrapa

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Embrapa Solos tem nova chefe geral

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A pesquisadora Maria de Lourdes Mendonça Santos Brefin será a nova chefe da Embrapa Solos (Rio de Janeiro-RJ), a partir do dia 1º de junho de 2021. Ela sucederá a também pesquisadora Petula Ponciano, que ocupou o cargo desde outubro de 2019.

Nascida no Maranhão, ingressou na Empresa em 1990 na própria Embrapa Solos. Ao longo de 31 anos, Maria de Lourdes adquiriu vasta experiência na área da pesquisa liderando diversos projetos nacionais e internacionais de pesquisa. Foi chefe-geral da Embrapa Solos, por dois mandatos, no período de 2009 a 2014. Foi supervisora de Inovação Tecnológica, coordenou o Núcleo de Apoio a Projetos (NAP) e fez parte do Comitê Técnico Interno (CTI) e do Comitê Local de Publicação (CLP). 

Maria de Lourdes Mendonça Santos Brefin é graduada em Agronomia pela Universidade Estadual do Maranhão (1986), mestre em Ciências do Solo pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (1990), mestre em Ciências Ambientais pela École Polytechnique Fédérale de Lausanne, na Suíça (1995), e doutora em Ciências, Pedologia e Geomática pela mesma instituição (1999). Possui pós-doutorado em Mapeamento Digital de Solos pela The Sydney University, na Austrália.

Sempre desenvolveu pesquisas na área de Solos em interface com Geomática, especialmente nas áreas de Pedologia Quantitativa e Modelagem Solo-Paisagem por meio de Mapeamento Digital de Solos. Tem atuado fortemente no âmbito internacional, participando e formando redes de pesquisa. É membro da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo e também do Intergovernamental Technical Panel on Soil (ITPS), da Aliança Mundial para o Solo (AMS) da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

“Minha trajetória de vida, formação e experiência como pesquisadora e como líder de PD&I nacionais e internacionais, assim como a ampla experiência em gestão institucional adquirida como chefe-geral do Centro Nacional de Pesquisa em Solos (Embrapa Solos), de 2009 a 2014, aliados à experiência em articulação que venho exercendo ao longo de minha carreira, representando a Embrapa, o Brasil e a América Latina e Caribe, além de minha recente gestão como chefe-geral da Embrapa Cocais, contribuindo para a consolidação dessa nova Unidade, me trouxeram até aqui, de volta à cellula mater, a Embrapa Solos, de cuja história faço parte desde meu ingresso na Embrapa em 1990. Esses desafios múltiplos de gestão e liderança, ajudaram a consolidar minha experiência nestes 31 anos de Embrapa, fazendo-me crer que eu possa mais uma vez contribuir, de forma agregadora e inovadora, para o fortalecimento da Embrapa Solos em seu papel preponderante frente aos desafios científicos globais e aos objetivos estratégicos e metas definidos no VII PDE”, disse Lourdes Mendonça.

Fonte: Embrapa

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