Saúde

Brasil se aproxima de meio milhão de mortes por Covid-19

Publicados

em

A quantidade de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o primeiro caso, em fevereiro de 2020, subiu para 17.702.630. Nas últimas 24 horas, foram registrados pelas autoridades de saúde 74.042 novos diagnósticos positivos da covid-19. O país tem ainda 1.129.143 casos ativos, em acompanhamento.

Já o total de vidas perdidas para a pandemia foi para 496.004. Entre ontem e hoje, secretarias de saúde confirmaram 2.311 novas mortes por covid-19.

Ainda há 3.758 óbitos em investigação. O termo é empregado pelas autoridades de saúde para designar casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta quinta-feira (17). O balanço é produzido a partir das informações sobre casos e mortes recolhidas pelas secretarias estaduais de saúde.

O número de pessoas que foram infectadas mas se recuperaram desde o início da pandemia alcançou 16.077.483. Isso corresponde a 90,8% do total dos infectados pelo vírus.

Os números são em geral mais baixos aos domingos e segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados.

Estados

O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (120.524). Em seguida vêm Rio de Janeiro (53.750), Minas Gerais (43.814), Rio Grande do Sul (30.163) e Paraná (29.199). Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.692), Acre (1.725), Amapá (1.790), Tocantins (3.061) e Alagoas (5.074).

Boletim epidemiológico mostra a evolução dos números da pandemia no Brasil. Boletim epidemiológico mostra a evolução dos números da pandemia no Brasil.

Boletim epidemiológico mostra a evolução dos números da pandemia no Brasil. – Ministério da Saúde

Vacinação

Até o momento, foram enviadas a estados e municípios 114,2 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicadas 78,2 milhões de doses, sendo 56,1 milhões da 1ª dose e 22,1 milhões da 2ª dose.

Fonte: EBC Saúde

Comentários Facebook
Propaganda

Saúde

Saúde cita disparidade ao explicar falta de vacinas contra a Covid-19 a SP

Publicados

em


source
secretário-Executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz
Foto: Reprodução/Ministério da Saúde

secretário-Executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz


Durante coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira (4), o governador  João Doria acusou o Ministério da Saúde de estar boicotando a vacinação no estado de São Paulo. Segundo Doria, o estado recebeu 228 mil doses a menos do que o previsto. Em pronunciamento, a pasta disse que isso aconteceu para diminuir a disparidade na vacinação entre os estados do Brasil.

“Observamos que, com o passar dos meses de imunização, alguns estados acabaram recebendo doses, quer seja por demanda judicial, quer seja para imunizar fronteira, quer seja por alguma situação específica que fez sentido, lá atrás, por conta da situação pandêmica. Mas, agora, o que se pactuou é que vai se avançar de forma equitativa para imunizar toda a população”, disse o secretário executivo da pasta, Rodrigo Cruz.

Rosana Leite complementou dizendo que o que o Ministério busca é equidade. “Todas as unidades da federação devem ter uma equidade nesta vacinação. Não é justo determinado município estar vacinando com uma disparidade muito grande de faixas etárias”, explicou.

Você viu?

Cruz afirmou que, diferente do que foi citado por Doria, não há um percentual fixo de doses a serem distribuídas a cada semana. “Estamos em um período epidemiológico no qual não há nenhum estado ou município que tenha que ser imunizado mais rapidamente”, explicou Leite.

“Uma demanda que recebemos é essa disparidade entre estados que estão vacinando uma faixa etária mais baixa e aqueles que estão vacinando uma faixa etária acima. As oportunidades têm que ser as mesmas. Claro, a eficiência tem que ser de cada um, e isso vai se manter”, completou.

Uma vez que a vacinação de grupos prioritários já aconteceu, agora o Ministério da Saúde envia doses proporcionais às faixas etárias aos estados para tentar diminuir a disparidade.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana