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Brasil registra 1555 mortes em 24h e se aproxima de 11 milhões de infectados

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Número de internação também subiu no Brasil nas últimas horas; avanço da doença preocupa médicos e autoridades
SILVIO AVILA

Número de internação também subiu no Brasil nas últimas horas; avanço da doença preocupa médicos e autoridades

O Brasil registrou 1555 novas mortes em decorrência da Covid-19 nas últimas 24 horas e atingiu a marca de 264.325 óbitos desde o início da pandemia. Os dados foram divulgados no fim da tarde deste sábado (06) pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) .

De acordo com o levantamento das secretarias estaduais, 69.609 diagnósticos confirmados nas últimas horas, aumentando o total de infectados para 10.938.836 milhões.

O estado de São Paulo foi o que registrou o maior número de casos e mortes em um dia. O Conass aponta que foram 13.763 novos casos e 353 mortes registradas. Amapá registrou o menor número de novos casos, com 158 registros, e nenhuma morte confirmada nas últimas 24 horas.

Vacinação

O painel de vacinação contra a Covid-19 do Ministério da Saúde informou que até o momento 9.097.887 doses foram aplicadas. Os dados mostram que pouco mais de 7 milhões receberam apenas a primeira dose, enquanto 2 milhões já estão imunizados.

Segundo o levantamento, São Paulo é o estado que apresenta o maior número de imunizados, com 3.034.009 pessoas vacinadas. O Amapá , tem 26.816 imunuzados, o estado com menor índice de vacinação. 

Neste primeiro momento, apenas profissionais de saúde e idosos fazem parte do programa de imunização. Embora a pressa de estados e municípios para agilizar a vacinação, autoridades reclamam da falta de doses e cobram o ministro Eduardo Pazuello para a aquisição de mais vacinas. 

Fonte: IG SAÚDE

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Governo auxilia estados com kit intubação, diz ministro

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou hoje (15) em entrevista coletiva que a pasta está auxiliando os estados no fornecimento de medicamentos utilizados na intubação de pacientes com covid-19. Ele falou sobre questionamentos à atuação da pasta sobre o tema, como feito pelo governo de São Paulo.  

O titular do ministério argumentou que essa responsabilidade quanto aos insumos para intubação é dos estados, mas que apesar disso, o governo federal vem auxiliando com a requisição administrativa de estoques adicionais de empresas, com a aquisição da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), por meio de pregões eletrônicos e por doações recebidas da iniciativa privada.

Queiroga e os demais representantes do Ministério da Saúde não apresentaram qual a demanda dos estados nem onde há risco de desabastecimento ou qual a duração dos estoques. Os gestores do ministério também não detalharam quanto foi adquirido pela pasta para envio aos estados, apenas registraram que desde o início da pandemia foram disponibilizados 8,6 milhões de medicamentos.

Na coletiva, os representantes do Ministério da Saúde informaram que o Executivo recebeu uma doação de 2,3 milhões de medicamentos de um consórcio de empresários formado por companhias como Petrobrás, Vale e Itaú.

Estes medicamentos seriam suficientes para garantir o suprimento durante 10 dias em alguns casos e em 15 dias em outros casos. Esse montante chega a São Paulo hoje e será distribuído aos outros estados amanhã. O tempo de chegada aos hospitais e unidades de saúde dependerá da logística de cada secretaria estadual de saúde.

Sobre as cobranças do governo de São Paulo de apoio na obtenção dos medicamentos, também chamados de “kit intubação”, Marcelo Queiroga fez críticas à administração paulista.

“Há estados que são maiores que países e que têm condições de captação no mercado internacional. A própria iniciativa privada pode buscar insumos no exterior e trazer. É obrigação de todos nós que somos gestores em uma ação conjunta suprir o mercado nacional. Não é hora de um ficar atirando no outro”, disse o ministro.

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, pontuou que a definição da destinação de insumos (entre eles os medicamentos do kit intubação) é definida de forma pactuada com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

O secretário de Atenção Especializada à Saúde, Sérgio Okane, reconheceu que a situação é grave e que a despeito das iniciativas adotadas há dificuldades de abastecimento diante do cenário da pandemia. “Vivemos um momento crítico pela quantidade de casos que o país está enfrentando”, disse.

Ele elencou como ações as alterações normativas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para agilizar a importação de medicamentos de intubação. Segundo o secretário, a Receita Federal tem atuado para facilitar os trâmites alfandegários com esses produtos.

Desabastecimento

Pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgada na semana passada apontou que 1,2 mil prefeituras entre 3,1 mil cidades ouvidas relataram risco de desabastecimento do kit intubação.

Governo de São Paulo

Em nota, o governo de São Paulo afirma que o Executivo Federal ainda não sinalizou à Secretaria de Saúde do estado a entrega dos medicamentos. Segundo a administração, foram destinados 500 mil medicamentos oriundos da requisição administrativa.

“Esse baixo quantitativo foi liberado entre os dias 15 e 31 de março, após seis meses sem realizar nenhuma entrega ao Estado, e equivale a cinco dias de consumo diante da demanda mensal atualmente registrada na rede de saúde de SP, de 3,5 milhões de sedativos e neurobloqueadores. Essa demanda é de conhecimento do ministério, uma vez que o Estado informa diariamente o status de seu consumo”, coloca a nota.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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