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Brasil não terá horário de verão pelo segundo ano seguido

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Vista aérea de Cuiabá | Foto: Marcos Bergamasco

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Neste ano, assim como no ano passado, o Brasil não terá horário verão, instrumento usado no pais de 2008 até 2018 para economizar o consumo de energia em 10 estados brasileiros entre outubro e fevereiro.

O presidente Jair Bolsonaro encerrou o horário de verão no ano passado, após estudo do Ministério de Minas e Energia apontar que, com o fim dele, o consumidor teria uma economia de R$ 100 milhões.

“Nos últimos anos, com as mudanças no hábito de consumo da população e a intensificação do uso do ar condicionado, o período de maior consumo diário de energia elétrica foi deslocado para o período da tarde, quando o horário de verão não tinha influência. Como a luz traz consigo o calor, o horário de verão também passou a produzir um efeito de aumento de consumo em determinados horários, que já superavam seus benefícios”, explicou o MME na época.

A redução da economia do horário de verão começou a ser questionada em 2017, quando foi registrada queda de consumo da ordem de 2.185 megawatts, equivalente a cerca de R$ 145 milhões. Em 2013, a economia com o horário de verão havia sido de R$ 405 milhões, caindo para R$ 159,5 milhões em 2016, uma queda de 60%.

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Médico diz que enfermeiros precisam de “xerecard” para ter sucesso; assista

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Médico Kayke Paiva
Reprodução / Instagram

Médico Kayke Paiva sugeriu que enfermeiros usassem “xerecard” para ganhar mais dinheiro que a profissão

O médico maranhense Kayke Paiva viralizou na internet após dizer que “ou tu faz enfermagem, ou usa o ‘xerecard”, ou então tu faz medicina”. As declarações foram feitas na conta pessoal do Instagram nesta segunda-feira (26).

“Medicina (é) que dá dinheiro. O resto é resto (…). A enfermagem só existe porque a medicina existe”, afirmou. O médico recebeu diversas críticas nas redes sociais após uma página sobre enfermeiros recortar e republicar o vídeo.

Ao portal Uol, Kayke disse que é “uma pessoa que brinca muito sobre a coisa de ser pobre”.

“Quando mencionei o termo ‘xerecard’ quis dizer que talvez vender o corpo seja uma boa ideia para ganhar dinheiro, já que a enfermagem está tão desvalorizada”.

Pessoas que se sentiram ofendidas com o médico foram se queixar via mensagens, e Kayke chegou a insultá-los. Em uma das conversas, Paiva ameaça “encher a cara de murro” da pessoa que entrou em contato.

Em outra mensagem, ele diz que “vai para o Sírio Libanês” e deseja que a pessoa morra “pobre e diabética dependendo do SUS sem dinheiro nem para o caixão”.

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) vai solicitar ao Conselho Regional de Medicina a abertura de um processo disciplinar contra Kayke Paiva. 

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