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Bombeiros socorrem homem com cadeado preso no dedo há oito dias; veja

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Homem fica com cadeado preso no dedo
Divulgação/CBMDF

Homem fica com cadeado preso no dedo

O Corpo de Bombeiros  Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi chamado na noite de sábado (13) para retirar um cadeado preso ao dedo de um morador do Distrito Federal. As informações são do Metrópoles.

O objeto estava preso ao dedo de José Sousa Marques, que vive em situação de rua, há oito dias. De acordo com o que ele relatou aos bombeiros, alguém prendeu o cadeado em seu dedo enquanto ele dormia.

Depois de avaliar a situação, a equipe de bombeiros levou josé até o Hospital de Base do Distrito Federal. Com a dificuldade de retirar o cadeado, o dedo de José poderia ter que ser amputado, mas um dos bombeiros teve a ideia de chamar um chaveiro .

Eles então, chamaram alguns profissionais, e dois chaveiros foram até o hospital. Após alguns minutos, o cadeado foi aberto e o dedo de José não preciso de nenhum procedimento cirúrgico.

Os bombeiros haviam combinado de dividirem os custos com os chaveiros, mas os dois profissionais fizeram questão de não cobrar pelo serviço.

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Família de novo ministro teria tentado expulsar indígenas de terra em SP

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O novo ministro do Meio Ambiente e o presidente Jair Bolsonaro
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O novo ministro do Meio Ambiente e o presidente Jair Bolsonaro

O novo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite , integra uma tradicional família de fazendeiros de café que disputa uma porção da Terra Indígena Jaraguá, em São Paulo. As informações são da BBC Brasil.

Um documento da Funai (Fundação Nacional do Índio) diz que capatazes da família do ministro chegaram a destruir a casa de uma família indígena ao tentar expulsá-la do território.

A terra tem 532 hectares e fica nos municípios de São Paulo e Osasco. Nela moram indígenas dos povos Guarani Mbya e Ñandeva, segundo a Comissão Pró-Índio de São Paulo.

Segundo relatório de identificação da terra indígena, o pai do novo ministro, Joaquim Álvaro Pereira Leite Neto, teria, em 1986 exigido a Funai “retirasse os marcos físicos do processo demarcatório da área indígena Jaraguá, alegando ser o proprietário da área, acusando agressivamente a Funai de estar praticando um crime”.

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“Tal agressividade, no entanto, extrapolou para além das missivas, e passaram então esses cidadãos a fazer ameaças aos índios, a intimidá-los com capatazes, e mesmo destruindo uma de suas casas”, segue o relatório.

Como a Funai não paralisou a demarcação, os indígenas teriam passado a sofrer ameaças da família.

No entanto, o Ministério Público Federal teria acionado a Polícia Federal, que interveio e evitou a expulsão.

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