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Bomba da 1ª Guerra Mundial explode na Ucrânia, mata dois e deixa noiva ferida

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Lidiia Makarchuk, de 31 anos, ao lado do marido Norbert Varga, de 43 anos
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Lidiia Makarchuk, de 31 anos, ao lado do marido Norbert Varga, de 43 anos

Uma bomba da Primeira Guerra Mundial explodiu durante um evento em uma floresta da Ucrânia e atingiu uma Liddia Makarchuk, de 31 anos, e seu irmão, Myroslav, de 29 anos, que não resistiu e foi a óbito. As informações são do The Sun.

A publicação diz que a bomba foi ativada após o grupo caminhar nas montanhas do parque dos Cárpatos, próximo da Hungria. O marido Norbert Varga, de 43 anos, estava em sua tenda no momento da explosão.

“Enquanto eu estava guardando o meu equipamento, o som de uma explosão e gritos quebraram o silêncio. Corri para a fogueira o mais rápido que pude, gritando o nome de Lidiia”, disse Varga.

A noiva foi ferida no olho esquerdo, no rosto, nas pernas e nas mãos. Ela contou que conseguiu ouvir o seu irmão agonizando.

“Meu único arrependimento é não ter chamado ele para dizer que o amava”, conta.

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Outro membro do grupo também faleceu antes da chegada do resgate. Norbert disse que tentou realizar os primeiros socorros, mas não teve sucesso.

“Ele lutou pela vida por duas horas. Filmes de guerra são a coisa mais próxima do que vivi naquela noite, jamais esquecerei”, relatou.

Lidiia consegue caminhar, embora ainda esteja se tratamento em um hospital. Ela deverá fazer tratamento ocular no final do mês na Hungria e, depois, retornar ao Reino Unido, onde mora desde 2017.

A família da noiva criou uma vaquinha para arrecadar fundos para pagar o tratamento. Até o momento, cerca de 27 mil euros (o equivalente a R$ 174,3 mil, na cotação atual) foram arrecadados.

Fonte: IG Mundo

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No Dia Mundial de Combate à Aids, papa pede solidariedade a vítimas

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 O papa Francisco pediu nesta quarta-feira (1º) mais solidariedade com aqueles que sofrem com o vírus HIV, para garantir os cuidados dos que vivem nos lugares mais pobres do mundo.

Em sua audiência geral, Francisco disse que o Dia Mundial de Combate à Aids é uma ocasião importante para lembrar das pessoas afetadas pelo vírus. Em algumas áreas do mundo não existe acesso a cuidados essenciais, disse ele.

A UNAids, programa de combate ao HIV e à aids, da Organização das Nações Unidas (ONU) sediado em Genebra, afirmou na segunda-feira que a pandemia de covid-19 está minando a reação à aids em muitos locais, e que os serviços para pessoas que usam remédios contra HIV sofreram transtornos em 65% dos 130 países pesquisados.

“Espero que possa haver um compromisso renovado de solidariedade para garantir cuidados de saúde eficientes e igualitários (para aqueles com HIV-Aids)”, disse o papa.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 37,7 milhões de pessoas conviviam com o HIV no final de 2020, mais de dois terços delas na África.

No mês passado, Francisco escreveu uma carta a Michael O’Loughlin, jornalista norte-americano que escreveu um livro sobre o trabalho de católicos que ajudaram vítimas da aids no início da crise surgida nos anos 80.

“Obrigado por iluminar as vidas e dar testemunho dos muitos padres, mulheres religiosas e leigos que escolhem acompanhar, apoiar e ajudar seus irmãos e irmãs sofrendo de HIV e aids, com grande risco para sua profissão e reputação”, escreveu o papa na carta.

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