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Bolsonaro quer explorar potássio em terras indígenas após crise russa

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Jair Bolsonaro e Vladimir Putin, presidentes do Brasil e da Rússia
Alan Santos/ PR

Jair Bolsonaro e Vladimir Putin, presidentes do Brasil e da Rússia

O presidente Jair Bolsonaro usou a invasão da Ucrânia pela Rússia para defender um projeto de lei enviado pelo governo ao Congresso Nacional em 2020 liberando a exploração econômica em terras indígenas. A proposta, que ainda não foi analisada pelo Parlamento, permite, entre outras coisas, a mineração, a exploração de gás e petróleo e a construção de hidrelétricas.

O Brasil é depende da Rússia para comprar os fertilizantes usados no agronegócio. Parte deles usa o potássio. A guerra e as sanções econômicas impostas à Rússia por Estados Unidos e aliados, porém, podem afetar o fornecimento.

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Nas redes sociais, Bolsonaro ligou o potássio à segurança alimentar do Brasil e lembrou que, em fevereiro de 2016, quando era deputado, discursou sobre a dependência do Brasil em relação à Rússia. Na época, destacou a existência de jazidas do produto em terras indígenas. Em 2020, já como presidente da República, ele enviou um projeto de lei que “permite a exploração de recursos minerais, hídricos e orgânicos em terras indígenas”.

“Com a guerra Rússia/Ucrânia, hoje corremos o risco da falta do potássio ou aumento do seu preço. Nossa segurança alimentar e agronegócio (Economia) exigem de nós, Executivo e Legislativo, medidas que nos permitam a não dependência externa de algo que temos em abundância”, escreveu Bolsonaro.

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Preço do diesel e gasolina sobem nas bombas e batem recorde, diz ANP

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Diesel ultrapassou a gasolina em preço médio pela primeira vez, diz ANP
MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

Diesel ultrapassou a gasolina em preço médio pela primeira vez, diz ANP

O diesel subiu pela terceira semana seguida nos postos, diz a pesquisa de preços da Agência Nacional de Petróleo (ANP). Na bomba, a gasolina também voltou a crescer para os consumidores após recuo na última semana.

Segundo a ANP, o preço médio do diesel passou de R$ 6,906 para R$ 7,568. É o maior preço médio já verificado na pesquisa do órgão regulador. É uma alta de 9,58% nessa semana.

O mesmo patamar recorde foi verificado na gasolina, que avançou de R$ 7,23 para R$ 7,390, um aumento de 2,18%.

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O avanço dos preços nos postos reflete o aumento anunciado pela Petrobras há uma semana. Desde o último sábado, a gasolina subiu nas refinarias de R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro, um aumento de 5,18%. Com o diesel, o preço por litro aumentou de R$ 4,91 para R$ 5,61, o que equivale a um reajuste 14,25%.

Mas, apesar do reajuste feito pela Petrobras, os preços dos combustíveis seguem defasados no Brasil, segundo a Abicom, que reúne os importadores. A diferença é de 8% (R$ 0,34 por litro) no caso da gasolina e de 10% no diesel (de R$ 0,61 por litro).

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