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Bolsonaro pode se filiar a partido fundado por Levy Fidelix e que abriga Mourão

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 Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pode se juntar a Hamilton Mourão no PRTB
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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pode se juntar a Hamilton Mourão no PRTB

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido)  irá receber no Palácio da Alvorada no final desta tarde representantes do PRTB , partido do vice Hamilton Mourão, para discutir uma possível filiação.

A reunião foi confirmada ao GLOBO por interlocutores do partido. Bolsonaro, que está sem legenda desde 2019, afirmou que pretende definir seu futuro partidário até o fim deste mês.

O criador e presidente do PRTB, Levy Fidelix , morreu na última sexta-feira (23) após passar 53 dias hospitalizado . A causa da morte não foi informada. Bolsonaro expressou pêsames para a família e pediu que “as boas lembranças de Levy Fidelix permaneçam presente entre nós”.

Segundo interlocutores do partido, o presidente receberá a viúva do político, Aldinéa Fidelix, vice-presidente. Também estarão presentes no encontro os filhos Levy Fidelix Filho, o Levizinho, Lívia Fidelix e Karina Sinni. Com isso, o PRTB entra na lista de legendas que estão sendo cotadas para receber Bolsonaro e aliados.

Após a morte do patriarca, a família chegou a Brasília para resolver questões do partido e recebeu o convite de Bolsonaro, que procura uma legenda para disputar a reeleição em 2022 .

A interlocutores, familiares dizem que veem no gesto do presidente uma deferência a Fidelix, que, na última hora, abriu mão da candidatura em 2018, para abrigar Mourão como vice na chapa de Bolsonaro. Eles, no entanto, não descartam uma negociação.

Na segunda-feira (26), Mourão disse em entrevista ao “Valor Econômico” que “a princípio” deve continuar no PRTB, mas que vai esperar para ver como será a reestruturação da legenda após a morte de Fidelix. Ele admitiu que Bolsonaro deve procurar outro vice e disse que pode ser candidato ao Senado.

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Após conversas sobre uma possível volta ao PSL não avançarem, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) afirmou ao GLOBO na semana passada que “a tendência” é que seu pai filie a um “partido menor”. Flávio citou como opções o Patriota, o DC (antigo PSDC) e até mesmo Partido da Mulher Brasileira (PMB), que no último sábado mudou de nome para Brasil 35.

Com o fracasso do Aliança pelo Brasil, partido que seria fundado por bolsonaristas, o presidente também conversou com PTB e Patriota, cujos dirigentes consideram remotas a chance da filiação do chefe do Executivo. Bolsonaro deixa claro que quer ter o controle da futura sigla.

A atual executiva do PRTB tem mandato até 2024. O partido foi fundado por Fidelix nos anos 90, que a tornou uma legenda familiar. Fidelix concorreu duas vezes à Presidência da República, três vezes a deputado federal, duas vezes ao cargo de governador e outras três vezes a prefeito de São Paulo. Ele nunca se elegeu.

Na última disputa eleitoral, Fidelix concorreu a prefeitura de São Paulo em 2020. Terminou a disputa no 11º lugar, com 11.960 dos votos (0,22% do total).

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POLÍTICA NACIONAL

Na gestão Bolsonaro, orçamento ‘paralelo’ é maior que nos governos Temer e Dilma

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Emendas de congressistas dão salta na gestão Bolsonaro
Matheus Barros

Emendas de congressistas dão salta na gestão Bolsonaro

A média do orçamento de emendas anuais de relator aprovadas pelo Congresso teve um aumento considerável na gestão de Jair Bolsonaro (sem partido). O salto é quatro vezes maior que no governo de Michel Temer e cinco vezes maior que durante o mandato de Dilma Rousseff (PT). As informações foram levantadas pelo portal UOL .

O episódio conhecido como “Orçamento Paralelo” se trata de trocas orçamentárias entre parlamentares e ministérios, que não constam nos portais de transparência do governo. Além disso, foi apelidado de “tratoraço”, já que houve compra excessiva de máquinas agrícolas. 

Em resposta ao UOL , um levantamento da Consultoria de Orçamento da Câmara mostra que os congressistas propuseram R$ 20,7 bilhões em emendas na atual gestão. As cifras são menores nos governos Temer (R$ 4,8 bilhões) e Dilma (R$ 3,8 bilhões), em média, por ano. 


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