BRASIL E MUNDO

Bolsonaro manifesta solidariedade às vítimas de explosão no Líbano

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O presidente Jair Bolsonaro lamentou hoje (4) a explosão que aconteceu nesta terça-feira em Beirute e deixou mais de 70 mortos e mais 2.700 feridos.  Em sua conta pessoal no Twitter, Bolsonaro disse estar profundamente triste com as cenas.

“O Brasil abriga a maior comunidade de libaneses do mundo e, deste modo, sentimos essa tragédia como se fosse em nosso território. Manifesto minha solidariedade às famílias das vítimas fatais e aos feridos”, escreveu o presidente da rede social.

Nesta terça-feira, uma grande explosão no porto da capital libanesa matou mais de 70 pessoas e deixou mais de 2.750 feridos, além de provocar ondas de choque que estilhaçaram janelas, danificaram edifícios e estremeceram o chão de Beirute.

A expectativa das autoridades locais é que o número de mortos aumente ao longo da noite desta terça-feira, à medida em que as equipes de emergência escavem os destroços para resgatar os corpos. 

Smoke rises from the site of an explosion in BeirutSmoke rises from the site of an explosion in Beirut

Expectativa das autoridades locais é que o número de mortos aumente ao longo da noite – REUTERS/ISSAM ABDALLAH/Direitos reservados

A explosão ocorreu por volta das 18h no horário local. Feridos chegaram a ser levados para hospitais fora de Beirute.

Alguns moradores, que estavam vivas durante os bombardeios que ocorreram na guerra civil do país, entre 1975 e 1990, acharam que se tratava de um terremoto.

O ministro do Interior do Líbano disse ao canal de televisão Al Jadeed que nitrato de amônio era armazenado no porto desde 2014.

Israel, que já travou diversas guerras contra o Líbano, negou qualquer tipo de envolvimento e ofereceu ajuda.

Edição: Fábio Massalli

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BRASIL E MUNDO

Lançado programa Mineração e Desenvolvimento que vai estimular retomada do País

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O Governo Federal lançou, nesta segunda-feira (28), o Programa Mineração e Desenvolvimento (PMD). O objetivo é atrair novos investimentos e promover o crescimento e desenvolvimento sustentável da mineração no país.

A iniciativa, que vem sendo construída desde o ano passado com representantes do setor, contempla mais de cem metas em dez áreas de concentração da mineração para o período de 2020 a 2023.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que participou da cerimônia de lançamento do programa, acompanhado do Presidente Jair Bolsonaro, disse que o Brasil é uma potência mineral, e que a mineração pode ser o grande vetor da retomada da economia do País. “A mineração é uma das grandes forças da economia brasileira, importante vetor do progresso e sinônimo do seu desenvolvimento para a promoção do bem-estar de todos”, disse.

Segundo o ministro, a utilização dos bens minerais é essencial para a manutenção do estilo de vida que a sociedade moderna adotou, com a infinidade de bens, produtos, equipamentos e recursos tecnológicos. “A mineração é, portanto, mais do que essencial. É imprescindível para o país e para o mundo”.

Programa

O Programa Mineração e Desenvolvimento trata, por exemplo, de questões relacionadas à economia mineral; à sustentabilidade; ao aproveitamento mineral em novas áreas; e a novos investimentos, tecnologias e financiamentos para o setor. Também prioriza a governança, a gestão e a eficiência do setor; e propõe metas ao enfrentamento à prática da mineração ilícita.

Dentre as metas previstas, estão:

– Obter e dispor de dados oficiais sobre a mineração em todas as fases da atividade mineral;
– Propor melhorias ao setor mineral brasileiro a partir de experiências internacionais exitosas;
– Promover o desenvolvimento socioeconômico local e regional, com responsabilidade ambiental;
– Estimular a implantação de minas com tecnologias de baixo impacto ambiental e alto ganho social;
– Estimular a pesquisa geológica de bens minerais considerados prioritários para o país e contribuir para o aumento da oferta hídrica no semiárido do Nordeste;
– Regulamentar a possibilidade de mineração em terra indígena e faixas de fronteira e agilizar as outorgas de títulos minerários;
– Adotar medidas para a atração de investimentos públicos e privados, nacionais e internacionais;
– Incentivar a inserção tecnológica nas pequenas e médias empresas de mineração;
– Minimizar a dependência de minerais importados e buscar soluções para os entraves nas atividades do setor minerário;
– Reestruturar e modernizar a Agência Nacional de Mineração (ANM);
– Reduzir a quantidade de processos minerários pendentes de decisão administrativa;
– Aperfeiçoar os mecanismos de fiscalização e controle;
– Divulgar a mineração como atividade essencial para a sociedade e a sua importância para o país; e
– Aprofundar a interação da sociedade com o setor mineral.
Para acessar o documento com as principais informações sobre o Programa Mineração e Desenvolvimento, basta clicar aqui

Setor de mineração brasileiro

O ministro de Minas e Energia lembrou que, em julho, o Brasil extraiu 88 tipos de minérios do subsolo brasileiro, o que, segundo Bento Albuquerque, demonstra a riqueza mineral ampla e diversificada que o país possui.

“Minerais que no Brasil contribuem com cerca de 2,5% do PIB, geram mais de R$ 50 bilhões em tributos e royalties ao ano, cerca de três milhões de empregos diretos e indiretos e quem têm importantíssimo peso na nossa pauta de exportações. E, nisso, contribui de modo expressivo para o saldo positivo de nossa balança comercial”, acrescentou.

De acordo com o ministro, somente o minério de ferro, nos últimos oito meses, ocupou o segundo lugar no ranking das exportações totais do país, com US$ 14,2 bilhões. E lembrou que o Instituto Brasileiro de Mineração estima que os investimentos em novos projetos no setor atingirão US$ 37 bilhões até 2024. “Cerca de US$ 9 bilhões a US$ 10 bilhões por ano. Um setor, portanto, que tem grandes potencialidades de crescimento”, disse o ministro.

Bento Albuquerque afirmou ainda que o Programa Mineração e Desenvolvimento, além de refletir melhores resultados para a economia do País, com mais riquezas e empregos, vai colocar o Brasil em posição de vanguarda. “Algumas questões tratadas no programa, refletem o necessário avanço para termos um novo cenário da atividade da mineração e nos colocarmos em posição de vanguarda, não apenas como produtores de insumos minerais, mas também como detentores de uma cultura inovadora para o setor”, concluiu.

Fonte: Brasil.gov

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