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Bolsonaro diz que novo presidente vai “arrumar” a Petrobras

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Bolsonaro volta a defender troca no comando da Petrobras
Reprodução: iG Minas Gerais

Bolsonaro volta a defender troca no comando da Petrobras

Nesta terça-feira (23), em conversa com apoiadores, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a defender a troca no comando da Petrobras . Segundo ele, tem ” muita coisa errada ” na companhia, e o general Joaquim Silva e Luna viria para “dar uma arrumada”.

Bolsonaro também alegou que não interferiu na política da empresa, mesmo tendo trocado o comando da estatal por alegar que o política de preços sob Roberto Castello Branco, atual presidente, não está em linha com os preços internacionais.

“O que eu interferi na Petrobras? O que eu falei para baixar o preço? Nada, zero. O que essa imprensa está fazendo?”, disse o presidente. 

Além disso, o presidente afirmou que a empresa tende a melhorar sob a direção de Silva e Luna e acusou a imprensa de pessimismo. “Vocês vão ver a Petrobras como vai melhorar. Assim como se tiver que fazer qualquer mudança nós faremos. Não vem a imprensinha, a imprensa de sempre, não sei o quê. Não vai dar certo”, disse Bolsonaro.

A declaração vem na esteira de uma perda de mais de 20% de valor de mercado sofrida pela companhia. O mercado, temerário com a interferência doPlanalto, reagiu negativamente, rebaixando o risco-país, a alta do dólar e a maior queda da bolsa desde abril de 2020. 

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Bolsonaro aproveitou também para elogiar o atual presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e disse estar em conformidade com o Legislativo para aprovar pautas que trazem mais “liberdade” para os prefeitos. 

“Tem muita lei do passado que realmente é para combater a corrupção, mas engessa o prefeito. E muitos respondem por 20 anos por improbidade administrativa. Mas alguma coisa vai ser mudada”, assegurou. “Tenho conversado com Arthur Lira para a gente mudar alguma coisa para dar liberdade ao prefeito também”, disse o presidente. 

Ontem (22), também em declaração na porta do Palácio do Alvorada, Bolsonaro criticou o regime de trabalho de Castello Branco , e também o desempenho da estatal. 

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Indústria brasileira cresce 0,4% de dezembro para janeiro

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A produção industrial brasileira começou 2021 com um resultado positivo. Cresceu 0,4% na passagem de dezembro para janeiro, segundo a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada hoje (5), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A indústria também cresceu 0,8% na média móvel trimestral e 2% na comparação com janeiro do ano passado. No acumulado de 12 meses, no entanto, a produção teve queda de 4,3%.

De maio de 2020 a janeiro de 2021, a produção acumulou crescimento de 42,3% e eliminou a perda de 27,1% registrada em março e abril, início do isolamento social devido à pandemia de covid-19. O setor ainda está em um patamar 12,9% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.

Na passagem de dezembro para janeiro, 11 das 26 atividades pesquisadas tiveram alta, com destaque para os alimentos, que cresceram 3,1%. Outros segmentos que tiveram taxas de crescimento importantes foram indústrias extrativas (1,5%), produtos diversos (14,9%), celulose, papel e produtos de papel (4,4%), veículos automotores, reboques e carrocerias (1,0%) e móveis (3,6%).

Estabilidade

Os artigos de vestuário e acessórios mantiveram-se estáveis, enquanto 14 atividades tiveram queda, sendo as maiores delas observadas na metalurgia (-13,9%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-10,6%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,4%), outros equipamentos de transporte (-16,0%), máquinas e equipamentos (-2,3%), produtos do fumo (-11,3%), manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-4,9%) e produtos têxteis (-2,5%).

Das quatro grandes categorias econômicas, duas tiveram alta na passagem de dezembro para janeiro: bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usadas no setor produtivo (4,5%) e os bens de consumo semi e não duráveis (2%).

Os bens intermediários, ou seja, os insumos industrializados usados no setor produtivo recuaram 1,3%, já os bens de consumo duráveis caíram 0,7%.

Edição: Kleber Sampaio

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