BRASIL E MUNDO

Bolsonaro desfila a cavalo em protesto contra STF e CPI da Covid; assista

Publicados

em


source
Bolsonaro desfila a cavalo em protesto contra STF e CPI da Covid; assista
Reprodução

Bolsonaro desfila a cavalo em protesto contra STF e CPI da Covid; assista

O presidente Jair Bolsonaro desfilou montado num cavalo no meio de uma manifestação de ruralistas que está sendo realizada na Esplanada dos Ministérios, neste domingo. Pouco antes, o presidente sobrevoou de helicóptero o protesto. Os manifestantes apoiam o voto impresso e criticam tanto o Supremo Tribunal Federal (STF) quanto a CPI da Covid.

Antes da chegada de Bolsonaro, dois helicópteros da Presidência sobrevoaram a manifestação, por volta das 15h, para observação. Depois de darem duas voltas, as aeronaves retornaram para o Palácio da Alvorada. Pela manhã, o presidente avisou que estaria “com o povo” na Esplanada.

Dois atos diferentes estavam marcados para este domingo: um de religiosos, pela manhã, e outro de produtores agropecuários, de tarde. Na prática, no entanto, houve uma mistura entre os dois grupos.

O STF é um dos principais alvos dos manifestantes, seja em cartazes ou em gritos nos carros de som. Uma faixa, por exemplo, diz que os ministros da Corte estão “demitidos”. Outra pede uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o tribunal. Diversos apoiadores também repetem a frase “eu autorizo”, expressão que tem sido utilizada entre simpatizantes do governo.

Veja o vídeo:


Comentários Facebook
Propaganda

BRASIL E MUNDO

Fachin: ‘Diluir o processo eleitoral está criando um novo tipo de desertor’

Publicados

em


source
Ministro do STF Edson Fachin
undefined

Ministro do STF Edson Fachin

BRASÍLIA — O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), manifestou preocupação com movimentos que buscam deslegitimar o processo eleitoral brasileiro. As declarações do ministro foram feitas em um evento organizado pela Associação dos Juízes Federais (Ajufe), na noite desta quinta-feira.

— Eleições periódicas não constituem por si só o remédio para a bula democrática, mas são imprescindíveis. E, portanto, diluir o processo eleitoral, diluir o sistema eleitoral está criando um novo tipo de desertor no Brasil, que são os desertores da democracia —, disse Fachin, ao se referir a”recursos discursivos e práticas autoritárias no Brasil do presente”, mas sem citar nomes.

Para o ministro, esse tipo de desertor se acha “acima da Constituição” e “contra Constituição e atuam fora da Constituição. Essa deserção precisa ser apontada e deve merecer a reação de todas as instituições, quer seja dentro do Estado quer estejam na sociedade civil”.

— Eu estou entre aqueles que manifestam uma grande preocupação por aquilo que se avizinha no horizonte. Não é hora de silenciar. Calar agora é cumplicidade. E como magistrado não vou cruzar os braços diante da violência contra a Constituição —, destacou Fachin, que presidirá o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a partir de fevereiro de 2022.

Você viu?

Nesta quinta-feira, em sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro voltou a afirmar que, sem a adoção do voto impresso nas eleições do ano que vem, o Brasil poderá ter “um problema seríssimo”, uma “convulsão”.

Bolsonaro, que defende o “voto auditável impresso”, também disse mais uma vez, sem provas, que houve fraude nas eleições de 2014, vencida por Dilma Rousseff (PT) sobre Aécio Neves (PSDB), e de 2018, quando o próprio Bolsonaro derrotou Fernando Haddad (PT) no segundo turno.

— Mais que desconfio, eu tenho convicção [de] que realmente tem fraude. As informações que nós tivemos aqui é que, em 2014, o Aécio ganhou as eleições, em 2018, eu ganhei em primeiro turno —, declarou.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana