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Bolsonaro antecipa 13º do INSS: veja como gastar o dinheiro de forma inteligente

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13º do INSS foi antecipado na noite de ontem (4)
Estefan Radovicz

13º do INSS foi antecipado na noite de ontem (4)

O 13º salário do Instituto Nacional do Seguro Social ( INSSfoi antecipado na noite de ontem (4) em decreto redigido pelo presidente Jair Bolsonaro , e confirmado no Diário Oficial da União de hoje (5). Os aposentados e pensionistas poderão sacar o dinheiro nos meses de maio e junho . Segundo o ministério da Economia, a medida promete injetar R$ 52,7 bilhões na economia. 

De acordo com a Secretaria-Geral, a primeira parcelá será paga ainda este mês , e a segunda no mês que vem. O calendário de pagamentos seguirá o número final do benefício, sem considerar o dígito que fica após o traço.

A medida não terá impacto no teto de gastos, já que eram recursos previstos no Orçamento de 2021.

Em nota, a Presidência informou que a “grande maioria” dos recebedores da Previdência Social é formada por “pessoas idosas, doentes ou inválidas, portanto integrantes dos grupos mais vulneráveis ao coronavírus, que terão, por meio da medida, maior segurança financeira neste momento”.

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“Segundo o Ministério da Economia, a medida tem por objetivo incrementar a renda dos beneficiários que fazem jus ao abono, injetando R$ 52,7 bilhões na economia do país e favorecendo o processo de recuperação econômica após o impacto da pandemia”, acrescentou o Palácio do Planalto.

Utilizar o dinheiro de forma consciente 

Para os beneficiários, no entanto, é importante utilizar o benefício de forma consciente, visto que os efeitos econômicos da pandemia de Covid-19 perdurarão por mais algum tempo. 

“Dinheiro extra, no geral, não deve ser utilizado para quitar dívidas, nesse momento essa ideia deve ser reforçada, também é importante que não utilize esse dinheiro para fazer compras de supérfluos, mas sim ser planejado o uso poupado, destinando-o para atravessar esse período difícil que passaremos”, avalia o presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (ABEFIN), Reinaldo Domingos.

Para todos nesse momento a principal recomendação é que é preciso tempo para pensar nas necessidades básicas e em relação às despesas, viver numa operação de guerra. Pensando nisso, Domingos orientou em relação a algumas ações que podem ser tomadas:

  • É fundamental nesse momento reunir a família, abrir a realidade e pensar em ações conjuntas de redução;
  • Este é o momento de focar na alimentação básica sem luxos é supérfluo, opte pelos produtos básicos, com custos menores e esqueça marcas e outras questões que possam elevar o preço;
  • Caso tenha, é fundamental proteger a reserva financeira, é preciso ter dinheiro, ele vale muito mais meses momentos;
  • Avalie a possibilidade de postergar o pagamento de energia, água e gás, em muitos casos esses não serão cortados em função da crise;
  • Busque suspender pacotes TVs a cabo e reduzir também os pacotes de telefone e Internet é fundamental buscar por redução sem corte, mas lembrando que ode precisar de ferramentas para trabalho ou procura;
  • Não comprar roupas e acessórios qualquer nesse momento, valorize o que já se tem;
  •  Buscar por atividades que não envolvam custos, ao estar em casa pode buscar principalmente a capacitação;
  • Nada de compras coisas que não sejam essenciais;
  • Em casos de dívidas, analisar individualmente e, se possível, suspender o pagamento ou renegociar as prestações, nada de gastar o pouco de reserva financeira que possa ter;
  • Exercite o desapego, busque por produtos em casa que possa ser vendido e arrecadar algum dinheiro, mesmo que seja valor baixo, use ambientes de venda online;
  • Se tiver cartão de crédito e faturas que não tenha como saldar ou que vão comprometer seu caixa e sua reserva, o melhor a fazer é ligar para o credor e dizer “devo, mas não posso pagar agora”;
  • Caso necessite fazer empréstimos, evite a quaisquer custos linhas como cheque especial e cartão de crédito que possuem juros exorbitantes.

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Depósitos na poupança superam saques pelo quarto mês seguido, diz BC

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Captação líquida em julho foi de R$ 6,3 bilhões
Arquivo/Agência Brasil

Captação líquida em julho foi de R$ 6,3 bilhões

Impulsionada pela nova rodada de pagamentos do auxílio emergencial e pela alta recente nos juros, a aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros registrou o quarto mês seguido de desempenho positivo. Em julho, os brasileiros depositaram R$ 6,37 bilhões a mais do que sacaram na caderneta de poupança, informou nesta quinta-feira (05) o Banco Central (BC).

Apesar do desempenho positivo, a captação é inferior à registrada em julho do ano passado. Naquele mês, os brasileiros tinham depositado R$ 28,14 bilhões a mais do que retiraram da poupança.

Com o desempenho de julho, a poupança acumula retirada líquida de R$ 10,16 bilhões nos sete primeiros meses do ano. Esta é a maior retirada acumulada para o período semestre desde 2019, quando os saques tinham superado os depósitos em R$ 16,1 bilhões.

O principal responsável pelo resultado positivo na poupança foi a retomada do pagamento do auxílio emergencial. A Caixa Econômica Federal depositou o dinheiro em contas poupança digitais, que acumulam rendimentos. Nesta rodada, o benefício paga parcelas de R$ 150, R$ 250 e R$ 375 por mês, dependendo da família do beneficiário.

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No ano passado, a poupança tinha captado R$ 166,31 bilhões em recursos, o maior valor anual da série histórica. Além do depósito do auxílio emergencial nas contas poupança digitais ao longo de oito meses em 2020, a instabilidade no mercado de títulos públicos nas fases mais agudas da pandemia de Covid-19 atraiu o interesse na poupança, mesmo com a aplicação rendendo menos que a inflação.

Rendimento

Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança rendeu apenas 1,72% nos 12 meses terminados em julho, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado prévia da inflação, atingiu 8,59%. O IPCA cheio de julho será divulgado na próxima terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A perda de rendimento da poupança está atrelada a dois fatores. O primeiro são os juros baixos. Atualmente a taxa Selic (juros básicos da economia) está em alta, e quarta-feira (04) foi elevada para 5,25% ao ano. O segundo fator foi a alta nos preços dos alimentos e do dólar, que impacta a inflação desde o segundo semestre do ano passado. Mesmo assim, as recentes elevações na Selic estão voltando a atrair o interesse do brasileiro na caderneta.

Para este ano, o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 6,79% pelo IPCA. Com a atual fórmula, a poupança renderia pouco menos de 3,675% este ano, caso a Selic permanecesse em 5,25% durante todo o ano. O rendimento pode ser um pouco maior caso o Banco Central continue a aumentar a taxa Selic nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária.

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