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Boeing divulga prejuízo acumulado no ano de 3,5 bilhões de dólares

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Lucas Marques

Boeing divulga prejuízo acumulado no ano de 3,5 bilhões de dólares

O ano de 2020 não vem sendo nada agradável para a Boeing, maior fabricante de aeronaves do mundo. Primeiramente, foi afetada desde o ano passado com a paralisação dos 737 MAX e atrasos do novo 777X. E, este ano, a fabricante americana teve que ver centenas de cancelamentos e postergações de encomendas de novas aeronaves devido a pandemia.

De acordo com o relatório financeiro do terceiro trimestre divulgado hoje pela Boeing, a empresa obteve cerca de US$ 466 milhões de prejuízo no período. No mesmo período do ano passado, a fabricante teve US$ 374 milhões de lucro, encerrando 2019 com lucros de pouco mais de US$ 7 bilhões.

Com o prejuízo, a Boeing já acumulou somente em 2020, perdas de US$ 3,5 bilhões, contudo, tendo os seis primeiros meses contribuídos mais para o resultado. Para Dave Calhoun, CEO da fabricante, a “pandemia continua adicionando pressão sobre nossos negócios neste trimestre, e tivemos que nos adequar a esta nova realidade de perto gerenciando nossa liquidez e transformando nosso grupo em mais forte, resiliente e sustentável durante longo tempo.”

Em relação as aeronaves entregues, a Boeing entregou apenas 28 jatos comerciais no terceiro trimestre. No mesmo período do ano passado, foram 62 entregas, uma redução de 55%. Já considerando nove meses, foram entregues 98 contra 301 em 2019, uma diferença de 67%.

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Dólar fecha em R$ 5,37 e tem maior queda em uma semana

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Agência Brasil

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Reprodução: ACidade ON

No mercado de câmbio, o dólar comercial caiu R$ 0,058 (-1,06%) e encerrou o dia vendido a R$ 5,375


Em um dia de euforia nos mercados globais, a bolsa de valores encostou em 110 mil pontos, e o dólar teve a maior queda em uma semana. A sessão foi marcada por notícias nos Estados Unidos que animaram os investidores em todo o planeta.


O índice Ibovespa, da B3, fechou esta terça-feira (24) aos 109.786 pontos , com alta de 2,24%. O indicador está no nível mais alto desde 21 de fevereiro, antes de os primeiros casos oficiais de covid-19 serem registrados no país. Na ocasião, o índice tinha fechado em torno dos 113 mil pontos.

No mercado de câmbio, o dólar comercial caiu R$ 0,058 (-1,06%) e encerrou o dia vendido a R$ 5,375. Essa foi a maior queda diária desde o dia 17, quando a moeda tinha recuado 1.97%. A divisa operou em baixa durante todo o dia, até fechar próxima da cotação mínima da sessão.

Vários fatores contribuíram para o otimismo no mercado financeiro . Entre eles, a escolha da ex-presidente do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) Janet Yellen para ser a próxima secretária do Tesouro norte-americano foi bem recebida pelo mercado.

Com um histórico de política monetária expansionista em sua gestão no Fed, Yellen pode promover mais ações que injetem dinheiro na economia norte-americana, o que empurra para baixo a cotação do dólar em todo o planeta.

O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, fechou acima dos 30 mil pontos pela primeira vez na história.

Os preços do petróleo retornaram aos maiores níveis desde 5 de março, uma semana antes de a pandemia do novo coronavírus ser declarada. O petróleo do tipo Brent, usado como referência para o mercado internacional, fechou em alta de 3,9%, a US$ 47,86 por barril. O petróleo do Texas teve ganho de 4,3%, sendo vendido a US$ 44,91 o barril.

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