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Blogueira acusada de integrar quadrilha de estelionatárias é presa

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Blogueira acusada de estelionato
Reprodução G1/redes sociais

Blogueira acusada de estelionato

Anna Carolina de Sousa Santos tem mais de 12 mil seguidores nas redes sociais e dava dicas de empreendedorismo e vida saudável. A farsa caiu ontem, após a blogueira ser presa acusada de integrar uma quadrilha de estelionatárias no Rio de Janeiro.

Na quarta-feira (7), policiais da 40ª DP, em Honório Gurgel, prenderam ela e mais quatro amigas em flagrante por estelionato e organização criminosa. Além dela, Yasmin Navarro, Mariana Serrano de Oliveira, Rayane Silva Sousa e Gabriela Silva Vieira foram presas em um apartamento no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, de acordo com o G1.

Nessa residência, funcionava uma “central de telemarketing”, usada por elas para aplicar golpes no cartão de crédito das vítimas.

Elas ligavam para os usuários fingindo ser da empresa do cartão, e com isso conseguiam os dados bancários. A partir daí, enviavam até um motoboy para a casa da vítima para roubar o cartão dela.

Com todos os dados e o cartão das vítimas em mãos, elas faziam compras, saques em contas bancárias, pix a até empréstimos. No momento da prisão, policiais encontraram duas indiciadas em ligação ativa com suas vítimas.

Ontem (9), a juíza Mariana Tavares Shu, da Central de Audiências de Custódia, converteu a prisão em flagrante para preventiva nesta sexta-feira (9). Sendo assim, o grupo fica preso preventivamente, sem prazo de vencimento da prisão e enquanto durarem as investigações.

A defesa das acusadas nega participação no esquema.

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Volkswagen coloca 800 funcionários em férias coletivas por falta de peças

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Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)
Divulgação/Volkswagen

Fábrica da Volkswagen em Taubaté (SP)

Em meio à escassez de componentes, a Volkswagen vai colocar 800 funcionários da fábrica de Taubaté (SP), o correspondente a um turno, em novas férias coletivas. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região, a medida começa a valer na segunda-feira (27) e se estenderá por dez dias.

O motivo alegado pela montadora é a falta de insumos, sobretudo de semicondutores, que vem sofrendo oscilações no fornecimento e dificultando a produção mundial de veículos.

De acordo com o sindicato, a Volkswagen informou inicialmente que as férias coletivas seriam para 2 mil trabalhadores, mas que poderia sofrer alterações. Até o momento, a medida vale para 800 funcionários, que devem retornar no dia 7 de outubro.

Indústria automotiva enfrenta escassez de chips

O episódio marca a sexta vez no ano em que a Volkswagen concede férias coletivas aos funcionários. Ainda segundo o sindicato, também foram registrados 11 dias de paralisação e mais cinco dias de folga (ambos com utilização do banco de horas) por falta de peças.

Em julho, a Volkswagen concedeu férias coletivas de 20 dias para o primeiro turno de sua fábrica em São Bernardo do Campo e paralisou parte de sua planta em Taubaté.

No fim de agosto, a montadora também anunciou dez dias de férias coletivas para 2 mil funcionários na fábrica de Taubaté, também por falta de peças.

O problema de abastecimento tem sido enfrentado por toda a indústria automotiva, que lida com a escassez na cadeia global de suprimentos desde o fim do ano passado.

No mesmo dia em que o Sindicato dos Metalúrgicos anunciou a medida adotada pela Volkswagen em Taubaté, trabalhadores da Fiat em Betim aprovaram um programa de suspensão temporária do contrato de trabalho devido a falta de componentes eletrônicos.

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