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BC encaminha à Guedes pedido para reajuste de 22% para servidores

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Mesmo com pedido de reajuste, servidores devem manter greves por tempo indeterminado
Redação 1Bilhão

Mesmo com pedido de reajuste, servidores devem manter greves por tempo indeterminado

O Banco Central (BC) enviou ao Ministério da Economia nesta quinta-feira (12) uma proposta de Medida Provisória (MP) que prevê reajuste salarial de 22%, além da reestruturação das carreiras, o que atende algumas reivindicações dos servidores em greve. A remuneração inicial de um técnico do BC é de R$ 7,5 mil e de um analista, de R$ 19,2 mil.

Se a MP for publicada pelo governo, os pagamentos sairiam com o novo valor já a partir de junho. Já a reestruturação da carreira envolve a exigência de ensino superior para o cargo de técnico e a alteração de nomenclatura para o cargo de analista, que se tornaria auditor. A informação foi publicada pelo Estado de S. Paulo e confirmada pelo GLOBO.

Além disso, o texto prevê a criação de Retribuição por Produtividade Institucional, que seria regulado posteriormente pela diretoria do Banco Central e uma nova tabela salarial para os funcionários CLT reintregados.

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O governo discutia dar um reajuste linear de 5% para todos os servidores, o que não agradou boa parte dos funcionários por não chegar perto de compensar pela perda inflacionária, os próprios servidores do BC pediam 27% de reajuste para compensar a inflação dos anos em que não houve aumento de salário. No entanto, nada oficial foi estabelecido ao enviado ao Congresso Nacional.

Os servidores do Banco Central estão em greve desde o início de abril, que teve uma paralisação de algumas semanas no dia 19 do mês passado como um gesto para esperar uma proposta do governo. Já no último dia 3, a greve foi retomada, segundo o sindicato, porque o governo não fez a nova proposta.

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Preço do diesel e gasolina sobem nas bombas e batem recorde, diz ANP

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Diesel ultrapassou a gasolina em preço médio pela primeira vez, diz ANP
MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

Diesel ultrapassou a gasolina em preço médio pela primeira vez, diz ANP

O diesel subiu pela terceira semana seguida nos postos, diz a pesquisa de preços da Agência Nacional de Petróleo (ANP). Na bomba, a gasolina também voltou a crescer para os consumidores após recuo na última semana.

Segundo a ANP, o preço médio do diesel passou de R$ 6,906 para R$ 7,568. É o maior preço médio já verificado na pesquisa do órgão regulador. É uma alta de 9,58% nessa semana.

O mesmo patamar recorde foi verificado na gasolina, que avançou de R$ 7,23 para R$ 7,390, um aumento de 2,18%.

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O avanço dos preços nos postos reflete o aumento anunciado pela Petrobras há uma semana. Desde o último sábado, a gasolina subiu nas refinarias de R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro, um aumento de 5,18%. Com o diesel, o preço por litro aumentou de R$ 4,91 para R$ 5,61, o que equivale a um reajuste 14,25%.

Mas, apesar do reajuste feito pela Petrobras, os preços dos combustíveis seguem defasados no Brasil, segundo a Abicom, que reúne os importadores. A diferença é de 8% (R$ 0,34 por litro) no caso da gasolina e de 10% no diesel (de R$ 0,61 por litro).

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