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‘BBB 22’: Elza Soares disse que se enxergava em Maria

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Elza declarou torcida para Maria e Linn da Quebrada
Reprodução/Instagram/BBB

Elza declarou torcida para Maria e Linn da Quebrada

Em suas últimas publicações no Twitter, no dia 14 de janeiro, Elza Soares declarou seu apoio a Linn da Quebrada e a Maria, no “BBB 22”. Sobre a atriz e cantora, Elza escreveu que se identificava com a moça:

“Gentem, já tô me vendo no BBB. Me enxergo inteirinha na maravilhosa @eumaria. E esse piercing igual a minha pinta da boca?! Amooo. Mulher, preta, artista, do subúrbio. E olha euzinha ali atrás dela no vídeo. Sucesso no programa, my love”.

Assim que a notícia da morte de Elza foi anunciada, a equipe que administra as redes sociais de Maria publicou:

“Hoje com muito pesar lamentamos a partida da nossa diva Elza Soares. A Maria é uma grande fã e a felicidade que ela irá sentir em saber que recebeu seu apoio terá a mesma intensidade da dor dessa perda. Nossos sentimentos a família. Elza será eterna em nossos corações!”


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Morte de Elza Soares

Elza Soares morreu aos 91 anos nesta quinta-feira (20), no Rio de Janeiro de causas naturais.

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“É com muita tristeza e pesar que informamos o falecimento da cantora e compositora Elza Soares, aos 91 anos, às 15 horas e 45 minutos em sua casa, no Rio de Janeiro, por causas naturais”, diz o comunicado publicado no Instagram da cantora.

“Ícone da música brasileira, considerada uma das maiores artistas do mundo, a cantora eleita como a Voz do Milênio teve uma vida apoteótica, intensa, que emocionou o mundo com sua voz, sua força e sua determinação”.


Carreira

Elza Soares tinha 72 anos de carreira, lançou 34 discos que se aproximam do samba, jazz, hip hop, funk e a mistura era proposital. A cantora ganhou um Grammy, na categoria ‘Melhor Álbum de Música Popular Brasileira’, em 2016, pelo álbum ‘A Mulher do Fim do Mundo’. Ela também foi indicada a outros quatro prêmios.

O último disco de Elza, ‘Planeta Fome’, remete ao dia em que Elza cantou em público pela primeira vez, aos 13 anos de idade. Na época, a cantora estava desesperada por causa de um filho doente e precisava de dinheiro para comprar remédios.

Fonte: IG GENTE

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“Não cedo à censura”, diz atriz expulsa de debate por blusa pró-Lula

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Karine Telles, Lara Tremouroux e Du Moscovis na exibição do longa Ela e Eu, no Festival de Cinema de Vassouras
Gabriel Perline

Karine Telles, Lara Tremouroux e Du Moscovis na exibição do longa Ela e Eu, no Festival de Cinema de Vassouras


Lara Tremouroux passou por uma situação embaraçosa na noite deste sábado (28) durante o painel do filme Ela e Eu, escolhido para encerrar a programação do Festival de Cinema de Vassouras: ela foi impedida de se juntar ao elenco do longa por vestir uma blusa vermelha com a estampa do nome de Lula e acusou a organização de censura. À coluna, ela disse com exclusividade que pensou em ir embora da cidade, mas desistiu por não querer ceder à censura.


“Pensei bastante, seriamente, em ir embora, se eu deveria continuar aqui hoje. Mas depois eu achei que uma maneira possível de resistir seria vir [à exibição do filme] e usar a minha blusa, porque é algo que está dito sem precisar dizer. Se não fizesse isso eu sinto que estaria cedendo à uma pressão psicológica e à censura. Eu não cedo à censura”, disse a atriz.

O bate-papo com o elenco ocorreu no final da tarde no hotel em que o elenco estava hospedado na cidade de Vassouras. Du Moscovis e Karine Telles conversaram com os jornalistas e convidados juntamente com o diretor do longa, Gustavo Rosa de Moura, mas Lara foi barrada.

À coluna, a atriz disse que uma mulher a abordou no saguão do hotel, identificando-se como sendo da produção do festival, e afirmou que ela não poderia entrar no painel porque o evento não era político e que não era permitido nenhum tipo de manifestação política. Além disso, se quisesse participar do bate-papo de seu próprio filme ela precisaria trocar de roupas.

“Eu não sei se ela falou em nome de todos. Embora ela tenha dito isso, mas não quero responsabilizar a todos, porque outras pessoas pensam de uma forma diferente, mas ela foi a pessoa que me passou a mensagem e se identificou como sendo do festival. Eu falei que isso não estava certo, porque além de tudo é um direito constitucional da nossa democracia, para o lado que seja, inclusive. E é um espaço público, um direito pessoal e intransferível, e ela me disse que eu não poderia [entrar]”, comentou.

“Ninguém veio desmenti-la ou dizer que eu poderia. E aí é um erro da organização que não cabe a mim. Mas acredito que dentro desse conjunto de pessoas haja quem pense diferente e que vai votar no Lula. Mas a questão é que alguma falta de organização existe para que essa seja a informação que seja passada para mim de uma forma não delicada”, completou.

A coluna está na cidade de Vassouras a convite da organização do Festival de Cinema, que negou a prática de qualquer tentativa de censura aos artistas ou frequentadores de todas as atividades programadas para o evento:

“O Festival de Cinema de Vassouras destaca que em momento algum houve censura ao uso da vestimenta da atriz Lara Tremoroux. Os responsáveis pelo evento, Bruno Saglia e Jane Saglia, fazem questão, a todo tempo, desde o primeiro dia de Festival, de ressaltar que são a favor da liberdade de expressão de cada um aqui presente.

A intenção do 1º Festival de Cinema de Vassouras é levar — não apenas aos Vassourenses e a todo o Vale do Café — a diversão, a diversidade, o empoderamento feminino, a pluralidade. É tornar o audiovisual acessível, possível. Assim tem sido às mais de 18 mil pessoas já passaram pelo evento, assistindo animações, curtas, documentários, longa-metragens. E, de fato, a mensagem é uma so: amor e respeito. Viva a arte!”

Fonte: IG GENTE

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