Dança em Pauta

Bailarino internacional participa hoje (30.07) de bate papo com Grupo de Dança de Mato Grosso

O bate papo acontece através do canal do instagran http://@grupocarolineoficial, às 15 horas de Mato Grosso (16h de Brasília).

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Por Maria Hercilia Panosso | Coluna Equilíbrio

A Cia das Artes e Associados Grupo Cidarta / Caroline, irá produzir nesta quinta-feira (30.07), mais uma live. Desta vez com a participação do Maître de Ballet Alisson Rocha do Ballet Dortmund, da Alemanha e da professora e bailarina, Ana Carolina, RAD RTS de Cuiabá. 

O bate papo acontece através do canal do instagran http://@grupocarolineoficial, às 15 horas de Mato Grosso (16h de Brasília).

SOBRE ALYSSON ROCHA

Iniciou seus estudos de ballet aos 6 anos na Escola de Dança Petite Danse, através da ONG “Dançar a Vida”, sob direção de Nelma Darzi.
 Em 2005 recebeu, pelo Youth America Grand Prix, bolsa de estudos para o San Francisco Ballet School onde permaneceu por 2 anos.

Trabalhou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro sob a direção de Marcelo Misailidis e posteriormente Helio Bejani, São Paulo Companhia de Dança sob a direção de Ines Boega e Iracity Cardoso e como Convidado Principal no Ballet Etudes of South Florida, Albany Berkshire Ballet e Montgomery Ballet (Estados Unidos). Teve como coachs Cecilia Kerche e Pedro Kraszczuk.

Em 2012, dançou ao lado de Claudia Mota, Primeira Bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em “O Quebra Nozes”de Gisele Santoro, no Teatro Nacional Claudia Santoro, Brasilia e também na versão de Marcelo Misailidis em Juiz de Fora.

Coreografou os espetáculos Villa Lobos – Uma Canção de Amor”, “Nos Passos da Dança” e “De Tudo se Faz Canção”, para a Cia Jovem Dançar a Vida.

Retornou ao YAGP em 2012 para o “Job Fair” onde foi contratado como bailarino pelo Ballet Dortmund (Alemanha). Seu repertório na Alemanha inclui trabalhos de William Forsythe, Alexander Ekman, Demis Volpi, Jiří Bubeníček e Xin Peng Wang.

Dançou como convidado no Nureyev International Ballet Festival, Nordic Dance Festival.

Vencedor do Prêmio “Dortmunder Löwe 2019” pelo seu projeto “Silent Orchestra” de Dança e Cultura na Alemanha para crianças surdas.

Atualmente é Maître de Ballet do Ballett Dortmund (Alemanha) onde trabalha mantendo as criações de coreógrafos como Douglas Lee, Giuseppe Spotta, Wubkje Kuindersma, Alexander Ekman, William Forsythe e seu diretor, Xin Peng Wang.

 

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TV produz documentário sobre o maior incêndio da história do Pantanal

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A maior planície alagada do planeta está em chamas e as consequências disso ainda são desconhecidas, mas serão registradas. A TV Assembleia (TVAL) está produzindo um documentário para contar, sob diferentes narrativas e muitas imagens, os impactos dos incêndios que até agora consumiram 20% de toda a biodiversidade do Pantanal. O material será gravado em três etapas para reproduzir parte da tragédia registrada este ano.

Equipe da TVAL levará ao mundo a história do maior incêndio do Pantanal | Foto: Anderson Sartori

O repórter Anderson Sartori sugeriu a realização do documentário após uma provocação da jornalista Lina Carvalho, que conhecendo a paixão do colega por documentários e pela natureza, sugeriu a realização de um projeto especial. Pronto, foi semeada a semente e Anderson levou a proposta para o superintendente da TVAL, Jaime Neto.

A equipe fez sua primeira inserção há duas semanas, quando uma diligência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), da Câmara dos Deputados e do Senado Federal visitou o Pantanal para ver de perto as queimadas e ouvir os relatos da população local. Anderson Sartori, o cinegrafista Maximino Cruz, o operador de drone Roberto Kilila e o motorista Ronaldo Marques de Almeida percorreram a Transpantaneira de Poconé (a 102 km da Capital) até Porto Jofre, na divisa dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Com apoio de um drone, a imagens aéreas mostram a devastação do fogo até mesmo sobre as áreas úmidas. “Fiz muitas matérias no Pantanal e nunca vi assim. Você não vê água, não sei se um dia o Pantanal voltará a ser como antes”, descreve Maximino Cruz, que há 35 anos trabalha como cinegrafista.

Desafios – O jornalista Anderson Sartori diz que o objetivo do documentário é disponibilizar ao mundo as imagens e a história deste que já é considerado o maior incêndio do Pantanal. “É premissa da TV pública produzir conteúdos que possam desdobrar alguns assuntos com mais tempo e o documentário é um dos caminhos para levar informações mais aprofundadas para a comunidade”, afirma Anderson Sartori.

Além dos aspectos naturais e o dia a dia de quem está lidando com o combate ao fogo, o documentário também vai apresentar os impactos sociais e econômicos da queimada no Pantanal a partir da perspectiva de quem vive lá e também de pesquisadores e políticos. “Vimos pousadas destruídas, o ecoturismo será afetado diretamente”, exemplifica Anderson.

Para isso, a intenção é registrar a queimada, o que já foi realizado, o início das chuvas e depois, quando o Pantanal estiver cheio, gravar como será a reconstrução deste ciclo, visto que naturalmente o bioma é composto do revezamento entre a seca e a cheia de sua planície. Como o material está sendo produzido em Full HD, que garante qualidade de ponta às imagens, a equipe também precisará de uma estrutura especial para editar o documentário e apoio para realizar mais duas viagens.

A intenção é finalizar o documentário ainda no primeiro semestre de 2021. “Estamos trabalhando nos intervalos das pautas diárias e entre uma ida e a outro ao Pantanal para fazer entrevistas, pesquisar e adiantar a seleção de imagens”, explica Sartori.

Fonte: ALMT

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