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Babá que relatou agressões ao menino Henry diz que quer ser esquecida

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Babá que relatou agressões ao menino Henry diz que quer ser esquecida
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Babá que relatou agressões ao menino Henry diz que quer ser esquecida

Priscila Guilherme Sena, advogada do babá do menino Henry, Thayná de Oliveira Ferreira , revelou ao portal Uol que a cuidadora está triste, abalada mentalmente e que deseja ser esquecida durante as investigações.

“Eu só quero estar reclusa cada vez mais e ser esquecida. Estou priorizando a minha saúde mental e minha paz interior. Estou muito triste com tudo isso. Eu só rezo todos os dias para que tudo seja resolvido o mais rápido possível”, relatou a babá Thayná.

Sena informou os bastidores do depoimento dado pela sua cliente no dia 12 de abril. Segundo a advogada, “Thayná se emocionou bastante nos momentos em que lembrava do menino. Ficava dizendo que ele era muito carinhoso.”

Dado momentos das investigações, a babá esteve apreensiva em ser detida. “Ela [Thayná] me perguntou: ‘Doutora, eu vou ser presa ?’. Eu só falei que ela precisava contar a verdade. Aí, ela me contou exatamente o que está no depoimento, relatando os três casos de agressões, quando o menino aparecia machucado [após estar com Jairinho].”


A advogada da babá falou sobre a mudança no depoimento durante as investigações e atribuiu as diferentes versões a ‘ pressão ‘ sofrida pelo ex-advogado do Jairinho , André França Barreto.

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Atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga será ouvido pela CPI nesta quinta (06)

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Atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga será ouvido pela CPI nesta quinta (06)
Divulgação/Ministério da Saúde

Atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga será ouvido pela CPI nesta quinta (06)

Em seu terceiro dia de depoimentos, a  CPI da Covid irá ouvir nesta quinta-feira (06) o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Após a fala do mandatário da pasta, a comissão irá ouvir o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa ), Antonio Barra Torres.

Ambos irão falar para comissão parlamentar de inquérito sob a condição de testemunhas. Isso significa que o depoente se compromete a dizer a verdade, sob o risco de incorrer no crime de falso testemunho.

Marcelo Queiroga chega pressionado ao depoimento. Isso porque na manhã da última quarta-feira, o ministério da Saúde confirmou em coletiva de imprensa que contratou apenas a metade do total de vacinas contra a covid-19 anunciadas. Das 560 milhões de doses anunciadas, apenas 280 milhões estão sob contrato.

A quantia não seria o suficiente para imunizar completamente toda a população brasileira. Por isso, Queiroga anunciou que negocia mais 100 milhões de doses com a farmacêutica Pfizer. A expectativa do ministério é fechar o contrato antes do depoimento à CPI da Covid.


Nos últimos depoimentos, Mandetta e Teich revelaram divergências com o presidente Jair Bolsonaro sobre a condução do combate à pandemia por parte do governo federal.

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