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Babá de Henry chora em depoimento e vai marcar nova data para ir a delegacia

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Menino Henry Borel, de 4 anos, morreu no dia 8 de março
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Menino Henry Borel, de 4 anos, morreu no dia 8 de março

A babá do menino Henry Borel chorou durante o segundo depoimento que prestou nesta sexta-feira (9) na 16ª DP (Barra da Tijuca), na zona oeste do Rio de Janeiro , e vai marcar uma nova data para fazer relatos.

Acompanhada do marido, ela chegou a ir à delegacia, mas desistiu de falar ao perceber uma movimentação na porta da sala de depoimento.

Em seu relato anterior, a babá omitiu agressões de Dr. Jairinho, padrastro de Henry, e, por conta disso, é investigada pelo Polícia Civil por falso testemunho. Ela afirmou que não teria percebido qualquer fato estranho durante o tempo que cuidou do menino.

No entanto, os investigadores descobriram no celular apreendido da mãe do Henry, Monique Medeiros, uma troca de mensagens em que a babá alertou sobre agressões de Jairinho contra a criança, inclusive com relatos de que a criança sentia dor no joelho e na cabeça.

Ex- mulher de Jairinho

A ex-mulher de Jairinho também foi ouvida nesta sexta-feira (9) sobre o histórico do vereador investigado pela morte do enteado. Ela entrou por uma porta lateral na delegacia que investiga o crime.

Em 2014, ela registrou uma queixa por agressão, mas o caso acabou arquivado. No entanto, vizinhos relataram que ouviam gritos e pedidos de socorro da residência da família.

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G7 exige ação da Rússia contra crimes cibernéticos e “atividades malignas”

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 G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos
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G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos

O G7 , grupo dos sete países mais industrializados do mundo, exigiu neste domingo (13) que a Rússia tome medidas contra os que fazem ataques cibernéticos e usando ransomware a partir do país. O ransomeware é um ataque que restringe o acesso ao sistema infectado com uma espécie de bloqueio e cobra um resgate em criptomoedas para que o acesso possa ser restabelecido.

A reprimenda veio em um comunicado emitido após uma cúpula de três dias entre líderes do G7 no Reino Unido, que também pediu que Moscou “pare com seu comportamento desestabilizante e atividades malignas” e conduza uma investigação sobre o uso de armas químicas em território russo.

O comunicado diz que a Rússia precisa “responsabilizar aqueles que, dentro de suas fronteiras, conduzem ataques ransomeware, abusam de moedas virtuais para lavar dinheiro e outros crimes cibernéticos”. 

A questão está sob os holofotes após um ataque virtual ao Colonial Pipeline, maior tubulação de combustíveis dos Estados Unidos, e outro que interrompeu as operações norte-americanas e australianas do frigorífico JBS. 

A nota do G7 pede ações mais amplas contra ataques cibernéticos. “Pedimos que os estados identifiquem e interrompam redes criminosas de ransomware que operem de dentro de suas fronteiras e responsabilizem essas redes por suas ações”, diz o documento. 


O pedido por investigação sobre uso de armas químicas vem após o crítico do Kremlin Alexei Navalny ser atendido na Alemanha, com médicos alemães informando que foi um envenenamento com um agente nervoso de uso militar. Navalny acusa Putin de ordenar o envenenamento, mas o Kremlin nega as acusações. 

Fonte: IG Mundo

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