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Avião retorna a aeroporto após passageira se recusar a usar máscara durante voo; veja vídeo

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Passageira se recusou a usar máscara de proteção contra a Covid-19 durante voo
reprodução / Twitter

Passageira se recusou a usar máscara de proteção contra a Covid-19 durante voo

Na madrugada desta sexta-feira (30), um voo que saiu de Belém (PA) e partia em direção a Belo Horizonte (MG) precisou retornar ao aeroporto após uma passageira se recusar a usar máscara de proteção contra a Covid-19 a bordo. A mulher não chegou a ser detida, de acordo com a Polícia Federal. As informações foram apuradas pelo portal UOL .

O incidente ocorreu no voo AD4501, da Azul, que disse que o avião voltou ao aeroporto para que a passageira pudesse ser retirada da aeronave. Depois disso, o percurso continuou normalmente.

Em nota, a companhia também se desculpou com os demais passageiros. “O cliente foi contido e conduzido pela Polícia Federal e, em seguida, o voo decolou novamente para a capital mineira. A companhia lamenta eventuais aborrecimentos ocorridos aos seus clientes e ressalta que medidas como essas são necessárias para conferir a segurança de suas operações”.

O voo decolou de Belém às 2h20 da manhã. O percurso, que geralmente é feito em cerca de três horas, levou mais de cinco horas, por causa do ocorrido. O avião só pôde retomar o trajeto às 4h44, chegando em Belo Horizonte apenas às 7h35, segundo o site FlightStats .

 

 

 

Em 17 de dezembro de 2020, uma norma aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e presente na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) institui o uso obrigatório de máscaras em aeroportos e aeronaves como forma de evitar o contágio da Covid-19.

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Moedas de ouro romanas são encontradas no fundo do mar de Alicante

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Um dos maiores conjuntos de moedas romanas em ouro  foi encontrado por pesquisadores da Universidade de Alicante, na cidade portuária de Alicante, na Espanha. Eles descrevem o achado como “excepcional”. As moedas estão enquadradas cronologicamente entre os séculos IV e V. Teriam sido escondidas no fundo da baía de Portitxol de Jávea, em um momento de instabilidade provocado pela chegada dos povos do norte no fim do século IV.

O conjunto de moedas, com cerca de 1.500 anos, está em perfeito estado de conservação, o que permitiu aos arqueólogos fazerem a leitura das inscrições e datá-las.

As 53 moedas têm representações dos governantes do Império Romano durante o período da Antiguidade Tardia, no ocidente.

Estão identificadas três moedas do período de governo do imperador Valentiniano I e sete de Valentiniano II. 

Datadas do período de Todósio I contaram-se 15,  e de Arcadi, 17 moedas. Do governo de Honório somam-se ao conjunto dez moedas e existe ainda uma não identificada porque a inscrição foi riscada.

“Este é um dos maiores conjuntos de moedas de ouro romanas encontradas na Espanha e na Europa”, diz Jaime Molina Vidal, chefe da equipe de arqueólogos subaquáticos da Universidade de Alicante e professor de história antiga.

Molina Vidal diz que a descoberta é “excepcional” em nível arqueológico e histórico, “uma vez que pode oferecer uma infinidade de novas informações para compreender a fase final da queda do Império Romano Ocidental”, citado na publicação espanhola Elmundo. “É como se tivessem sido feitas ontem”, acrescentou.

A equipe de pesquisadores considera a hipótese de se tratar de um tesouro ocultado propositadamente para o proteger. “Há a possibilidade de que as moedas pudessem ter sido escondidas intencionalmente por um rico proprietário de terras, num contexto de saques como os que os alanos estavam perpetrando no território naquela época”. A ideia do dono seria regressar mais tarde para resgatar as moedas. Não foi o caso.

Os arqueólogos afirmam que “o achado documenta um momento histórico de extrema insegurança, com a chegada violenta à Hispânia de povos do norte, caracterizados como bárbaros (suevos, vândalos e alanos) e o fim definitivo do Império Romano na Península Ibérica a partir de 409 DC”, acrescentam.

Comportamento exemplar

Luis Lens e César Gimeno são praticantes de mergulho e descobriram as primeiras oito moedas. Os mergulhadores procuraram a Direção-Geral da Cultura e do Patrimônio que imediatamente convocou arqueólogos da Universidade de Alicante e da Guarda Civil, em colaboração com a Câmara Municipal de Jávea, para realizarem novas pesquisas no fundo do mar.

Depois de restaurado, o conjunto arqueológico será exposto no Museu Arqueológico e Etnográfico de Soler Blasco, em Jávea.

Na apresentação pública do projeto de valorização, Carmen Amoraga, diretora-geral da Cultura e Patrimônio, enalteceu o “comportamento exemplar” com que os mergulhadores amadores Lens e Gimeno atuaram, alertando as autoridades para ativar o protocolo de intervenção arqueológica.

Cofre no fundo do mar: outras hipóteses

O governo local de Valência constituiu um fundo de 17,8 mil euros para a realização de mais escavações subaquáticas na área. Pretende-se aprofundar o conhecimento sobre “a origem das moedas: se estavam numa arca que caiu de um navio que passava pela região ou se essa arca pertence a um navio que está no fundo do mar” disse Amoraga.

Os arqueólogos investigaram a área e descobriram o restante do tesouro e ainda três pregos, provavelmente de cobre e restos de chumbo “muito deteriorados”. Estes indícios podem ser indicadores de um cofre.

As pesquisas estão integradas no Plano Geral de Investigação em Arqueologia Submarina “Perspectivas Arqueológicas em Portixol de Jávea”, em que participam a Universidade de Alicante e o museu do município.

Desde 2019, essa parceria já fez vários levantamentos arqueológicos na baia de Portitxol de Jávea.

Âncoras, cargas de ânforas, vestígios de cerâmica de diferentes épocas, materiais metálicos, elementos associados à navegação, entre outros, foram resgatados do fundo do mar no recanto oeste do Mediterrâneo.

Essa baía, rica em vestígios arqueológicos, vai revelando a atividade marítima de outros tempos. Molina Vidal está determinado a descobrir se há navios naufragados por perto.

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