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Avaliação biopsicossocial passa a valer em dezembro

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O decreto que traz um novo modelo de avaliação das pessoas com deficiência – a chamada avaliação biopsicossocial – deverá ser publicado em dezembro. A informação é do secretário Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Cláudio Panoeiro, entrevistado do Brasil em Pauta deste domingo (3).

Segundo Panoeiro, a avaliação biopsicossocial traz para o reconhecimento da deficiência além da avaliação médica as abordagens social e psicológica. O secretário diz que esse novo modelo precisa ser compreendido pelos profissionais que vão trabalhar com essa matéria como médicos e assistentes sociais e que, para isso, é necessária uma capacitação. Por isso o prazo mais estendido para o decreto entrar em vigor. “Nós precisamos desse período para capacitar as pessoas que vão trabalhar com essa avaliação. E a partir de dezembro já teríamos profissionais que conheceriam as regras”, disse.

Panoeiro também falou sobre o cadastro de inclusão das pessoas com deficiência. Segundo ele, o objetivo é reunir em uma única base de dados todas as pessoas com deficiência, que chegam a cerca de 2,5 milhões de brasileiros. “A partir dessas informações nós poderíamos identificar as principais carências dessas pessoas e direcionar as políticas para quem realmente precisa delas.”

Na entrevista, o secretário ainda tratou do Auxílio Inclusão, que permite que pessoas que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) possam acessar o mercado de trabalho sem perder o benefício e sobre os serviços de denúncias de violência contra as pessoas com deficiência.

A entrevista completa você confere no Brasil em Pauta, que vai ar ao às 19h30, na TV Brasil.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Geral

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Operação policial em Curitiba deixa oito pessoas mortas

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Uma operação policial esta madrugada, em Curitiba, deixou um saldo de oito mortos. Segundo a Polícia Militar (PM), os mortos integravam uma facção criminosa que atua no estado e dispararam contra os agentes ao serem abordados.

Em nota, a PM disse que recebeu uma denúncia de que criminosos planejavam matar um ex-integrante da organização. Informados da marca e das características de um veículo furtado pelo grupo, agentes da Rondas Ostensivas de Natureza Especial (Rone) passaram a procurá-lo em dois bairros da capital paranaense, o Caximba e o Cajuru.

No Caximba, os ocupantes de um automóvel parecido com o que os policiais procuravam tentaram escapar à abordagem policial, dando início a uma perseguição. Ainda de acordo com a PM, ao serem alcançados pela viatura, os dois homens que estavam a bordo do carro passaram a atirar contra os policiais, mas foram atingidos durante a troca de tiros e morreram no local.

Quase na mesma hora, os policiais militares disseram ter localizado um segundo veículo furtado, estacionado em frente a uma residência no bairro Cajuru. De acordo com a corporação, ao se aproximarem do local, os agentes da Rone foram recebidos a tiros e reagiram. Baleados pelos policiais, seis homens morreram no local.

As identidades dos mortos não foram divulgadas.

A PM informou que, somadas, nas duas ocorrências foram apreendidos três pistolas; cinco revólveres; drogas e dois coletes à prova de tiros, além de ter recuperado dois veículos com alerta de furto ou roubo. Nenhum policial foi ferido durante a ação.

“Passamos todo o dia de ontem realizando patrulhamentos e várias abordagens, mas não localizamos [os suspeitos]. Esta madrugada, dividimos as equipes da Rone, que localizaram os indivíduos e realizaram tentativas de abordagem, já que o intuito principal da PM é a prisão e o encaminhamento dos indivíduos à delegacia. Infelizmente, ocorreram confrontos e os oito indivíduos foram baleados e encaminhados [mortos] para o IML [Instituto Médico Legal]”, disse o comandante da Rone, major João Roberto das Graças Galeto Alves.

A Defensoria Pública do Paraná informou que já está acompanhando o caso, por meio de seu Núcleo de Política Criminal e da Execução Penal (Nupep), cujos representantes solicitaram informações à Secretaria de Segurança Pública do estado.

“O Nupep entende que todo caso de morte causada por intervenção de policiais militares deve, conforme a legislação em vigor, ser conduzido pela Polícia Civil ou diretamente pelo Ministério Público”, disse a defensoria, acrescentando que aguarda a identificação dos homens mortos nas duas ocorrências.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Geral

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