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Atividades do Programa Leite Seguro têm início em 2022 com treinamento de novos bolsistas

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O Programa Leite Seguro teve início em 2022 com uma série de treinamentos das equipes de trabalho. Nas primeiras semanas de janeiro, no Laboratório de Qualidade do Leite (Lableite) da Estação Experimental Terras Baixas (ETB) da Embrapa, ocorreram treinamentos em processos de gestão e laboratoriais. Algumas capacitações também ocorreram de forma on-line.

Treinamentos técnicos

As capacitações dos bolsistas ligados a dois, dos cinco eixos temáticos do projeto, também tiveram início ou foram retomadas nesse período. Na primeira semana de janeiro, houve reunião de integração dos bolsistas do eixo 2 – Sistema analítico-laboratorial para leite e derivados –, com atualização de atividades e designação das primeiras demandas de trabalho.

Na semana seguinte, também de maneira remota, ocorreu a segunda e última etapa dos treinamentos dos bolsistas do eixo 1 – Sistema de Qualidade, Segurança e Integridade da Cadeia Produtiva de Leite e Derivados. Participaram dez profissionais que irão atuar com 250 produtores dos três estados do Sul do Brasil, dois bolsistas de gestão e dois bolsistas que atuarão junto ao rebanho experimental da ETB. 

A primeira etapa desse treinamento foi em dezembro, também de maneira remota, e contou com a participação dos integrantes do Comitê Gestor do Programa: os pesquisadores Marcelo Bonnet, Waldyr Stumpf, Darcy Bitencourt, Maira Zanela e Jorge Schafhauser, sob coordenação do analista Rogério Dereti. Com o fim dos treinamentos, a equipe dará início aos trabalhos de campo.

Restrições da pandemia
 
Em função da pandemia da Covid-19, as contratações dos bolsistas para atuação no programa ocorreram apenas na primeira semana de dezembro de 2021, embora as atividades estivessem previstas para o início de 2021. Ao todo, foram convocados 23 profissionais e estudantes de cursos como agronomia, química, farmácia, biologia, administração, análise e desenvolvimento de sistemas e jornalismo. 

Os bolsistas foram selecionados para atuar nas unidades de produção de leite, no Tambo Experimental, no Lableite, no Laboratório de Pesquisa em Leite Instável Não Ácido (Lablina), na área de geoprocessamento, na gestão e na comunicação do Projeto.

Retomada

A primeira reunião do Programa após as contratações ocorreu no dia 10 de dezembro, on-line, e contou com a participação de todos os membros da equipe, do coordenador do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária do estado (LFDA/RS), Fabiano Barreto, dos integrantes do Comitê Gestor e dos bolsistas. O objetivo foi apresentar o Programa Leite Seguro e os novos bolsistas, bem como fornecer orientações sobre os treinamentos e início das atividades. Além disso, também em dezembro, a equipe do LabLeite e alguns bolsistas realizaram treinamento presencial em cromatografia no  LFDA/RS, em Porto Alegre/RS. 

Sobre o Projeto Leite Seguro

Lançado oficialmente em 2019, o Programa Leite Seguro promove ações de pesquisa e capacitação, diagnósticos e desenvolvimento de soluções que melhorem a gestão interna das propriedades leiteiras, de maneira a promover a segurança, qualidade e integridade do leite e derivados no Sul do Brasil. O projeto também busca facilitar o acesso a informações sobre os lácteos, para ajudar as pessoas a tomar decisões de consumo mais conscientes. A iniciativa obteve financiamento de 30,5 milhões de reais, por meio de edital do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Fonte: Embrapa

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Embrapa Pantanal lança cartilha para facilitar a implementação da Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF)

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A Embrapa Pantanal (Corumbá, MS) lançou a publicação “Como implementar inseminação artificial em tempo fixo em sua fazenda: Conheça os pontos-chave. Em síntese, ela apresenta seis itens fundamentais para o sucesso da Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF). O Chefe-adjunto de transferência de tecnologia, Thiago Coppola, destaca que, “a cartilha foi confeccionada para que o produtor possa entender e avaliar, dentro de sua realidade, a viabilidade do investimento nessa prática”.

Para os autores, a IATF é uma importante ferramenta que, se bem utilizada, pode incrementar a eficiência reprodutiva (aumento de nascimentos) e viabilizar o melhoramento genético de forma rápida (nascimento dos melhores indivíduos). No entanto, ressaltam que esse benefício, às vezes, pode ter um custo alto e não trazer o retorno esperado se houver falhas no planejamento ou execução. Por isso, ter o conhecimento dos pontos-chaves dessa tecnologia é muito importante para se obter os resultados almejados.

O Brasil figura como um dos principais atores na produção de carne bovina no mundo, resultado de muitos anos de investimento em um estruturado processo de pesquisa, desenvolvimento e inovação, o que elevou a produção e a produtividade. Esse expressivo aumento de produtividade foi em razão de melhor ganho de peso, diminuição na mortalidade, crescimento das taxas de prenhez e, consequentemente, de natalidade e diminuição do tempo de abate desses animais, decorrentes da modernização pela qual os sistemas de produção da pecuária bovina passaram nesses últimos 40 anos. Vale ressaltar que o rebanho mais que dobrou, enquanto as áreas de pastagens praticamente se mantiveram e, por vezes, diminuíram em algumas regiões.

Diante disso, os avanços tecnológicos e a organização da cadeia refletiram na qualidade da carne, principalmente em relação à nutrição, à reprodução, à genética e à saúde animal, devido à crescente adoção de tecnologias pelos produtores rurais.

Para Juliana Correa, pesquisadora da Embrapa Pantanal na área de Produção Animal e uma das autoras, muitos fatores contribuem para o sucesso ou insucesso dessa técnica, desde aspectos complexos na tomada de decisão, como a escolha do protocolo a ser utilizado, até aspectos simples, como um bom planejamento para a execução do manejo, como a escolha das datas.

A Publicação está disponível no endereço eletrônico https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1143084/1/Quer-implementar-IATF-na-sua-fazenda-ed-01-2021-publicacao-digital.pdf

No desempenho da sua missão institucional, a Embrapa Pantanal vem contribuindo com importantes pesquisas em prol do crescimento da agropecuária sob uma perspectiva sustentável, essa e outras tecnologias são caminho para ajudar o Brasil a atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), compromisso firmado entre 193 países membros das Nações Unidas, conhecida como Agenda 2030. A Embrapa alinhou sua atuação ao compromisso brasileiro com esses Objetivos. 

Fonte: Embrapa

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