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Assim como outras famosas, Anitta aderiu à moda da franja descolorida

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Anitta mostra visual novo
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Anitta mostra visual novo


Não é novidade para ninguém que a  moda dos anos 1990 está com tudo nos dias de hoje — vide a quantidade de gente desfilando com pochetes e mom’s jeans por aí. Mas, agora, mais uma tendência veio à tona: a franja descolorida! Nesta quarta-feira (2), a cantora Anitta mostrou que não se conteve e também adotou o estilo.

Fora Anitta, quem também se jogou de cabeça na tendência vinda direto do túnel do tempo foram Cleo, Ana Moraes, Gretchen, Gabi Prado, Laura Fernandez Kylie Jenner, Dua Lipa e Bela Thorne. Confira e se inspire:


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Eu tentei ser produtiva. Tentei cuidar mais de mim fisicamente, até pintei o cabelo para me sentir melhor, me sentir um outra pessoa. Tentei me alimentar melhor e subir escada todos os dias. Tentei desapegar de todas as coisas materiais que tinha, principalmente roupas. Sai da minha casa e fui ficar com a minha mãe para respirar outros ares. Pegava sol todos os dias. Tentei não ver televisão. Tentei acompanhar um série. Tentei me forcar a ler pelo menos um livro por mês. Tentei falar com todos os meus amigos pelo menos 3 vezes na semana. Tentei fazer vários cursos. Tentei não me estressar. Tentei ignorar tudo que eu sentia. Eu tentei me ignorar. Eu me nutria de tentativas que naquele momento não cabiam em mim. Não me olhava no espelho, não olhava nos meus olhos. Eu não olhava para minha alma. Eu não olhava para o que eu estava sentindo. Me faltava ar, me faltava paz e no lugar do amor tinha angustia e muito aperto no coração. Até que me forçando, mais uma vez, a gravar conteúdos minha câmera caiu e quebrou. Foi um gatilho para desaguar tudo o que, nesse período de quarentena, eu estava guardando. Foi um choro sem fim mas um alivio ao mesmo tempo. Decidi parar. Decidi tentar recomeçar a me ouvir. Hoje fazem 10 dias que tento exclui tudo que não me cabia. 10 dias comendo o que eu quero sem culpa. 10 dias respirando ar puro. 10 dias rezando e agradecendo. 10 dias sem postar nada e sem comparar minha vida com a de ninguém. 10 dias tentando descobrir o que eu realmente sou e o que eu realmente quero da minha vida. É um dos processos mais dificeis que ja passei na minha vida. Eu peço todos os dias a deus que me guie e me de forças porque achar o caminho para se conhecer e difícil demais e você só pode fazer isso sozinho. As vezes dá vontade de desistir, fico chateada com Deus mas eu sei, dentro de mim, depois de toda camada de desespero, tem um sentimento de que eu tenho que passar por isso. E é exatamente o que eu estou tentando fazer.

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aqui de boas pensando em platinar o cabelo todo. ✌?

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Eu esperando a Mi****** explicar porque recebeu 89 mil do Queiroz… ?

Uma publicação compartilhada por Me (@cleo) em 24 de Ago, 2020 às 7:56 PDT



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Eu olhando pra pessoa que tirou a foto… <3

Uma publicação compartilhada por ANA MORAIS (@pmoraisana) em 13 de Ago, 2020 às 2:40 PDT


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?

Uma publicação compartilhada por Kylie ? (@kyliejenner) em 15 de Mai, 2020 às 12:14 PDT



Fonte: IG Mulher

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Veja 9 séries e filmes que ampliam o debate sobre consentimento

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Nos últimos dias, o Brasil está atento aos desdobramentos no caso de estupro em que se envolveu o jogador de futebol Robinho . Segundo investigações, ele  estuprou uma mulher que estava bêbada na Itália, o que gerou revolta após ser  contratado para integrar o elenco do Santos . O clube voltou atrás após a repercussão do caso e desistiu da contratação.



Esses acontecimentos reacenderam o debate sobre a importância do consentimento antes do início das relações sexuais. Muitas pessoas já sabem que “não” significa “não” e que silêncio não é concordar com o que está acontecendo.

Para que o ato não seja um estupro , é importante que todas as partes envolvidas na relação sexual estejam consentindo para que aquele momento aconteça. Para colaborar com a ampliação deste debate, o iG Delas separou 9 filmes e séries que falam sobre consentimento e violência sexual e quem ajudar a levantar conversas sobre o assunto.

1- I May Destroy You

foto promocional de i may destroy you
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‘I May Destroy You’ é considerada uma das séries do ano


Considerada uma das melhores séries de 2020, a produção da HBO ficou famosa ao retratar temas como stealthing (quando o homem retira o preservativo no ato sem consentimento), estupro e estresse pós-traumático. A personagem Arabella, interpretada pela criadora da série, Michaela Coel, é violentada enquanto estava inconsciente após o uso de álcool, situação similar à qual Robinho se envolveu. Ao longo dos 12 episódios, a personagem tenta se lembrar de seu agressor para fazer a denúncia e precisa lidar com o trauma da situação.

2- O Conto da Aia

foto promocional da série
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A série ‘O Conto da Aia’ aborda estupro institucionalizado em um retrato distópico sobre os Estados Unidos


Derivada do livro de mesmo nome da autora Margaret Atwood, a série é produzida pela plataforma de streaming Hulu. A história se passa em Gilead, uma versão distópica e teocêntrica dos Estados Unidos em que as mulheres não conseguem mais engravidar. Para resolver o problema, as mulheres férteis são capturadas e forçadas a viver nas casas de políticos poderosos que as estupram uma vez por mês na tentativa de gerar um filho, que pertencerá à família dele.

3- Holy Hell

foto de divulgação de holy hell
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O documentário ‘Holy Hell’ fala sobre um abusador sexual disfarçado de guru espiritual


O documentário da Netflix levou 22 anos para ser gravado e é dirigido por uma das vítimas de Jaime Gomez, um “um guru espiritual” fundador de um seita chamado Buddhafield. Gomez se aproveitava da fé de seus seguidores para abusar sexualmente de homens que faziam parte do grupo. O filme joga luz para a violência sexual sofrida em religiões e o estado de coerção das vítimas no momento do estupro. No Brasil, o exemplo mais recente disso é o do médium João de Deus , que abusou de diversas mulheres ao longo dos anos.

4- Big Little Lies

foto promocional da série
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Além de consentimento e violência doméstica, série aborda sororidade e apoio entre mulheres


A série conta a história de três mulheres que se tornam amigas porque seus filhos estudam juntos. Uma delas é a jovem Jane Chapman (Shailene Woodley), que escolheu ter um filho após ser estuprada por um homem enquanto estava bêbada. Mesmo sem saber sobre a identidade dele, ela lida com o trauma por não ter tido seu consentimento respeitado.

5- A Vingança de Jennifer

foto promocional de a vingança de jennifer
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Em ‘A Vingança de Jennifer’, a protagonista decide se vingar dos homens que a violentaram


Você talvez conheça a adaptação mais recente desse filme, chamado de ‘Doce Vingança’. Em ‘A Vingança de Jennifer’, uma mulher precisa viajar para um lugar afastado, onde é brutalmente violentada por vários homens. Ela precisa lidar com o trauma do acontecimento, mas decide se vingar de cada um dos autores do crimes. Por se tratar de um filme de terror explícito, pode conter gatilhos.

6- The Vow

foto promocional de the vow
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Série documental aborda empresa de fachada que fazia esquema de crimes sexuais


A série documental conta a história da empresa NXIVM, que funcionava de fachada para acobertar as ações de uma seita que cometia crimes sexuais, fundada pelo empresário Keith Raniere. Famosos também estavam envolvidos no esquema, como a atriz Allison Mack, de ‘SmallVille’ . A série segue o fio da investigação para desmascarar a empresa e aborda o ponto de vista das vítimas aliciadas pelo grupo.

7- A Vida Invisível

foto promocional de a vida invisível
Divulgação

O filme nacional retrata estupro no relacionamento


O longa nacional trata sobre temas como o apagamento das mulheres e a separação de duas irmãs, que passaram grande parte da vida separadas. No entanto, o filme também apresenta um olhar sobre consentimento  dentro de relacionamentos e aborda o estupro marital. Esse assunto no filme é ilustrado pelo personagem Antenor (Gregório Duvivier), que só por ser casado com Eurídice (Carol Duarte), uma das protagonistas, pensa que ela tem a obrigação de satisfazê-lo sexualmente a todo instante, sem direito de dizer não.

8- The Tale

foto de divulgação de the tale
Divulgação

‘The Tale’ traz traumas do passado da própria diretora do filme


Uma documentarista encontra textos que escrevia quando tinha 13 anos em um acampamento de hipismo, onde passava a maior parte do tempo com dois treinadores adultos. Logo, ela percebe que as memórias que têm são muito diferentes das que se lembrava e ela passa a se recordar de abusos que sofreu naquele lugar.

9 – The Haunting Ground

foto promocional de the haunting ground
Divugação

O documentário ‘The Haunting Ground’ aborda a pouca importância do consentimento nas faculdades norte-americanas


O documentário, que tem trilha sonora de Lady Gaga, retrata a cultura do estupro institucionalizada em campus e fraternidades universitárias nos Estados Unidos. O longa mostra o depoimento de diversas mulheres que foram sexualmente atacadas e como os acontecimentos impactaram suas vidas.

Fonte: IG Mulher

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