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Assim como no filme ‘After’, saiba identificar um relacionamento abusivo

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Assim como no filme 'After', saiba identificar um relacionamento abusivo
Reprodução: Alto Astral

Assim como no filme ‘After’, saiba identificar um relacionamento abusivo

Identificar um relacionamento abusivo ou tóxico nem sempre é fácil. Às vezes, por ser uma agressão verbal, ou crises de ciúmes , podem passar batido, mas o acumulo de estresse e ansiedade que a vítima aguenta pode se tornar uma bola de neve e causar sérios traumas em sua vida.

Quando se trata de romances ficcionais, os relacionamentos abusivos tendem a ser romantizados, como se as agressões fossem algo natural em prol do amor. Esse é o exemplo de After , uma série de livros criada a partir da fanfiction , que são histórias criadas por fãs de determinados livros, séries ou artistas, utilizando os mesmos personagens, porém com alterações no enredo.

Na história dos livros, a autora Anna Todd escreveu um clichê adolescente entre a protagonista Tessa e Harry Styles, ex-integrante da banda One Direction. Os livros foram adaptados para as telas do cinema e repercutiram muito desde então, tanto que já lançaram o segundo filme em 2020 e o terceiro está por vir.

Reprodução / Instagram @aftermovie

A trama cinematográfica apresenta Tessa, uma garota de 18 anos que está prestes a viver o sonho de ir para a universidade, e lá acaba conhecendo Hardin Scott, um valentão badboy que vira sua vida de ponta cabeça.

Os personagens beiram a problematização quando o objetivo de Tessa no filme é “consertar” o garoto que foi quebrado pela sociedade, como se o único objetivo dela fosse dar palco para fazer o bad boy uma pessoa melhor.

Todas essas atitudes no filme são faladas com a ausência da problematização do relacionamento, como se fosse algo comum. Entretanto, pensando na controversa da obra cinematográfica, saiba identificar e se safar de um relacionamento tóxico como o de Tessa e Hardin.

Fique de olho nos sinais

Existem alguns indícios que podem passar como sutis a ponto de se tornarem algo muito maior e tóxico, como, por exemplo: possessividade, comportamentos agressivos, invasão de privacidade, chantagem, manipulação, controle financeiro , ameaças e violência no geral.

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Segundo a psicóloga Sarah Lopes, é comum nesse tipo de relação que sempre um coordene tudo, fazendo com que o parceiro tenha receio ou até mesmo medo de falar o que sente, o que gostaria de fazer.

“Geralmente, o abusador frisa que o outro nunca vai encontrar alguém melhor e que vai ‘amá-lo’ da mesma forma como ele ‘ama’. Só por esses comportamentos, já é possível perceber o quanto a pessoa que já se sente mais vulnerável quando existe alguém que reafirma toda a crença negativa que ele já possui de si mesmo”, explica a especialista.

Fortaleça sua autoestima

É importante a busca do autoconhecimento para ter uma noção mais clara do seu valor e das suas qualidades. Enxergar suas emoções de forma clara irá facilitar na hora de enxergar o que há de tóxico na relação em que você se encontra.

“Esse tipo de relacionamento ocorre quando uma das partes faz com que o outro se sinta incapaz ou sem entendimento intelectual, não se sentindo confortável ao expressar uma opinião contraria a do parceiro”, declara a doutora.

Procure a ajuda de um psicólogo

Um especialista ira ajudar a ver o relacionamento com mais clareza, abrindo sua mente e entendendo com propriedade o que esta acontecendo. A psicanálise, psicoterapia ou grupos de autoajuda também são fundamentais para que a vítima consiga sair de um relacionamento abusivo.

Consultoria: Dra. Sarah Lopes, psicóloga.

Fonte: IG Mulher

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FRAPs: conheça os chamados Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias nos cães

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FRAPs: conheça os chamados Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias nos cães
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FRAPs: conheça os chamados Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias nos cães

Sabe quando seu cachorro sai correndo pela casa como um foguete? Esses momentos de agitação têm um nome: Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias, ou, na sigla em inglês, FRAPs ( Frenetic Random Activity Periods ). Esses períodos nada mais são do que um acúmulo extremo de energia que ocorre nos cães, podendo ser comparados às descargas de adrenalina nos seres humanos.

Mas fique tranquilo. Segundo Frederico Fontanelli Vaz, docente e coordenador do curso de medicina veterinária da Faculdade Anhanguera ABC, o comportamento é totalmente normal. “É um comportamento natural dos animais”, ele ressalta. Além disso, essa descarga de energia não dura mais do que alguns minutos – em cães de grande porte, pode se prolongar por mais tempo do que em raças pequenas.

Vaz esclarece que o comportamento costuma ocorrer após episódios que desencadeiam algum tipo de estímulo no animal. O médico usa como exemplo o banho, uma refeição ou cochilo e até mesmo a volta de seu tutor ao lar depois de um intervalo longo de tempo. “Isso acontece porque são momentos em que eles estão prontos para gastar a energia reposta”, complementa o veterinário.

E para quem está se perguntando: sim, os bichanos também podem apresentar tal comportamento. Mas, de acordo com o médico veterinário, há algumas diferenças. Ele explica que os gatos são caçadores por natureza. “Por isso, instantes antes do animal apresentar um FRAPs, os tutores podem perceber que ele está em estado de alerta, parecendo que viu ou ouviu algo ameaçador ou curioso”. Mas, assim como nos cães, também é possível que o gato apresente o comportamento após as refeições ou após horas de sono.

Todavia, Vaz pontua que, apesar de natural, essa descarga de energia só é um bom sinal quando esporádica e diz que, se os períodos forem muito repetitivos, é preciso ficar atento. O profissional recomenda procurar por um médico veterinário “a qualquer sinal diferente do comportamento natural”.

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No caso dos cães, ele ainda comenta que os Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias podem ser confundidos com o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). “Neste caso, os cães podem perseguir a cauda, seguir sua própria sombra ou ‘morder o ar’, como se estivessem tentados a pegar um inseto”, ele pontua.

O médico veterinário também faz questão de lembrar um ponto importante: os tutores devem evitar correr atrás do animal. Isso porque a ação pode levar o pet a pensar que está sendo perseguido, fazendo-o correr ainda mais. “Imagine se isso ocorrer em um local aberto, é perigoso”, ele comenta. Portanto, na rua, para evitar acidentes, controle sempre seu cão e mantenha-o na guia ou coleira. “Em casa, o tutor deve evitar deixar objetos pelo chão para que o cão ou gato não se machuque”, finaliza Vaz.

Consultoria: Prof. Frederico Fontanelli Vaz, graduado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Lavras (2011) e doutor em Ciências pelo programa de Patologia Experimental e Comparada na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia – USP. Atualmente, atua como docente e coordenador do curso de medicina veterinária na Faculdade Anhanguera ABC.

Fonte: IG Mulher

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