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Aspectos Demográficos

Conheça a evolução do crescimento da população

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A população atual do município é 8.144 habitantes (IBGE/ contagem 2007). Abaixo segue um estudo da evolução do número de habitantes.

População por Situação de Domicílio, 1991 e 2000

Ano

1991

2000

População Total

8.306

8.335

Urbana

6.975

7.247

Rural

1.331

1.088

Taxa de Urbanização

83,98%

86,95%

No período 1991-2000, a população de Alto Garças teve uma taxa média de crescimento anual de 0,04%, passando de 8.306 em 1991 para 8.335 em 2000.
A taxa de urbanização cresceu 3,54, passando de 83,98% em 1991 para 86,95% em 2000.
Em 2000, a população do município representava 0,33% da população do Estado, e 0,00% da população do País.

Estrutura Etária, 1991 e 2000

Ano

1991

2000

Menos de 15 anos

2.852

2.316

15 a 64 anos

5.098

5.506

65 anos e mais

356

513

Razão de Dependência

62,9%

51,4%

Indicadores de Longevidade, Mortalidade e Fecundidade, 1991 e 2000

Ano

1991

2000

Mortalidade até 1 ano de idade (por 1000 nascidos vivos)

35,0

19,0

Esperança de vida ao nascer (anos)

63,3

72,5

Taxa de Fecundidade Total (filhos por mulher)

2,4

2,3

No período 1991-2000, a taxa de mortalidade infantil do município diminuiu 45,66%, passando de 35,00 (por mil nascidos vivos) em 1991 para 19,02 (por mil nascidos vivos) em 2000, e a esperança de vida ao nascer cresceu 9,15 anos, passando de 63,34 anos em 1991 para 72,49 anos em 2000.

Fonte: PNUD / ATLAS

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Sargento da PM é denunciado por deixar vítima cega de um olho após disparo

O fato, que aconteceu no dia 18 de novembro do ano passado, consta em denúncia criminal oferecida nesta terça-feira (13.08) pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso.

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Marcos Bergamasco | Portal Mato Grosso

cirene giroflex viatura policial policia Foto Portal Mato Grosso

Sargento da PM é denunciado por deixar vítima cega de um olho após disparo

O atendimento de uma ocorrência sobre suposta perturbação do sossego alheio, em Alto Paraguai (a 200 km de Cuiabá), resultou em fratura e evisceração (arrancamento) do olho esquerdo de um dos acusados que tornou-se vítima da ação de um sargento da Polícia Militar.

 

O fato, que aconteceu no dia 18 de novembro do ano passado, consta em denúncia criminal oferecida nesta terça-feira (13.08) pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso.

 

Acusado de ser o autor dos disparos efetuados contra a vítima Allisson Santiago de Arruda Leite, com a utilização de uma espingarda calibre 12 carregada com munições de elastômero (borracha), o 3º Sargento da Polícia Militar Roosevelt Ferreira da Silva responderá pelo crime previsto no artigo 209 do Código Penal Militar (Ofensa à integridade corporal de natureza grave que resultou em debilidade permanente de sentido e deformidade duradoura).

 

Consta na denúncia que no momento em que os disparos foram efetuados, Bruno Ricardo de Souza, amigo da vítima, tentou socorrê-la e acabou sendo atingido por outro disparo efetuado pelo 3º Sargento, que também provocou lesão em seu braço esquerdo. Em relação a esse fato, o denunciado responderá pelo crime de lesão corporal de natureza leve.

 

“Conforme as circunstâncias observadas, é indubitável que o denunciado agiu de forma intencional e absolutamente desproporcional tanto com seu ataque à vítima Allisson, assim como, de modo plenamente injustificável, com relação ao ofendido Bruno Ricardo de Souza, que sequer esboçara algum ato de injusta e iminente agressão em desfavor da guarnição”, relatou o promotor de Justiça Allan Sidney do Ó Souza, em trecho da denúncia.

 

De acordo com as investigações, as vítimas estavam em uma conveniência e o PM suspeitou que Allisson Santiago de Arruda Leite era o proprietário do veículo que estava com o som alto. Ao exigir a documentação, iniciou-se uma discussão que resultou na tragédia descrita na denúncia.

 

 

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