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Arnaldo Jabor morre em consequência do AVC. Saiba se prevenir aqui

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

O cineasta, cronista e jornalista Arnaldo Jabort, de 81 anos, morreu na madrugada desta terça (15.02) em São Paulo. Ele estava internado desde dezembro do ano passado no Hospital Sírio-Libanês. Relembre do caso clicando aqui

Jabor havia sido hospitalizado após sofrer um Acidente Vascular Cerebral  e segundo a família, ele faleceu por volta da meia-noite, em decorrência de complicações do AVC.

Clique aqui e sai mais sobre o AVC.

O AVC é a segunda causa de morte no mundo, considerado a epidemia do século XXI. Entre 16 e 17 milhões de pessoas sofrem um AVC anualmente, das quais, 6 milhões não sobrevivem.

Também conhecido como derrame cerebral, o AVC acontece quando há um entupimento ou o rompimento das veias que levam sangue ao cérebro, provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada.

Os sintomas aparecem como diminuição ou perda súbita da força na face, braço ou perna de um lado do corpo, alteração súbita da sensibilidade com sensação de formigamento na face, braço ou perna de um lado do corpo, perda súbita de visão num olho ou nos dois olhos, alteração aguda da fala, incluindo dificuldade para articular, expressar ou para compreender a linguagem, dor de cabeça súbita e intensa sem causa aparente, instabilidade, vertigem súbita intensa e desequilíbrio associado a náuseas ou vômitos.

COMO SE PREVENIR – Os fatores de risco que podem provocar um AVC são muitos, mas a boa notícia é que a maioria está ligada a hábitos saudáveis de vida, como por exemplo, não fumar ou ingerir álcool e praticar exercícios regularmente.

Obviamente há fatores que não podem ser modificados, como a idade, a raça, a constituição genética e o sexo, mas controlar a hipertensão arterial (pressão alta), a diabetes mellitus, as doenças cardíacas, a enxaqueca, o uso de anticoncepcionais hormonais, o sedentarismo (falta de atividades físicas) e a obesidade evitam 91% dos AVCs no mundo, segundo informam as duas entidades.

SEQUELAS – Se o socorro for rápido (o ideal é que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), acionado pelo número nacional 192, chegue em até 7 minutos para socorrer) o paciente tem mais chances de se salvar e nem ter sequelas, porque a circulação sanguínea na área afetada pelo derrame pode ser  retomada rapidamente.

A chamada “janela de tempo” para minimizar sequelas de AVC é de apenas 4h30 e, mesmo assim, tudo vai depender do local onde o AVC aconteceu, a sua gravidade e o tempo que resposta do paciente.

Por isso é importante você saber quais os principais sintomas desta doença e, percebendo dos primeiros sinais chame o mais rápido possível a emergência médica.

As sequelas podem ser de três consequências: emocionais, neurológicas e motoras.

Motoras – são as mais comuns, caracterizadas pela paralisia de um dos lados do corpo. É importante relembrar que o hemisfério direito comanda o lado esquerdo do corpo e o hemisfério esquerdo comanda o lado direito, logo se o AVC afetar o hemisfério esquerdo será o lado direito do corpo a ficar paralisado. As sequelas motoras englobam não só a paralisia total de um dos lados do corpo, mas também a parcial, ou seja, existe uma grande dificuldade em movimentar esse lado do corpo.

Neurológicas – Quando uma pessoa é afetada por um AVC, o cérebro vai ficar afetado e dependendo da zona onde ocorreu o acidente poderá ter imensas sequelas a nível neurológico, sendo que a mais frequente é o paciente ficar com a boca torta. Sendo que as principais sequelas neurológicas são: perda de memória (podendo ser definitiva ou não), dificuldade em se expressar, dificuldade em falar, comer, engolir a própria saliva, paralisia facial, desequilíbrio, dificuldade na localização espacial e ainda uma sensação como se o lado em que está paralisado estivesse constantemente a ser queimado.

Emocionais – engloba depressão, impaciência, dificuldade nos relacionamentos, isolamento, revolta, e por ultimo a negligência do lado do corpo que está paralisado.

 

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Entenda a relação entre diabetes e saúde bucal

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Entenda a relação entre diabetes e saúde bucal
Entenda a relação entre diabetes e saúde bucal

O diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose (açúcar) no sangue. Quando o nível de glicose está muito alto, pacientes diabéticos ficam mais suscetíveis às infecções. Isso porque os mecanismos de defesa do corpo não conseguem funcionar de maneira tão eficiente. Entre as infecções mais comuns em quem tem diabetes estão aquelas que atingem a boca, devido ao descontrole da glicemia e interferência na produção da saliva.

Prejuízos da boca seca para a saúde

A boca seca, por exemplo, pode ocorrer em diversas situações, como na síndrome de Sjögren, uma doença autoimune, que afeta as glândulas produtoras de lágrimas e saliva. “Em relação ao diabetes, relacionamos com a poliúria, a urina em excesso. Amenizamos a causa aconselhando o paciente a ingerir muita água”, explica Dr. Sérgio Kignel, especialista em saúde bucal e estomatologia.

Em casos de não tratamento da boca seca, ela pode trazer problemas como, aumento de cáries e gengivites. “Além disso, o crescente aparecimento de feridas traumáticas pode ocorrer por deficiência de lubrificação, possibilitando a probabilidade de infecções”, completa o médico. Vale lembrar que o uso do cigarro piora o quadro.

Cuidado com a escovação dos dentes

É importante que o paciente seja orientado a escovar os dentes com cuidado, para evitar machucados na gengiva, pois a cicatrização em paciente com diabetes é mais demorada, devido à alta taxa de açúcar no sangue. O que é bem comum entre os pacientes, como explica o Dr. Sérgio Kignel, é parar de escovar assim que a gengiva é machucada. Pelo contrário, você deve continuar escovando a região afetada, para que remova toda a placa bacteriana e diminua o quadro inflamatório.

Necessidade de acompanhamento e cuidados

Pacientes com diabetes devem avisar o dentista sobre a doença. “O paciente deve ter suas responsabilidades, como manter o controle glicêmico, cultivar hábitos de higiene e não se submeter a cirurgias quando estiver descompensado”, aconselha Dr. Sérgio Kignel. Além disso, para essas pessoas recomenda-se visitais regulares ao médico.

Fonte: IG SAÚDE

 

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