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Áreas indígenas atacadas por garimpeiros podem receber reforços

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 Na semana, a área foi incendiada por criminosos
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Na semana, a área foi incendiada por criminosos

Ministério Público Federal (MPF) entrou com um pedido de reforço na segurança nas áreas indígenas atacadas por garimpeiros na região de Jacareacanga, a 1.706 km de Belém. As informações são do portal Uol.

Durante a semana, a líder Munduruku Maria Leusa Kaba foi alvo de ataques e teve a sua casa incendiada na aldeia Fazenda Tapajós. Objetivo dos ataques criminosos seria intimidar o povo nativo, que são contrários às práticas do garimpo.

O Estado de S.Paulo revelou conversas entre Valba Kaba (Republicanos), vice-prefeito de Jacareacanga, e garimpeiros locais.

“Agora é que é o momento. É combinar tudo. Esses restaurantes, comerciantes? Fechar tudo. Eles não vão aguentar sem comer. A articulação é essa daí, comerciante, mototáxi, barqueiro. Agora é que é a hora do movimento, entendeu”, diz o político.


A resposta veio de outro membro da exploração local. “Eu topo isso, Valmar. Se o pessoal concordar, chegou a hora de nós fazermos o movimento agora. Cadê os guerreiros, que vão para o movimento? Cadê os chefes dos guerreiros, também? Tem que se unir. Comigo não tem frescura, não, Valmar. Eu não tenho medo, eu topo mesmo. Chegou a hora de nós fazermos isso. Nós temos que fechar os comércios todos. Temos que nós unir para ir pra lar pro aeroporto.”

O vice-prefeito não retornou os contatos realizados pela reportagem.

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Homem indiano mantém braço direito levantado há 45 anos

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Amar Bharati
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Amar Bharati

Amar Bharati mantém o braço direito levantado há mais de 45 anos e não planeja baixá-lo tão cedo.

Quem já ficou com um braço levantado por certo tempo sabe a dificuldade que é. Porém, para o sadhu, o ato acompanha incrível naturalidade.

Bharati está em outro patamar. Um dia, ele decidiu dar uma virada completa na sua vida levantando o braço, e nunca mais tocou sua cintura desde então. O braço está atrofiado.

Em 1973, Bharati trabalhava em um banco indiano. Ele era casado, tinha três filhos e levava uma vida modesta. Até que de repente decidiu abandonar tudo para dedicar toda a sua vida a Shiva, uma divindade hindu.

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Para servir verdadeiramente às suas crenças religiosas, ele teve uma ideia: ele levantaria o braço e o manteria assim enquanto vivesse. (outros sadhus permanecem anos com um das pernas dobradas).

“Eu não peço muito. Por que lutamos entre nós, por que existe tanto ódio e inimizade entre nós? Eu quero que todos os indianos vivam em paz. Quero que o mundo inteiro viva em paz”, disse ele de acordo com o site “Unilad”.

No início, foi bastante doloroso. Depois de cerca de dois anos, a agonia começou a diminuir e logo ele perdeu qualquer sensação no braço direito, que se atrofiou. Mesmo que quisesse abaixar o braço, provavelmente não conseguiria sem uma preparação extensa, devido ao dano permanente ao nervo e à perda de circulação.

Sadhus são considerados homens sagrados pelo hindus e capazes e suportar terríveis provações. São geralmente ascetas, praticantes de ioga e andarilhos em busca da “perfeição”.

Fonte: IG Mundo

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