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ArcelorMittal (ARMT34) descongela projeto de R$1,9 bi em São Francisco do Sul

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ArcelorMittal (ARMT34) descongela projeto de R$1,9 bi em São Francisco do Sul
Redação 1Bilhão Educação Financeira

ArcelorMittal (ARMT34) descongela projeto de R$1,9 bi em São Francisco do Sul

Passado um ano do início da pandemia de Covid-19, o grupo ArcelorMittal, gigante mundial do aço , está descongelando um projeto de US$ 350 milhões (o equivalente a R$ 1,95 bilhão) em São Francisco do Sul (SC).

De acordo com o Valor Econômico, a retomada da obra de expansão foi autorizada recentemente pela direção mundial da companhia, que tem sede em Londres.

Conforme o jornal, o investimento é voltado à instalação de uma nova linha de chapas de aço para uso principalmente na fabricação de automóveis. Desde 2014, o projeto vinha sofrendo adiamentos por causa da crise econômica do país. No início do ano passado foi suspenso outra vez devido à pandemia.

ArcelorMittal (ARMT34) adota novas tecnologias em conceito 4.0 para sua fundação

ArcelorMittal

Ainda de acordo com o periódico, as perspectivas de demanda desse tipo de aço no mercado brasileiro nos próximos anos encorajaram o grupo a reativar a obra, que tem prazo para ser concluída e entrar em operação no terceiro trimestre de 2023.

Presidente da companhia, Benjamin Baptista Filho disse que a contratação dos equipamentos da nova linha deverá ser fechada até o final deste mês.

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Com essa expansão, a unidade de aço galvanizado Vega do Sul, como é conhecida, vai ampliar sua capacidade de produção para 2,2 milhões de toneladas por ano, em vários tipos de produtos. Atualmente, já existem no local duas linhas de produção desse material, aptas a ofertar 1,6 milhão de toneladas ao ano.

O aço laminado é destinado aos mercados automotivo, eletrodoméstico (linha branca), construção civil, tubos e de embalagens.

Desde a concepção original, a nova linha teve sua tecnologia atualizada, diz o executivo. O projeto prevê 600 mil toneladas ao ano de material laminado a frio, galvanizado e um produto chamado Magnelis, usado em painéis para gerar energia solar e em material da construção civil. Desde 2016, o Magnelis é fabricado pela ArcelorMittal na Europa.

Veja ARMT34 na Bolsa :

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Depósitos na poupança superam saques pelo quarto mês seguido, diz BC

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Captação líquida em julho foi de R$ 6,3 bilhões
Arquivo/Agência Brasil

Captação líquida em julho foi de R$ 6,3 bilhões

Impulsionada pela nova rodada de pagamentos do auxílio emergencial e pela alta recente nos juros, a aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros registrou o quarto mês seguido de desempenho positivo. Em julho, os brasileiros depositaram R$ 6,37 bilhões a mais do que sacaram na caderneta de poupança, informou nesta quinta-feira (05) o Banco Central (BC).

Apesar do desempenho positivo, a captação é inferior à registrada em julho do ano passado. Naquele mês, os brasileiros tinham depositado R$ 28,14 bilhões a mais do que retiraram da poupança.

Com o desempenho de julho, a poupança acumula retirada líquida de R$ 10,16 bilhões nos sete primeiros meses do ano. Esta é a maior retirada acumulada para o período semestre desde 2019, quando os saques tinham superado os depósitos em R$ 16,1 bilhões.

O principal responsável pelo resultado positivo na poupança foi a retomada do pagamento do auxílio emergencial. A Caixa Econômica Federal depositou o dinheiro em contas poupança digitais, que acumulam rendimentos. Nesta rodada, o benefício paga parcelas de R$ 150, R$ 250 e R$ 375 por mês, dependendo da família do beneficiário.

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No ano passado, a poupança tinha captado R$ 166,31 bilhões em recursos, o maior valor anual da série histórica. Além do depósito do auxílio emergencial nas contas poupança digitais ao longo de oito meses em 2020, a instabilidade no mercado de títulos públicos nas fases mais agudas da pandemia de Covid-19 atraiu o interesse na poupança, mesmo com a aplicação rendendo menos que a inflação.

Rendimento

Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança rendeu apenas 1,72% nos 12 meses terminados em julho, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado prévia da inflação, atingiu 8,59%. O IPCA cheio de julho será divulgado na próxima terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A perda de rendimento da poupança está atrelada a dois fatores. O primeiro são os juros baixos. Atualmente a taxa Selic (juros básicos da economia) está em alta, e quarta-feira (04) foi elevada para 5,25% ao ano. O segundo fator foi a alta nos preços dos alimentos e do dólar, que impacta a inflação desde o segundo semestre do ano passado. Mesmo assim, as recentes elevações na Selic estão voltando a atrair o interesse do brasileiro na caderneta.

Para este ano, o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 6,79% pelo IPCA. Com a atual fórmula, a poupança renderia pouco menos de 3,675% este ano, caso a Selic permanecesse em 5,25% durante todo o ano. O rendimento pode ser um pouco maior caso o Banco Central continue a aumentar a taxa Selic nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária.

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