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Araraquara decide prorrogar lockdown contra covid-19 até sábado

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A prefeitura de Araraquara, no interior paulista, decidiu na tarde de hoje (23) prorrogar o lockdown contra a covid-19 – iniciado no último domingo – até as 6 horas do próximo sábado (27). Dessa forma, permanece ativo o isolamento total na cidade, com a proibição da circulação de pessoas e veículos em vias públicas.

No decreto de prorrogação do lockdown, publicado na tarde de hoje, a prefeitura justifica que a decisão foi tomada em razão de a rede pública e privada de saúde no município ter entrado em colapso devido ao aumento do número de casos de covid-19. Segundo balanço da administração municipal, todos os leitos de enfermaria e UTI destinados ao atendimento de pacientes com covid-19 estão 100% ocupados.

A prefeitura disse ainda que, apesar do início do lockdown ao meio dia do último domingo, o índice de isolamento social registrado no dia pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE) foi de 49%, abaixo do considerado ideal, acima de 60%.

“No mês de agosto de 2020, pico da doença em Araraquara até então, chegamos a ter 50 (cinquenta) leitos de enfermaria e 14 (quatorze) leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ocupados, enquanto que, em 23 de fevereiro de 2021, temos 169 (cento e sessenta e nove) leitos de enfermaria e 74 (setenta e quatro) leitos de UTI ocupados, o que representa um aumento de 270% (duzentos e setenta por cento) de leitos de enfermaria ocupados e 370% (trezentos e setenta por cento) de aumento de leitos de UTI ocupados”, destacou a prefeitura no decreto.

Até o momento, no município, foram registrados 181 óbitos decorrentes de infecções com o novo coronavírus (covid-19).No ano de 2020, morreram em Araraquara 92 pessoas vítimas da covid-19.

Nesta terça-feira, Araraquara registrou mais 179 casos positivos da covid-19. Além desses, mais 11 foram confirmados em laboratórios da rede complementar particular, totalizando 190 novos casos. Desde o início da pandemia, o município já registrou 13.683 casos da doença.

Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Saúde

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Infectados com a variante de Manaus têm 10 vezes mais vírus no corpo

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Resultado da análise pode apontar o motivo de a linhagem P1 ser mais contagiosa
Foto: Reprodução

Resultado da análise pode apontar o motivo de a linhagem P1 ser mais contagiosa

Um estudo feito por pesquisadores da  Fiocruz  mostrou que os adultos infectados pela variante brasileira P.1  do coronavírus, identificada primeiro no Amazonas, têm uma carga viral dez vezes maior do que adultos infectados por outras “versões” do vírus.  “Se a pessoa tem mais carga viral nas vias aéreas superiores, a tendência é que ela vai estar expelindo mais vírus – e, se ela está expelindo mais vírus, a chance de uma pessoa se infectar próxima a ela é maior”, explicou Felipe Naveca, pesquisador da Fiocruz Amazonas e líder do estudo.

De acordo com a Fiocruz, os pesquisadores analisaram 250 códigos genéticos do coronavírus durante quase um ano.

Eles perceberam que essa maior quantidade de vírus não acontecia, entretanto, nos homens idosos (acima de 59 anos). Uma possível explicação para isso é que a resposta imune de homens idosos tende a não ser tão eficiente de forma geral. “Em homens mais velhos, a resposta imune já não consegue responder tão eficientemente, e aí não teve diferença sendo P.1 ou o outro [vírus]”, aponta Felipe Naveca.

Naveca afirma, entretanto, que não há relação entre quantidade de vírus no corpo e gravidade da doença ou, até mesmo, presença deles. “Carga viral não está relacionada com gravidade – a gente tem pacientes com alta carga viral e sintomas muito leves ou até sem sintomas”, diz o pesquisador.

Fonte: IG SAÚDE

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