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Após reunião, Lira aponta preocupação com companhias aéreas

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Arthur Lira conversou com empresários do ramo aeronáutico para entender o aumento do querosene
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Arthur Lira conversou com empresários do ramo aeronáutico para entender o aumento do querosene

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, (PP-AL), disse nesta terça-feira (12) que vê com preocupação o impacto do preço dos combustíveis na operação de companhias aéreas.

Na segunda-feira (11), Lira se reuniu com representantes do setor. Em Brasília, os empresários seguiram depois para o encontro do ministro da Economia, Paulo Guedes.

“Nós temos, em relação às áreas, uma preocupação em relação à questão do barril do petróleo, que impacta diretamente no combustível, que são os queroneses, principalmente, e a questão do dólar que impacta no leasing (contrato de cessão de aeronaves às companhias)”, disse Lira.

Após a reunião, Lira disse que o assunto será levado em conta na discussão de duas medidas provisórias que podem impactar o setor.

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“Nós temos uma medida ou duas Medidas Provisórias, que estão já em vigor, e o cuidado das empresas era o pleito de que não se piorasse mais a situação da malha, com relação ao atendimento que está precário. Segundo eles, com mil voos a menos diários do que no período de antes da pandemia”, completou o presidente da Câmara.

Na segunda-feira, o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, afirmou que a desoneração de PIS e Cofins da querosene de aviação é um sinal importante, mas insuficiente ante a alta dos custos do setor, e que seria como três gotas no oceano.

Ele e outros representantes do setor aéreo sugeriram a Guedes a criação de uma mesa de negociação permanente para discutir o custo do combustível.

“Não viemos pedir desoneração, redução de tributos, não estamos nessa discussão. Nosso debate é exclusivamente ligado ao custo da querosene de aviação, que subiu mais de 130%”, afirmou Sanovicz, antes da reunião com o ministro.

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Campos Neto diz não querer permanecer à frente do BC em 2024

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Roberto Campos Neto
José Cruz/Agência Brasil

Roberto Campos Neto

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto , disse nesta quinta-feira (18) que não quer ser reconduzido ao cargo quando terminar o seu mandato, em 2024.

Quando o Congresso aprovou a autonomia do BC, incluiu a possibilidade de reeleição a cada quatro anos, o que Campos Neto diz ter sido contrário. Segundo ele, a possibilidade de recondução não seria saudável porque expõe o órgão à vontade política do Executivo.

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“Eu acho que a recondução não é saudável mesmo porque cria uma fragilidade no meio do mandato porque vai ter um presidente do banco central que vai estar interessado em estar reconduzido e fica exposto naquele momento à vontade do Executivo”, disse.

“Eu não gosto, não acho que é bom. Se tivesse dependido só de mim não teria nem recondução na lei de autonomia”, completou.

Quando aprovada a autonomia do BC, em 2021, o banqueiro já estava à frente da instituição a dois anos. Segundo ele, seu trabalho já foi feito. 

“O Brasil fez o trabalho mais cedo, mais rápido e as pessoas entendem que o trabalho do Banco Central está em grande parte feito”, afirmou.

A lei visa proteger a diretoria e o presidente do órgão de influências políticas. Para isso, entre outras medidas, criou um mandato fixo de quatro anos tanto para o presidente como para os diretores. Antes, o presidente da República indicava o nome que regeria a política monetária. 


Fonte: IG ECONOMIA

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