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Após EUA, Senado brasileiro terá Sessão Especial para discutir OVNIs

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Após EUA, Senado brasileiro terá Sessão Especial para discutir OVNIs
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Após EUA, Senado brasileiro terá Sessão Especial para discutir OVNIs

Após o Congresso americano realizar uma audiência pública sobre objetos voadores não identificados (OVNIs), o Senado brasileiro terá no próximo dia 24 de junho um evento sobre o mesmo tema. Trata-se de uma Sessão Especial requerida pelo senador Eduardo Girão (PODEMOS – CE). O evento acontecerá nos 75 anos do Dia Mundial da Ufologia e contará com convidados especialistas no assunto.

No documento, Girão cita o relatório divulgado ano passado pelo Pentágono acerca do tema e que culminou na audiência pública sobre OVNIs desta semana.

O requerimento de Girão foi aprovado no dia 16 de março. Entre os autores do documento consta ainda os nomes os senadores Eliziane Gama (Cidadania – MA), Alessandro Vieira (Cidadania – SE),  Izalci Lucas (PSDB – DF), Jorge Kajuru (Podemos – GO), Marcos do Val (Podemos – ES), Paulo Rocha (PT – PA),  Reguffe (Podemos – DF).

No fim de semana seguinte à aprovação do requerimento, Girão esteve presente no XXV Congresso Brasileiro de Ufologia, que ocorreu entre os dias 18 e 20 de março, em Curitiba.

Não é a primeira vez que o nome do senador se vê associado ao tema dos seres extraterrestres. Eduardo Girão foi um dos produtores do filme ‘Área Q’, de 2012,  que conta com o ator americano Isaiah Washington, de Greys Anatomy, no elenco. Em entrevista à Federação Espírita Catarinense, em 2012, Girão classificou o filme como um ficção científica com base de valores de mensagem cristã.

O filme mostra o drama de um americano que tem o filho desaparecido e suspeita que ele tenha sido abduzido por ET’s. De acordo com a sinopse da obra, essa busca leva o americano ao Ceará. Ele busca por seu filho em um lugar conhecido como Área Q, onde estranhos casos envolvendo OVNI’s acontecem.

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MEC corta R$ 619 milhões de colégios e universidades federais

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Universidade Federal de Alagoas
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Universidade Federal de Alagoas

A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) anunciaram nesta sexta-feira que as instituições federais de ensino perderam, juntas, mais de R$ 600 milhões do orçamento discriminado em junho.

As universidades federais tiveram um corte de R$ 217 milhões na última sexta-feira (24) e R$ 220 milhões no começo do mês. Metade desse dinheiro, segundo a Andifes, foi remanejado para o Programa de Garantia de Atividade Agropecuária. Já os colégios da rede federal perderam R$ 92 milhões agora e outros R$ 92 milhões no começo do mês. Juntos, os cortes somam R$ 619 milhões.


O Proagro é um programa do governo federal que garante o pagamento de financiamentos rurais de custeio agrícola quando a lavoura amparada tiver sua receita reduzida por causa de eventos climáticos ou pragas e doenças sem controle. Ele tem como foco principalmente os pequenos e os médios produtores, mas pode ser utilizado por todos dentro do limite de cobertura.

“Nestas portarias, os valores das emendas do relator do orçamento, da rubrica RP9 (o chamado ‘orçamento secreto’), que somam aproximadamente R$ 17,2 milhões, não foram afetadas por nenhum remanejamento”, observa a Andifes, em nota.

Com isso, todo o orçamento das instituições que estavam bloqueados não serão recuperados. Isso significa que eles tiveram outras destinações e o contingenciamento virou, de fato, um corte.

O orçamento discriminado é aquele no qual o governo federal consegue cortar porque não são gastos obrigatórios — como salários e aposentadorias. No entanto, essa verba é fundamental para o funcionamento das universidades. É com ela que se paga contas de água, luz, segurança e manutenção, além de investimentos em pesquisa, bolsas e auxílios a estudantes carentes.

“Foram retirados recursos que impactam em todas as nossas ações. A manutenção das nossas escolas, a realização de atividades de pesquisa, de ensino, de extensão, de assistência estudantil que garanta a permanência e êxito dos nossos estudantes”, afirma Cláudio Alex Jorge da Rocha, presidente do Conif e reitor do IFPA.

Atualmente, são 618 campi de colégios federais espalhados pelo país, e inclui institutos federais (que possuem educação básica e superior), Cefets, escolas técnicas de ensino profissionalizante e os colégios Pedro II, no Rio.

Em 2015, o orçamento para os gastos discricionários era o dobro de 2021. Com isso, além das contas básicas, também ficam prejudicadas as compras de materiais para pesquisa, manutenção dos prédios e o pagamento de bolsas que garantem a permanência dos estudantes pobres.

O orçamento de assistência estudantil, que chegou a ser de R$ 1 bi em 2014, caiu para R$ 460 milhões em 2021. Enquanto isso, o número de estudantes mais do que dobrou: passou de 373 mil para 819 mil. Já a Andifes sinalizou, em nota, que se reuniu com representantes do MEC e foram informados dos detalhes técnicos da decisão tomada pela equipe econômica do governo.

“Os diretores da Andifes, inclusive fazendo menção a vários dos debates ocorridos na sessão do conselho pleno desta quinta-feira (23), deixaram clara a gravidade da situação e a inviabilidade do funcionamento das instituições sem a recomposição dos orçamentos. Novos movimentos e ações da Andifes em face desse gravíssimo deslocamento de recursos da educação pública superior serão em breve noticiados”, informou o grupo.

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