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Apoiadores da CPMF tentam encontrar nome popular para volta do imposto

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Governo pretende discutir a volta do imposto em caso de vitória de Arthur Lira (PP-AL)
Marcos Santos/USP Imagens

Governo pretende discutir a volta do imposto em caso de vitória de Arthur Lira (PP-AL)

À espera das eleições para a presidência da Câmara dos Deputados , apoiadores da CPMF estão se articulando para entrar em consenso sobre o novo nome do imposto. Empresários afirmam que a mudança é necessária para cair nas graças da população e mostrar a importância do imposto para a economia.

A medida é apoiada pelo Governo Federal , que torce pela vitória de Arthur Lira (PP-AL) para voltar a discutir a proposta .

Uma das opções analisadas foi chamar a nova CPMF de imposto único ou microimposto. Há ainda quem defenda usar termos em inglês para apagar a opinião pública sobre a alíquota.

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“Mudar nome é fugir do problema, melhor seria encarar e dizer abertamente que a CPMF foi um excelente imposto”, disse Marcos Cintra, ex-secretário da Receita Federal à coluna Painel do jornal Folha de S. Paulo .

No entanto, há entusiastas receosos com a cobertura da imprensa. À Folha, o presidente da Confederação Nacional dos Serviços, Luigi Nese, explicou que mesmo com a troca de nome a população vai lembrar da CPMF.  

“Se quiserem, podemos chamar o imposto de Manoel ou Maria. Para a mídia é CPMF”, afirmou.

O ministro da Economia, Paulo Guedes , chegou a apresentar uma proposta para criar um imposto sobre transações financeiras digitais, mas a Câmara dos Deputados rechaçou a possibilidade de discutir a medida. A pasta acredita que a volta do imposto possa desafogar os cofres públicos e promover a desoneração na folha de pagamentos das empresas.

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Lucro do Banco do Brasil aumenta 32% no primeiro trimestre

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O Banco do Brasil (BB) teve lucro líquido contábil de R$ 4,226 bilhões no primeiro trimestre, segundo balanço divulgado hoje (6) à noite. O valor representa alta de 31,9% em relação aos R$ 3,199 bilhões registrado no mesmo período de 2020.

O lucro líquido ajustado do banco, que exclui receitas e gastos extraordinários, totalizou R$ 4,913 bilhões nos três primeiros meses de 2021. O montante é 44,7% maior que o observado no primeiro trimestre de 2020.

Indicador que mede a lucratividade dos bancos, o retorno sobre o patrimônio líquido também registrou melhora. A proporção ficou em 15,1%, melhor que os 12,1% registrados no último trimestre de 2020 e que os 12,5% no primeiro trimestre do ano passado.

A receita com prestação de serviços somou R$ 6,9 bilhões, com queda de 3% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Em nota, o Banco do Brasil informou que o recuo decorre “do atual momento macroeconômico e da dinâmica de negócios na rede”.

Carteira de crédito e inadimplência

A carteira de crédito ampliada do BB somou R$ 758,3 bilhões no primeiro trimestre, alta de 4,5% em relação aos três primeiros meses do ano passado. A inadimplência superior a 90 dias atingiu 1,95% no fim de março. Apesar de registrar leve alta em relação ao fim de dezembro, quando estava em 1,9%, o índice está abaixo dos 3,17% registrados em março do ano passado.

Esse é o primeiro balanço divulgado pela gestão do novo presidente do BB, Fausto de Andrade, que assumiu o comando da instituição financeira em março. Andrade substituiu André Brandão, que pediu demissão do cargo após instituir um programa de fechamento de 361 pontos de atendimento e de instituir um programa de demissão incentivada de 5 mil funcionários.

Edição: Fábio Massalli

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