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Apenas 12,7% das notas de R$ 200 previstas entram em circulação; entenda

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Raphael Ribeiro/Banco Central do Brasil

Nota de R$ 200 tem demanda menor que a esperada

A nota de R$ 200 teve demanda abaixo da esperada, fazendo com que o Banco Central (BC) colocasse apenas 57,3 milhões de unidades em criculação, de acordo com informações da agência Folhapress.

O montante equivale a 12,7% do total de cédulas programado (450 milhões) para ser fabricado no ano passado. Até esta segunda-feira (11), as notas com a estampa do lobo-guará que entraram em circulação equivalem a R$ 11,4 bilhões – contra os R$ 90 bilhões esperados.

Desde setembro passado, quando a nota de R$ 200 foi lançada pelo BC , a prioridade foi a emissão de cédulas de R$ 100. De agosto para cá, mais de 150 milhões de unidades entraram em circulação.

A demanda observada pelo BC foi, na verdade, menor do que a esperada. Quando foi criada, a nota de R$ 200 surgiu sob a justificativa de um aumento de demanda por papel-moeda, sobretudo impulsionado pelo auxílio emergencial . Além disso, o aumento do entesouramento (quando o dinheiro em papel não circula na economia) foi expressivo no início da pandemia de Covid-19 .

Na prática, a demanda foi mais baixa que a esperada. “O BC sempre faz uma projeção para o ano de acordo com a demanda atual e ajusta a demanda ao longo do ano. Acredito que, como vivemos uma situação atípica, é melhor contratar a mais que ser pego de surpresa”, afirma Mauro Rochlin, economista da FGV, à Folhapress. O BC contrata a Casa da Moeda para fabricar as notas, mas isso só acontece se houver a demanda necessária.

“Talvez a medida tenha sido acertada, mas houve erro no cálculo. Na pandemia, embora tenha crescido a demanda por papel-moeda, aumentou muito o uso de aplicativos e de transações digitais”, completou o especialista.

Além disso, a chegada do Pix também pode ter sido um fator que influenciou para mais pessoas usarem as transações digitais em detrimento de papel-moeda. Em nota à Folhapress, o BC disse que o ritmo de uso da nota de R$ 200 “vem evoluindo em linha com o esperado, e deverá seguir em emissões ao longo dos próximos exercícios”.

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Governo de SP regride 8 regiões para fase mais restritiva do Plano SP; veja

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Governo de SP regride 8 regiões para fase mais restritiva do Plano SP

O governo de São Paulo anunciou, nesta sexta-feira (15), durante coletiva de imprensa, que vai regredir 8 regiões do estado para uma fase mais restritiva do Plano São Paulo, de flexibilização econômica por conta da pandemia de Covid-19. A justificativa foi o aumento recente no número de casos e internações no estado.

As mudanças passam a valer já a partir de segunda-feira (18). “As medidas são para evitar a superlotação nos hospitais e unidades de terapia intensiva e a falta de atendimento médico necessário”, afirmou o governador João Doria (PSDB).

As regiões de Araçatuba, Bauru, Piracibaca, Franca, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Taubaté saíram da fase amarela e foram para a fase laranja do plano de reclassificação. Já Marília deixou a fase laranja e regrediu para a fase vermelha.  O rebaixamento acontece porque os leitos de UTI na região estão com 83% da capacidade ocupados.

Você viu?

A região da  Grande São Paulo segue na fase amarela do plano de reclassificação, apesar do aumento no número de internações na capital paulista.

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Governo de SP

Plano SP

Na última sexta-feira (8), quando foi anunciada a primeira atualização do Plano SP em 2021, o governo havia dito que novas orientações seriam anunciadas apenas no dia 5 de fevereiro. Porém, por conta da alta nos números da pandemia no estado, o governo decidiu adiantar a reclassificação.

“A reclassificação foi adiantada por razões substantivas. É uma medida preventiva e necessária para proteger vidas dos brasileiros em São Paulo”, afirmou João Doria.

Números no estado 

Nesta última quinta-feira (14), o estado ultrapassou a marca de 49 mil mortes causadas pela Covid-19 desde o início da pandemia, em meio a uma nova alta de casos, óbitos e internações pela doença.

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