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Anvisa proíbe venda de mais chocolates da Kinder no Brasil

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Anvisa proíbe venda de mais chocolates da Kinder no Brasil
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Anvisa proíbe venda de mais chocolates da Kinder no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ampliou a lista  de chocolates Kinder com proibição de vendas no Brasil, após suspeitas de contaminação por salmonella na Europa. Segundo a resolução, ficam restritos todos os produtos da linha Kinder Schoko-Bons fabricados na Bélgica e importados ao país.

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A última medida, divulgada em 20 de abril, proibia somente os chocolates brancos, mas a Anvisa informou que foi necessário aumentar a restrição uma vez que “a empresa Ferrero do Brasil informou ter identificado a comercialização de lotes desses produtos, importados por terceiros para o país”, informou a agência. O órgão ressalta que a própria empresa já iniciou um recolhimento voluntário dos produtos no país.

Segundo a agência, “esse chocolate é fabricado nos sabores cacau e branco e está disponível em embalagens de 46g, 125g, 200g e 300g”.

Em nota, a empresa Ferrero do Brasil informou que comunicou às autoridades sua decisão de proceder a um recall voluntário e preventivo de qualquer versão do produto Kinder Schoko-Bons, fabricados na Bélgica.

A empresa diz que, apesar da companhia não importar nem comercializar este produto no país, tomou conhecimento de que uma empresa terceira, com a qual não mantém relação comercial, importou de forma independente produtos da marca Schoko-Bons que fazem parte de recall conduzido no exterior e, assim, podem apresentar potencial contaminação por salmonella.

A Ferrero do Brasil acrescenta que a nova resolução da Anvisa “apenas formaliza o recolhimento voluntário e preventivo apresentado espontaneamente pela Ferrero do Brasil dos produtos belgas, pautando sempre sua conduta em proteção à segurança dos consumidores e qualidade dos seus produtos”.

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A empresa orienta que, caso o consumidor tenha adquirido este produto, não o consuma e entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor pelo telefone 0800 701 6595, todos os dias das 9h às 19h ou pelo e-mail [email protected] para troca ou reembolso.

O que o consumidor deve verificar?

A Anvisa recomenda que o consumidor verifique no verso do produto se ele foi fabricado na Bélgica. Caso encontre ou tenha produtos dessa procedência, o consumidor não deve consumi-los e deve entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor da empresa Ferrero (telefone 0800 701 6595 e e-mail [email protected]) para que ela possa providenciar o recolhimento.

O que é recolhimento voluntário?

O recolhimento voluntário é uma medida preventiva, adotada pela empresa e demais empresas da cadeia produtiva de alimentos, que visa a imediata e eficiente retirada de lotes de produtos do mercado de consumo.

Quando o alimento representa risco ou agravo à saúde do consumidor, o recolhimento é obrigatório. Nesses casos, a empresa tem obrigação de comunicar o fato à Anvisa em 48 horas, a partir da ciência da necessidade de recolhimento, para que sejam adotadas as medidas sanitárias necessárias e o recolhimento seja acompanhado pela agência.

Contaminação na Europa

As autoridades de saúde da Bélgica determinaram no início do mês que a empresa italiana Ferrero, dona da marca Kinder, a suspensao da produção da fábrica no país por conta de contaminação pela bactéria Salmonella em seus chocolates.

Os produtos da Kinder vendidos em diversos países da Europa  foram recolhidos dos mercados após uma suspeita de contaminação pela bactéria. Os produtos alvos do recall foram fabricados na Bélgica.

A Ferrero recolheu vários lotes de ovos de chocolate Kinder Surprise e outros produtos das prateleiras da Espanha, Grã-Bretanha, Irlanda e Estados Unidos.

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Aneel aprova aumento de 10% nas contas de luz em São Paulo

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Reajuste na conta de energia elétrica será de 10%
Fernanda Capelli

Reajuste na conta de energia elétrica será de 10%

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (28) um reajuste de 10% nas contas de luz dos clientes residenciais da Enel São Paulo, distribuidora que atende a região metropolitana de São Paulo.

Para os consumidores industriais e outros grandes clientes, a alta será de 18%. Os novos valores passam a vigorar em 4 de julho.

O percentual aprovado já considera parte das medidas já aprovadas pelo governo e pelo Congresso para frear a alta no preço das tarifas de energia em ano eleitoral. Dessa forma, o aumento ficou próximo da inflação do ano passado.

Entre as medidas está a devolução do PIS/Cofins cobrado a mais dos consumidores de eletricidade. A medida resultou em redução de 8,7% frente ao aumento previsto inicialmente.

Foi contabilizado também parte do aporte de R$ 5 bilhões que a Eletrobras fará na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), um fundo do setor elétrico que banca as medidas do setor. A redução com a iniciativa foi de 2,84%.

Segundo o relator do processo, diretor Hélvio Guerra, a lei que limita a incidência a alíquota de ICMS a até 18% sobre energia elétrica poderia reduzir ainda mais os aumentos.

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Apesar de já ter sido sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, os estados ainda precisam regulamentá-la de modo que ela não foi considerada neste processo tarifário.

O estado de São Paulo já implantou a redução sobre combustíveis, mas ainda não contemplou as tarifas de energia elétrica.

De acordo com a Aneel, contribuirá para atenuar o preço final da energia dos consumidores da Enel-SP em aproximadamente 10,4%.

A Enel-SP atende a 18 milhões de pessoas, distribuindo energia elétrica para 24 municípios da região metropolitana de São Paulo, incluindo a capital.

Os reajustes nas contas de luz são definidos anualmente pela Aneel, de acordo com o contrato de concessão. Eles consideram, entre outros fatores, o comportamento do dólar, o custo para compra de energia e encargos embutidos nas tarifas.

Fonte: IG ECONOMIA

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