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André Brandão é escolhido como novo presidente do Banco do Brasil

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Marcelo Camargo/Agência Brasi

André Brandão: atual presidente do HSBC será presidente do BB, segundo integrantes do governo

O atual presidente do banco HSBC no Brasil, André Brandão, aceitou convite do governo para presidir o Banco do Brasil. Brandão substituirá  Rubem Novaes, que pediu demissão do cargo na semana passada.

Segundo falou uma fonte da equipe econômica do governo ao canal GloboNews, ainda faltam alguns detalhes burocráticos para o anúncio oficial de Brandão. O governo o vê como tendo um perfil parecido com o do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

“Um banqueiro jovem, mas bastante experiente, técnico, discreto e apolítico”, explicou o integrante da equipe econômica do governo à comentarista Cristiana Lôbo, da GloboNews.

Quem é o novo presidente do BB

Brandão entrou no Grupo HSBC em 1999, na área de renda fixa, vendas e câmbio. Em 2001, assumiu o cargo de diretor de tesouraria e depois foi promovido a diretor-executivo de tesouraria. Com 26 anos no mercado financeiro, Brandão trabalhou por 11 anos no Citibank, entre São Paulo e Nova York.

Em 2015, o executivo foi convocado a uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) no Senado Federal que investigava contas brasileiras no braço suíço da instituição. O escândalo ficou conhecido à época como “Swissleaks”.

Brandão então afirmou aos senadores não ter nenhum conhecimento sobre as contas mantidas por cerca de oito mil brasileiros na Suíça e manifestou reprovação à conduta de Hervé Falciani, ex-funcionário do HSBC e delator do escândalo.

Na época, ele também disse que depois de levantadas suspeitas de que as contas no país poderiam ser usadas para fins ilícitos – como lavagem de dinheiro e evasão de divisas – o HSBC reforçou suas políticas de compliance.

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Caixa tem lucro líquido de R$ 1,89 bilhão no terceiro trimestre

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A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 1,890 bilhão no terceiro trimestre deste ano, com queda de 76,4% em relação a igual período de 2019. Na comparação com o segundo trimestre (R$ 2,558 bilhões), a retração é de 26,1%.

De janeiro a setembro de 2020, o lucro líquido ficou em R$ 7,498 bilhões, queda de 53,6% em relação aos nove meses do ano passado (R$ 16,158 bilhões).

No terceiro trimestre de 2020, o lucro ajustado, desconsiderados eventos extraordinários, foi de R$ 2,636 bilhões, crescimento de 1,7% em relação ao segundo trimestre. Até setembro, o lucro líquido ajustado chegou a R$ 8,3 bilhões.

Carteira de Crédito

A carteira de crédito ampla da Caixa (empréstimos mais as operações com títulos, valores mobiliários privados e garantias) totalizou R$ 756,488 bilhões em setembro de 2020, aumento de 10,7% se comparado ao mesmo período do ano anterior. 

Segundo a Caixa, a participação de mercado ficou em 19,6% por influência principalmente do crescimento de 9,3% em habitação, 6,1% em saneamento e infraestrutura, 5,2% em crédito comercial pessoa física e 32,9% no rural.

No terceiro trimestre foram concedidos R$ 122,9 bilhões em crédito, aumento de 27,5% no trimestre, consequência do aumento de 60,6% em consignado, 21,5% em habitação, 5,8% em crédito rural, 7,5% em saneamento e infraestrutura e 72% em crédito para pessoa jurídica, principalmente nas linhas de micro e pequena empresa.

A carteira da Caixa finalizou o terceiro trimestre com índice de inadimplência de 1,87%, redução de 0,61 ponto percentual no trimestre e 0,50 ponto percentual em 12 meses.

De acordo com o banco, o nível de provisionamento da carteira cobre cerca de 2,4 vezes a inadimplência superior a 90 dias, crescimento de 49,4 pontos percentuais no trimestre e 25 pontos percentuais em 12 meses.

No terceiro trimestre de 2020 as receitas de prestação de serviços totalizaram R$ 6,1 bilhões, crescimento de 13,4% quando comparadas ao segundo trimestre de 2020. Houve aumento de 19,1% em serviços de governo, 9,1% em receitas de conta corrente, 37% em cartões e 215,2% em seguros.

As despesas de pessoal, que correspondem a 64,9% das despesas administrativas, apresentaram crescimento de 2,3% no trimestre, influenciadas pelo reajuste anual nas tabelas salariais dos empregados e pelo pagamento do abono único.

Edição: Kleber Sampaio

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