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Anatel: reclamações nas telecomunicações aumentou 6,6% em 2020

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As reclamações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no primeiro semestre de 2020 aumentou 6,6% em comparação com o segundo semestre de 2019, embora tenha havido uma queda em relação ao mesmo período do ano passado. Foram registradas 1,52 milhão de queixas contra as prestadoras neste ano.

Segundo a Anatel, o aumento de reclamações em relação ao último semestre é consequência, principalmente, do aumento de queixas de consumidores de banda larga fixa. A principal reclamação é em relação à qualidade. Nesta categoria, foram registradas, ao todo, cerca de 394 mil reclamações sobre o serviço no primeiro semestre de 2020, o que  representa um aumento de 40% em relação ao segundo semestre do ano passado.

Na banda larga fixa, a Claro foi quem recebeu mais críticas (131.909), seguida da Vivo (90.209), da Oi (72.003) e da TIM (38.831). Outras operadoras, como pequenas empresas de atuação regional, foram responsáveis por (60.941) contestações.

O serviço de telefonia celular pré-paga teve cerca de 228 mil reclamações, o que representa um aumento de 20% em relação ao segundo semestre de 2019. Os principais motivos, segundo a Anatel, são bloqueio ou suspensão indevidas do serviço e cancelamento indevido. A TIM foi a operadora com mais críticas neste segmento (100.032), seguida por Claro (47.066), Vivo (43.738) e Oi (33.650).

Queda

Nos demais serviços houve queda de reclamações em relação ao semestre anterior. A telefonia móvel pós-paga foi o serviço que registrou o maior número de reclamações em números gerais, com 497 mil queixas, mas houve queda de 2,6% em comparação com o segundo semestre de 2019. 

Neste serviço, a TIM foi a mais questionada, com 147.218 reclamações. A Claro se aproximou deste patamar, com 138.180. No ranking constam ainda Vivo (118.952) e Oi (68.056).

A telefonia fixa teve 241 mil reclamações no primeiro semestre de 2020, uma queda de 9% em comparação ao semestre anterior. A Oi apareceu no topo do ranking (106.483), seguida por Vivo (80.923), Claro (41.206) e TIM (8.930).

Na TV por assinatura, foram registradas 154 mil notificações, uma queda de 10%. A Claro teve  73.833 queixas. Em segundo lugar ficou a Sky (51.884), em terceiro a Vivo (13.147) e em quarto lugar ficou a Oi (14.005).

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Geral

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INSS informa que 421 peritos compareceram ao trabalho hoje

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A Secretaria Especial de Previdência e Trabalho e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informaram hoje (23) que 421 peritos médicos federais compareceram aos seus postos de trabalho nas agências da Previdência e realizaram, até as 16h, 3.796 perícias presenciais. Outros 342 peritos deveriam ter retornado ao trabalho nesta quarta-feira mas não voltaram.

Esses atendimentos ocorreram em 135 agências com perícia médica, das 204 que estavam com agenda para hoje. Segundo o INSS, 77% dos peritos em unidades com atendimento trabalharam nesta quarta-feira.

Embora o INSS tenha determinado o corte de ponto dos médicos peritos que não comparecerem ao trabalho, a Justiça Federal no Distrito Federal (JFDF) suspendeu hoje o trabalho presencial da categoria nas agências que adotaram padrões menos rígidos de prevenção de contágio. O juiz Marcio de França Moreira, da 8ª Vara Federal de Brasília, também suspendeu o corte de ponto dos que não atenderam à convocação.

Agências do INSS foram reabertas para atendimento presencial no último dia 14, após terem ficado fechadas por cerca de seis meses devido à pandemia do novo coronavírus. Entretanto, os médicos peritos decidiram não retomar as atividades por considerar que não havia segurança para o trabalho para evitar a disseminação do novo coronavírus. Todas as perícias médicas agendadas foram suspensas até a adequação das agências.

Na semana passada, o INSS fez inspeções em agências de atendimento. Inicialmente, das 169 agências com serviço de perícia médica, 111 foram consideradas aptas a atender o público. O órgão concluiu que as salas de perícia liberadas para atendimento cumprem os protocolos sanitários estabelecidos pelo Ministério da Saúde, a fim de garantir a segurança de servidores e cidadãos com relação à pandemia de covid-19.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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