AGRO & NEGÓCIO

Alterada para 2022 a realização do Congresso Brasileiro de Soja

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Diante da severidade da pandemia de Covid-19, a comissão organizadora do IX Congresso Brasileiro de Soja (CBSoja) e do  Mercosoja 2022, promovidos pela Embrapa Soja, optou por transferir a data de  realização dos eventos de 2021 para 16 a 19 de maio de 2022, em formato híbrido. Portanto, as opções de inscrições on-line e presencial darão acessos diferenciados à programação. Já em 2021 serão promovidos debates on-line, como parte da programação técnica dos eventos. A ideia é realizar discussões técnicas que envolvem a produção e a pós-produção da soja de temas urgentes que não podem aguardar até 2022. 

Além disso, a presidência do CBSoja ficará sob a responsabilidade do pesquisador da Embrapa Soja, Adeney de Freitas Bueno, em substituição ao pesquisador Adilson de Oliveira Jr. em virtude da agenda comprometida com a Chefia de Administração. Entretanto, Oliveira Jr continua na comissão organizadora, como vice-presidente do congresso.

A cultura da soja que é um dos alicerces do agronegócio brasileiro e a programação técnica dos eventos está pautada no tema central Desafios para produção sustentável no Mercosul.  Estão entre os objetivos dos eventos debater os principais desafios tecnológicos para a cadeia produtiva da soja e apresentar soluções sustentáveis para a melhoria da eficiência e da rentabilidade no campo. A programação técnica-científica vem sendo elaborada para abordar aspectos relacionados ao momento atual da cultura da soja assim como, trazer uma visão de futuro. Desta forma, serão discutidos temas como as tecnologias sustentáveis de produção, genética avançada, oportunidades de mercado, bioeconomia e agricultura 5.0 entre outros. A temática será apresentada pelos mais renomados especialistas de cada área técnica.

Soja – A soja é a principal fonte de proteína, em nível mundial, sendo usada em produtos industrializados e também em ração animal. Na safra 2019/20, o Brasil produziu 257 milhões de toneladas de grãos, dos quais mais de 120 milhões foram de soja. A cultura da soja representa 23% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. O Brasil se tornou o maior produtor mundial de soja e a cultura hoje tem reflexos importantes na economia, impactando na realização de negócios, na geração de emprego e renda e trazendo melhorias para a qualidade de vida de toda a população.

Fonte: Embrapa

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AGRO & NEGÓCIO

Embrapa Cocais, secretarias de estado e Conecta Brasil assinam acordo de cooperação técnica para inovação social

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Nesta segunda, 1 de março, às 10h, será realizada cerimônia de assinatura de termo de cooperação técnica entre Embrapa Cocais, Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação – SECTI, Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular e a startup Conecta Brasil 360. O acordo tem o objetivo de desenvolver metodologia de implantação, monitoramento e avaliação de estratégia de inovação social no estado do Maranhão. O evento será transmito online pelo you tube da Embrapa e da Secti Maranhão. 
 
A iniciativa se espelhou no negócio Delícias do Babassu, gerido por quebradeiras de coco babaçu quilombolas da Comunidade de Pedrinhas Clube de Mães de Anajatuba – MA. A Embrapa Cocais buscou a Conecta Brasil 360 para construir curso virtual para as quebradeiras de coco da comunidade e proporcionar visibilidade, conexão e estruturação de negócios para os produtos oriundos do coco babaçu. O curso está vinculado ao Projeto Bem Diverso, na atividade “Novos Processos Alimentícios com Babaçu. 
 
Segundo a pesquisadora Guilhermina Cayres, o curso está sendo realizado desde junho, totalmente online por conta da pandemia, para manter os contatos neste momento de distanciamento social e promover processo de capacitação em gestão de empreendimento coletivo, identificando e agregando valor aos seus produtos e desenvolvimento pessoal e profissional para autonomia e empoderamento às quebradeiras de coco. “O curso tem propiciado também criar espaços significativos de aprendizagem e troca de experiências e apoiar no planejamento das atividades do grupo, contribuindo para o protagonismo das quebradeiras de coco nesse processo de maturidade do grupo, o que vai repercutir no produto final do trabalho delas e na cadeia de valor do coco babaçu”, completa Guilhermina.
Fonte: Embrapa

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